Taxa média de ocupação dos leitos exclusivos da covid-19 atinge 73%

O município tem conseguido atender a demanda, mas o crescimento da curva preocupa, tendo em vista se muitas pessoas adoecerem ao mesmo tempo

De acordo com os dados da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), a taxa média de ocupação dos leitos exclusivos de covid-19 da rede pública de Parauapebas alcançou 73% entre 15 de dezembro e 05 de janeiro. Em alguns dias desse período, 100% dos leitos estavam ocupados, inclusive os de UTI, resultado do aumento de casos da doença no município.

Os números são acompanhados frequentemente pela gestão municipal e pelos integrantes do comitê executivo de combate ao novo coronavírus no município, que tem como presidente a enfermeira Nhirly Brito. São monitoradas as taxas de ocupação dos leitos das redes pública e privada.

“Quando a ocupação dos leitos alcança os 80%, montamos um plano de expansão que viabilize o atendimento de mais pessoas. Se ainda assim não for suficiente, contamos com a retaguarda do Estado para referenciar pacientes a outros municípios”, explica Nhirly.

O município tem conseguido atender a demanda, mas o crescimento da curva preocupa, tendo em vista que se muitas pessoas adoecerem ao mesmo tempo, tanto o sistema público de saúde quanto o privado podem não suportar, realidade já enfrentada em algumas cidades brasileiras.

“Estamos fazendo esse alerta para a população de Parauapebas, que o número de casos voltou a crescer, reflexo de mais pessoas nas ruas, sem o uso adequado das medidas de segurança. Usem máscara e pratiquem a higiene das mãos, essa é a melhor maneira de proteger aos outros e a si mesmo. Sempre que possível, mantenha distância de pelo menos 1,5 metro das pessoas, principalmente se estiver ao lado de alguém que tosse ou espirra”, alerta Nhirly.

Segue abaixo o gráfico que apresenta a curva de ocupação dos leitos exclusivos de covid-19 na rede pública municipal.

Aumento de casos

Os números divulgados diariamente no Boletim Epidemiológico, produzido pela Assessoria de Comunicação (Ascom) e Semsa, apontam um crescimento gigante de casos nos primeiros dias do ano, conforme demonstrado na tabela abaixo. Em novembro, a média de novos casos foi de 38 por dia, em dezembro aumentou para 56 já nos cinco primeiros dias de 2021 a média está em 168 novos casos.

Posts relacionados

Saúde de Parauapebas na UTI

Enquanto a maioria dos serviços sofre real ameaça de paralisação a partir de amanhã (22), secretário está passeando mundo afora

Nota à Imprensa – ASELC

Há dois anos, a ASELC assumiu a gestão do Hospital Geral de Parauapebas com uma filosofia de trabalho baseada na eficiência da gestão, no uso da tecnologia e, acima de tudo, na valorização do ser humano. Os resultados foram imediatos: uma economia superior a 50% em comparação com os gastos

Saúde de Parauapebas na UTI

Enquanto a maioria dos serviços sofre real ameaça de paralisação a partir de amanhã (22), secretário está passeando mundo afora

Nota à Imprensa – ASELC

Há dois anos, a ASELC assumiu a gestão do Hospital Geral de Parauapebas com uma filosofia de trabalho baseada na eficiência da gestão, no uso da tecnologia e, acima de tudo, na valorização do ser humano. Os resultados foram imediatos: uma economia superior a 50% em comparação com os gastos anteriores e a plena implantação de todos os serviços planejados para o HGP. Desde o início, no entanto, enfrentamos atrasos e insuficiências de repasses financeiros, com agravamento recente do quadro,