Prefeitura de Marabá vai equipar leitos de UTI para recém-nascidos

HMI vai receber sete incubadoras, ventiladores mecânicos não invasivos e outros aparelhos essenciais para salvar a vida de neonatos. Governo quer as melhores ferramentas disponíveis
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Uma medida do prefeito Tião Miranda vai beneficiar parte dos cerca de 500 recém-nascidos que mensalmente vêm à luz nas dependências do Hospital Materno-Infantil (HMI) de Marabá. O gestor mandou registrar preços de 21 equipamentos, até o valor estimado de R$ 1.291.413,99, para implantação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTI-N), readequação dos leitos de Unidade de Cuidado Intermediário Neonatal Convencional (UCI-NCo) e leitos de Unidade de Cuidado Intermediário Neonatal Canguru (UCI-NCa).

As informações foram levantadas com exclusividade pelo Blog do Zé Dudu e podem ser conferidas aqui. O pregão está previsto para a próxima sexta-feira (31). Marabá, um dos raros municípios do interior do estado com UTI neonatal, é base de atendimento de saúde para mais de 20 municípios do sudeste paraense; seu Hospital Materno-Infantil é considerado referência. Além dele, só Altamira, Ananindeua, Barcarena, Bragança, Breves, Redenção, Rurópolis, Santarém, Tucuruí e a capital, Belém, têm hoje algum leito de UTI para recém-nascidos.

De acordo com a Prefeitura de Marabá, a rotina de um hospital pede qualidade e diversidade nos equipamentos para atender a todas as necessidades dos pacientes. “Estar pronto para os atendimentos de emergência e contar também com as melhores ferramentas para o tratamento de especialidades é indispensável para o bom funcionamento dos hospitais,” define o governo municipal.

No pacote de compras elaborado pela administração de Tião Miranda constam incubadoras, filtro de ar para incubadoras, oxímetros, desfibriladores, equipamento para ventilação pulmonar não invasiva, aquecedor de gases, entre outros. Os itens do pregão estão distribuídos em 19 lotes, o que permitirá a participação de várias empresas e a escolha do menor preço pela prefeitura. É mais economia para os cofres públicos.

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