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Revista ISTOÉ declara vantagens na criação dos Estados de Tapajós e Carajás

Por Leonardo Attuch – Nas mãos dos eleitores do Pará, no domingo 11, o Brasil tem uma chance histórica para dar dois passos à frente. Cerca de 4,6 milhões de …

Revista ISTOÉPor Leonardo Attuch – Nas mãos dos eleitores do Pará, no domingo 11, o Brasil tem uma chance histórica para dar dois passos à frente. Cerca de 4,6 milhões de paraenses irão às urnas para votar no plebiscito que pode dividir sua atual área territorial em três, criando dentro dela os Estados de Carajás e Tapajós. À primeira vista, de pronto se enxerga mais políticos (dois governadores, seis senadores, dezenas de deputados federais e estaduais) e novas estruturas de poder (sedes governamentais, assembléias legislativas, etc.). Uma antevisão, infelizmente, forte o suficiente para embotar a razão, mas que precisa ser ultrapassada. Esses dois novos Estados, se aprovados, terão extrema importância para a economia não só do Pará, mas de todo o Brasil.

Tome-se, em benefício da análise, as mais recentes criações de Estados no Brasil. É consensual, hoje, que o corte do antigo Mato Grosso em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, efetuado em 1977, foi um acerto de duração permanente, mesmo tendo ocorrido em plena ditadura militar. A divisão daquela imensa área levou para municípios e populações antes desassistidas novos serviços públicos. Estes, por sua vez, aceleraram o desenvolvimento econômico e social regional, consolidando atualmente Mato Grosso do Sul como um dos maiores produtores de alimentos do País. Não houve, como contrapartida, qualquer esvaziamento da riqueza inerente a Mato Grosso. Mais -recentemente, em 1988, nasceu, de um vértice de Goiás, o Estado do Tocantins. Imediatamente após sua criação, a nova capital, Palmas, tornou-se um grande polo de atração de indústrias e serviços.

Onde hoje há apenas o gigantesco Pará, com seu 1,24 milhão de km² (equivalente a quatro Itálias!) de conflitos sociais e péssimos indicadores de desenvolvimento humano, amanhã o quadro tem tudo para ser outro – caso os eleitores locais superem a desinformação inicial e abram passagem para o crescimento. Vítima do desmatamento, por meio do qual o banditismo impera e se produz um noticiário repleto de crimes políticos e chacinas, sabe-se, há muito, que a atual estrutura de governo do Pará é insuficiente para elucidar todas as suas complexas equações. Os fracassos administrativos se acumulam, governo após governo, à esquerda ou à direita. A verdade é que há, naqueles limites, um Estado cujo tamanho equivale ao de vários países europeus, mas apenas um único e singular governo.

Ao mesmo tempo, Carajás e Tapajós nasceriam sobre terras férteis para a agricultura, ricas para a mineração e amplas o suficiente para que nelas conviva o gado. Administrações mais próximas da população local seriam mais cobradas, melhor fiscalizadas e teriam, dessa forma, renovadas condições para preencher o atual vácuo administrativo.

O Brasil, cujo tamanho territorial é comparável ao dos Estados Unidos (8,5 milhões de km² contra 9,6 milhões de km²), chegou a um PIB de US$ 2,19 trilhões em 2010. O irmão do Norte, mesmo combalido, atingiu US$ 14,7 trilhões – mais de seis vezes maior. Aqui, são 27 Estados. Lá, 50. A relação entre produção de riquezas, território e organização administrativa, goste-se ou não, é direta.

Revista Isto É

22 comentários em “Revista ISTOÉ declara vantagens na criação dos Estados de Tapajós e Carajás

  1. André Responder

    Se a maior divisão político-administrativa fosse sinônimo de eficiência, a região Nordeste seria a mais desenvolvida do país e as Sudeste e Sul seriam as piores. Muito superficial a argumentação. Ser maior, ou menor, não determina a qualidade da administração pública. Abram o olho e não caiam em hilações falaciosas, pseudocientíficas.

