Polícia Civil prende em flagrante mulher que vendia medicamento abortivo

Mais uma vez a colaboração dos cidadãos, por meio de denúncia anônima ao 181 da PC foi muito importante e decisiva para combater o crime e, nesse caso, salvar vidas
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Na tarde de ontem, quinta-feira (4), investigadores da 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil, de Parauapebas, prenderam a comerciante Irenilde Costa de Oliveira. Ela estava vendendo, em seu estabelecimento comercial, situado no Bairro Betânia, comprimidos de Cytotec, medicamento para tratamento distúrbios gástricos, mas de venda proibida no Brasil, por possuir propriedades abortivas. Irenilde de Oliveira foi denunciada pelo Disque Denúncia da Polícia Civil: 181.

A partir da informação, repassada anonimamente, os policiais civis passaram a vigiar o comércio de Irenilde e, pouco antes do momento do flagrante, viram uma mulher saindo do estabelecimento. Ela ficou nervosa ao avistar a equipe, fugiu rapidamente e, na pressa, deixou cair uma cartela do medicamento, com quatro comprimidos.

Em seguida, os policiais abordaram a proprietária do estabelecimento comercial que confessou a venda do remédio abortivo de comercialização proibida no território nacional, e entregou outra porção que guardava entre os produtos ofertados pela loja.

Irenilde Costa de Oliveira foi conduzida para a Delegacia de Polícia Civil e autuada em flagrante por conduta prevista no artigo 273 do Código Penal Brasileiro, que prevê pena de 10 a 15 anos de prisão.

(Caetano Silva)