Procurado vaqueiro suspeito de ter matado patrão com um machado em Jacundá

O pequeno agricultor foi assassinado enquanto dormia. Após a barbaridade, o matador fugiu com a moto do morto, mas não foi muito longe. Acabou se acidentando e está desaparecido
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A Polícia Civil, em Jacundá, procura, desde a manhã de sexta-feira (24), Gabriel Pereira Barros, 26 anos, suspeito de ter assassinado o pequeno agricultor Walter Gonçalves do Nascimento, encontrado morto na Fazenda São João. Ele era ex-conselheiro municipal de Saúde e sua morte causou comoção na sociedade local.

Gabriel Barros trabalhava na propriedade rural, como vaqueiro, havia 45 dias. A polícia supõe que ele matou Walter do Nascimento enquanto este dormia, usando para isso um machado. Em seguida, ainda segundo as suspeitas, furtou uma motocicleta marca Honda, modelo Titan, cor preta.

A Fazenda São João fica a aproximadamente 14 quilômetros do centro da cidade, na vicinal Jabutizinho. Durante a fuga, o suspeito perdeu o controle da moto e sofreu acidente na Estrada do Lago, a 5 quilômetros da Rodovia PA-150. “Acreditamos que ele esteja ferido”, informa fonte da polícia.

O veículo foi apreendido por agentes do Departamento Municipal de Trânsito Urbano (DMTU) de Jacundá e entregue na Delegacia de Polícia Civil. Junto com a moto foi encontrada uma mochila pertencente a Gabriel Barros, que não procurou o Hospital Municipal para atendimento médico.

Na Delegacia de Polícia Civil local um inquérito está aberto para esclarecer com mais detalhes o crime de latrocínio. A equipe de investigadores já iniciou as diligências com a finalidade de localizar o suspeito. A PC recebe informações pelo Disque-Denúncia (181) ou ao Centro Integrado de Operações (190). Não é necessário se identificar e a ligação é gratuita.

Walter Gonçalves foi o primeiro presidente do Conselho Municipal de Saúde de Jacundá. Em nota, a direção do CMS divulgou uma homenagem. “Walter esteve presente no controle social desde a implantação do CMS, onde exerceu com maestria o cargo por três mandatos. Militou em várias instâncias do controle social, exercendo ativamente o direito à participação outorgada pela nossa constituição para a inclusão da sociedade na construção das políticas públicas de saúde, assistência social, dentre outras”.

(Antonio Barroso)

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