  2. Nina Responder

    Gleydson, o Pará atual tem 1.250.000 Km2. O Tapajós ficará com pouco mais de 500.000 Km2. É uma diferença significativa ou não?
    Mas, se voce quer mesmo saber, na minha opinião nenhum Estado brasileiro deveria ter mais de 300.000 Km2, que é para a população não sofrer tanto com a ausência do Estado. Todos os estados com mais de 300.000 Km2 carregam seus bolsões de miséria e tem milhares de pessoas desassistidas, tais como Bahia e Minas Gerais, que também tem projetos de divisão. Penso que o Brasil deveria criar, no mínimo, mais 10 estados nestas regiões abandonadas e fomentar o desenvolvimento delas, em vez de insistir nestes estados gigantescos e ineficientes.
    Mas, claro que isto não será feito, porque para o Governo Federal está bom assim: a região Norte fornece matéria prima, não tem força política para exigir nada e a União pode continuar agradando o povo do Sul e Sudeste, porque regiões que tem uma bancada de mais de 200 deputados não pode ser contrariada, né?
    Agora, o Parazão, com seu imenso território e seus míseros 17 deputados, pode ser solenemente ignorado, como o foi desde sempre e continuará sendo doravante.

  3. Gleydson Responder


    Marina:

    O território do Tapajós ficará extenso, mas qualquer pessoa com um mínimo de conhecimento em geografia sabe que a maior parte é constituída de rios e reservas. Dizem que o Carajás levará as riquezas minerais do Pará, mas a verdade é que, excetuando-se os moradores das cidades onde o minério é explorado, a população não viverá das tais riquezas, mas da agricultura e pecuária, que realmente são fortes naquela região.Sinceramente, se os paraenses amassem tanto o Pará por inteiro, teriam se dado ao trabalho de ao menos conhecer, porque não acredito que alguém possa amar o que não conhece.SIM e SIM, e que Deus nos ajude a aparar as arestas depois.

    Ué, mas o território do Pará atual não é constituido na maioria por rios e reservas? então porque essa “desculpa” só serve pro Tapajós e pro Pará não? o Tapajós pode ser o 4º maior estado do Brasil porque a sua configuração geográfica justifica, mas o Pará não pode continuar sendo grande porque essa mesma justificativa não serve. Muito justo não?

  4. Afonso Schroeder Responder

    Pluralidade de pensamentos, isto se chama de ampla liberdade de expressão, que estamos vivendo e vivênciando, neste gigante Brasil e em especial no belo Estado do Pará, penso que as colocações pessoais dos cidadãos é a verdadeira representação democratica, onde sempre vão existir divergências, que devem ficar no campo da construção de dias melhores para todo povo deste Estado.
    Senão vejamos integridade não diz respeito tanto ao que fazemos, mas ao que somos.

  5. Nome (obrigatório)Gilmar Ferreira Responder

    Este ilustre cidadão paraense “Eudes” deve ser vegetariano. Deve ser do tipo que vive do extrativismo, porque seus argumentos sempre são formados condenando os paraenses de coração que aqui vivem e trabalham nos segmentos da agropecuaria e agricultura. Ele deveria saber que criar gado é uma aptidão de todo o povo brasileiro, e em nenhum momento somos menos merecedores de viver e trabalhar no pará, terra que nos adotou e que por ela lutaremos até o fim. Vamos as urnas e votaremos SIM e SIM. Prego batido e ponta virada!

  6. Nome (obrigatório) Responder


    Maria:

    Tapajos e Carajás são economicamente inviáveis. Só não vê quem não quer. Mas, falta pouco para o povo do PARÁ dizer que não aceita ser tratado com desprezo e humilhação. Não é não – 55 nos traidores e nos espertalhões. NInguém divide o Pará.

    Gostaria muito se saber quem vc chama de traidores… nós o povo esquecido pelo governo do estado??? traidores são vocês que dizem que amam o pará mas nem se quer conhecem o seu proprio estado e a dura realidade de quem vive nessas regiões!! ahh me eskeci vcs só olham o proprio umbigo.. essa podridão que é belém, o cidade horroroza, fedida e feia… e vc ainda tem a capacidade de dizer q vc pobrezinho de belém sáo tratados com desprezo e humilhação…affss me poupe.. percebe-se que vc não conhece o “PARÁ”!!! ta boa de fazer uma viagem por tapajós e carajás, mas ñ de avião é de carro mesmo, o qm sabe num desse onibus da transbrasiliana que saem de belem e nem Deus sabe se chega aki, pq as estradas estão tão acabadas que os assaltantes fazem a festa… reveja seus conceitos, pare de olhar só p vcs!! SOU SIM SIM SIM SIM SIM!!! 77… com certeza se é bom pra tdos não podemos ser contra!!!!

