Prefeitura de Parauapebas contrata consultores para Prosap por R$ 350 mil

Um profissional vai atuar na área de gestão ambiental e o outro, na frente de acompanhamento dos projetos de desativação das estações de tratamento de esgoto. Contratos valem por 1 ano
Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on print

Continua depois da publicidade

Já estão com contratos firmados e à disposição do governo Darci Lermen, para atuação em frentes do Programa de Saneamento Ambiental de Parauapebas (Prosap), dois consultores escolhidos por meio de seleção pública no início deste ano. Os profissionais assinaram contrato em 1º de abril e vão prestar assessoramento até a mesma data do ano que vem. As informações foram publicadas nesta terça-feira (28) no Diário Oficial da União (DOU).

O consultor Luiz Fernando Galli foi contratado para dar apoio à coordenação da Unidade Executora do Projeto (UEP) na área de gestão ambiental. O contrato de número 20200159 vai garantir ao profissional R$ 213.744,97 (veja aqui). Já o consultor Amilton Freire de Araújo vai atuar na frente de análises e acompanhamento dos projetos de desativação das estações de tratamento de esgoto da cidade, pelo que será remunerado em R$ 147.376,95, conforme prevê o contrato de número 20200122 (veja aqui).

A Prefeitura de Parauapebas diz que o Prosap já avançou pela terceira semana de obras e que já foram realizados cem metros de redes de microdrenagem principal, além de 40 metros de redes secundárias na Rua Sol Poente, no trecho entre as ruas 19 e Guanabara, no Bairro Rio Verde. No Liberdade, já começou a demolição de imóveis residenciais que ficavam na área de interferência do programa.

De acordo com o engenheiro sanitarista e civil do Prosap, Roginaldo Rebouças, o trabalho segue dentro do ritmo programado, com as equipes da empresa Transvias e os técnicos da prefeitura em campo. A expectativa é de que, quando a macrodrenagem for concluída, Parauapebas entre para a lista de melhores cidades brasileiras em saneamento básico. Atualmente, por exemplo, menos de 15% dos habitantes são privilegiados com rede de esgotamento sanitário. (Com informações da Ascom da PMP)

Publicidade