  7. Demostenes Responder

    Caro Zé Dudu,

    Sou paraense nascido e criado na cidade de Breves, na Ilha do Marajó. Fico enojado com esse orgulho egoísta de certas pessoas que se dizem paraense e fecham os olhos para o que acontece nas regiões abandonas pelos governantes desse imenso e pobre Estado.

    Na região do Marajó, quando uma pessoa adoece, tem que ser levada para Belém de barco, em viagem que chega a durar mais de 24 horas. Sem falar na falta de segurança, educação de péssima qualidade, falta de saneamento básico, água tratada, e por aí vai.

    Esses que se dizem paraense, e que votam no não, é por que estão na “zona de conforto” da Capital e Região Metropolitana, não conhecem a realidade das outras regiões do Estado.

    Esses que se dizem paraense, e que votam no não, deveriam passar uma temporada em cada uma dessas regiões juntamente com suas famílias, para verem de perto o descaso e o abandono com que somos tratados pelos governantes, que só enxergam nosso povo em época de eleição.

    Esses que se dizem paraense, e que votam no não, deveriam deixar esse orgulho idiota e votar com a razão, e não com a emoção.

    Quem não precisa, e ainda explora quem precisa, nunca vai sentir a dor da necessidade.

    Por isso, no dia 11/12/2011, o povo do Marajó vai votar em peso no SIM e SIM.

  8. Demostenes Responder

    Caro Zé Dudu,

    Sol paraense nascido e criado na cidade de Breves, na Ilha do Marajó. Fico enojado com esse orgulho egoísta de certas pessoas que se dizem paraense e fecham os olhos para o que acontece nas regiões abandonas pelos governantes desse imenso e pobre Estado.

    Na região do Marajó, quando uma pessoa adoece, tem que ser levada para Belém de barco, em viagem que chega a durar mais de 24 horas. Sem falar na falta de segurança, educação de péssima qualidade, falta de saneamento básico, água tratada, e por aí vai.

    Esses que se dizem paraense, e que votam no não, é por que estão na “zona de conforto” da Capital e Região Metropolitana, não conhecem a realidade das outras regiões do Estado.

    Esses que se dizem paraense, e que votam no não, deveriam passar uma temporada em cada uma dessas regiões juntamente com suas famílias, para verem de perto o descaso e o abandono com que somos tratados pelos governantes, que só enxergam nosso povo em época de eleição.

    Esses que se dizem paraense, e que votam no não, deveriam deixar esse orgulho idiota e votar com a razão, e não com a emoção.

    Quem não precisa, e ainda explora quem precisa, nunca vai sentir a dor da necessidade.

    Por isso, no dia 11/12/2011, o povo do Marajó vai votar em peso no SIM e SIM.

  9. Marina Responder

    O território do Tapajós ficará extenso, mas qualquer pessoa com um mínimo de conhecimento em geografia sabe que a maior parte é constituída de rios e reservas. Dizem que o Carajás levará as riquezas minerais do Pará, mas a verdade é que, excetuando-se os moradores das cidades onde o minério é explorado, a população não viverá das tais riquezas, mas da agricultura e pecuária, que realmente são fortes naquela região.
    Sinceramente, se os paraenses amassem tanto o Pará por inteiro, teriam se dado ao trabalho de ao menos conhecer, porque não acredito que alguém possa amar o que não conhece.
    SIM e SIM, e que Deus nos ajude a aparar as arestas depois.

  10. Eudes Responder

    Carta do empresário Joel Bitar ao deputado João Salame, que preside a frente pró- Carajás.

    Carta ao patrício João Salame,
    Os nossos pais chegaram do Líbano aqui no Pará por volta do século 19 e início do século 20, trazidos por motivação política, fugindo a princípio da invasão turca, em seguida da invasão francesa e inglesa.
    Os libaneses chegaram em condições adversas, mas aqui foram recebidos com muito carinho. O Pará abriu suas portas, sua economia e os corações da sua gente para acolher os nossos antepassados. Ainda hoje nossa gente vive aqui em harmonia e somos tratados com verdadeiros filhos da Terra. Nossos pais, com toda a hospitalidade recebida, venceram a tristeza e as dificuldades materiais e aqui se estabeleceram definitivamente, criando famílias e raízes.
    Nas terras do Grão Pará aprendeu a comer pato no tucupi, tacacá e maniçoba, mas também fizeram os paraenses provarem dos babaganouchs, dos kibes, dos hoummus. Hoje, graças à história dos nossos pais, somos libaneses, brasileiros, naturais do Estado do Pará e pretendemos continuar assim, sem divisão.
    Patrício João Salame a história do povo libanês é marcada por muita luta, por muitos desafios, mas não temos na nossa cultura a marca da ingratidão com quem nos acolhe e o Pará nos acolheu, por isto, dia 11.12, nós os libaneses-paraenses, mesmo respeitando a decisão Vossa excelência a favor do separatismo, por gratidão e pela memória dos nossos antepassados, votaremos em peso contra a divisão do Pará.
    Joel Bitar – CABANHA ÁRABE

  11. Eudes Responder

    Já que é tão bom ser um estado pequeno, o “cartógrafo” que abocanhou 58% do território do Pará para o projetado estado do Tapajós deveria diminuir aqueles 58% para, deixa eu ver, 17%, aproveitando essa oportunidade de “progresso” para o projetado Tapajós, que ficaria “do tamanho de São Paulo” . Depois, era só escolher qual rua de Santarém iria ser a avenida Paulista. E ser felizes para sempre.

  12. por amor a parauapebas-26 nos de peba Responder

    bom dia,

    concordo plenamente com o sr carlos, essas pessoas que ficam falando “nao e nao ” simplesmente como fazem mininos pirracentos. sao um bando de espertalhoes. ou pelo omenos tentam ser, nem um deles querem vir pro interior conhecer e muito menos sentir na pele as dificuldades. é pra indiguinar qualquer um qdo os belenhenses dizem ; eles querem tomar nosso pará. AOS IDIOTAS NÓS DO INTERIOR DO ESTADO TAMBEM SOMOS PARAENSES. SO NAO QUEREMOS MAS É SOFRER PARA SUSTENTAR ESSES BANDO DE FOLGADOS DA REGIAO METROPOLITANA. Tudo que o “nao” fala é mentira, afinal eles nunca se preocupou conosco, eles estao mesmo é preocupados que nós (escravos) ganharemos nossa carta de aufhoria e eles irao ter que se virar. se nossa regiao nao desse lucro a eles, os mesmos queriam mas era ficar livre, como so damos lucro sem exigir nada em troca, tipo; estrada, saneamento basico saude e educaçao de qualidade. assim fica facil. aos folgados do nao . tenham mas argumentos.

    caros amigos do SIM do sim se por acaso o “nao” for o vencedor, DEXO AQUI O MEU CONVITE ; VAMOS ENCOMODA-LOS , VAMOS TIRALOS DESSA ZONA DE CONFORTO, VAMOS EXIGIR NOSSOS DIREITOS, VAMOS COBRA CARO NOSSO SUOR. VAMOS FAZER ELES ARREPENDER DO EGOISMO, ATE QUE ELES MESMOS IRAO PIDIR PRA FICAR LIVRE DE NÓS.

    no aguardo

  13. Maria Responder

    Tapajos e Carajás são economicamente inviáveis. Só não vê quem não quer. Mas, falta pouco para o povo do PARÁ dizer que não aceita ser tratado com desprezo e humilhação. Não é não – 55 nos traidores e nos espertalhões. NInguém divide o Pará.

  14. Carlos Responder

    Bom o não fica dizendo q o pará e unido!mais eu tenho uma pergunta vcs conhece floresta do araguaia banach piçarras sapucaia? não então vão conhece o estado não a região metropolitana! Áa lembrei não adianta pesquisa no google pq vcs não conhece vc não sabem o sofrimento q esses moradores tem em chegar em seus municipios no enverno,e quando alguem fica doente eles tem q ir pra araguaina tocantins e vcs ficam falando q do geito q ta esta bom e vamos nos unir pra melhora se nunca fomos unido não é depois desse pré-bicito q vamos nos unir! floresta do araguaia coloco o pará em segundo lugar em produção de abacaxi e olha só a situação do municipio!

  15. Eudes Responder

    Tá chegando a hora, minha gente! Tudo o que sofremos nos ultimos dias, todas as ofensas, as humilhações, as chacotas, o vilipendio, as crticas ao nosso estado, os tapas na cara que os separatistas nos deram durante a campanha nós daremos o troco no domingo. O Mensaleiro já se mandou, com vergonha da iminente goleada nas urnas, e nós vamos mostrar que quem manda nesse estado não é o dinheiro do gado ou das fazendas, e sim o povo do Pará!

  16. gilvan Responder

    ja fiz as contas vamos vencer: se for verdadeira a pesquiza divulgada pelo Não o Sim sairá vencedor basta que todos os favoráveis comparecerem as urnas no dia 11, quanto ao déficit e natural, mas em poucos anos com a nossa coragem de lutar vamos superar também essa barreira e nos tornamos uma grande nação carajaenses, tapajoenses, paraenses e acima de tudo brasileiros com orgulho.
    VAMOS LÁ É SIIIIIIIIIMMMMMMMM 77 SIMMMMMM

  17. Jr. Responder

    Só nao vê quem nao quer. Só existem tres coisas infinitas no universo: o proprio universo, a estupidez humana e o Estado do Pará. Uma regiao de tamanho continental que lamentavelmente está com várias décadas de atraso. As vantagens sao clarissimas, o Estado está totalmente falido, sem nenhuma pespectiva de sair do seu atoleiro. Os unicos contra sao os da capital burguesa que insistem em preservar seu vasto curral eleitoral e alguns ingnorantes que nao conhecem a historia . Sou paraense, nascido na capital, mas sinto-me envergonhado de ver muitos irem contra este projeto audacioso que só trará beneficíos para todos. Parabens Carajás e Tapajós pela coragem de tentarem se libertar de seus cativeiros.

  18. SIM e SIM Responder

    Eu não moro do Pará, moro no Carajás…. não tenho aqui nehuma assistencia do Estado do Pará….. Escolas, Delegacias, DETRAN, Estradas Estaduais.. nada aqui que deveria ser administrado pelo Estado Funciona, presta, atende… quando penso em reclamar…. aí vem a pergunta: reclamar para quem?…. acessar o site do governo do Estado do Pará e mandar um e-mail?….. KKKKKK.. pois bem certa vez fiz isso… precisava de um Atestado de Antecedentes Criminais do Estado, que é emitido em Belém, você vai da Delegacia imprime um formulário, paga uma taxa e fica esperando o documento, que, segundo a DEPOL deverá chegar em trinta dias, mas não chega. Ao questionar através de email por que meu documento não chegava, obtive a resposta de que devido a distância, devido aquele órgão emitir tal documento para todo o estado do pará, havia essa demora, e que se eu estivesse com preça, o ideal seria que eu fosse à Belém buscar o documento… é uma piada não é? SIM SIM SIM SIM SIM

  19. Gleydson Responder

    Quando é a Veja, a Globo ou a Folha que publica algo contrário à divisão é porque elas servem aos interesses dos politicos do sul e sudeste, mas quando publicam a favor é porque eles são imparciais certo?

    Rogério Boueri, economista da Diretoria de Estudos Regionais, Urbanos e Ambientais do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), endossa a opinião de Coutinho. Pelas contas do economista, por ano, o estado de Carajás teria uma arrecadação de 2,666 bilhões de reais e um gasto de manutenção de 3,676 bilhões de reais. Tapajós arrecadaria 1,057 bilhão de reais e gastaria 1,922 bilhão de reais. “Seria preciso usar recursos federais para suprir os estados deficitários”, afirma Boueri. Embora os custos para a implantação da infraestrutura dos dois territórios ainda não tenham sido calculados, o economista é taxativo: “O Pará vai perder mais receitas do que cortar despesas”.

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