Polícia Civil cumpre cinco Mandados de Prisão Preventiva em Parauapebas

Quatro dos acusados de homicídio já estavam presos, apenas um ainda estava em liberdade e agora faz companhia aos colegas na cadeia
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No fim da tarde de ontem (14), em Parauapebas, a Polícia Civil deu cumprimento a Mandados de Prisão Preventiva, expedidos pela Justiça, contra Jefferson Martins Andrade, Jefferson Martins Bessa – o “Jegue” – e José Tiago do Nascimento. Eles são acusados de participação no assassinato de Jeová de Jesus dos Santos Pimenta, em 12 de dezembro de 2019.

No dia do crime, Jeová estava trabalhando em um lava a jato no Bairro Betânia, quando dois homens se aproximaram numa motocicleta e um deles deu um tiro peito do rapaz, que morreu instantaneamente.

O assassinato foi motivado por disputa entre facções criminosas, uma vez que os autores do crime, consideravam Jeová Pimenta “um lixo”, porque se associou a um grupo criminoso contrário, conforme levantou a Polícia Civil.  

Como os três acusados já estavam presos em casas penais, respondendo por outros crimes, foram comunicados que contra cada um deles havia mais um mandado de preventiva.

Mais prisões na sexta-feira

Também na tarde de ontem, Polícia Civil deu cumprimento a outros Mandados de Prisão Preventiva, expedidos pela Justiça em Parauapebas, contra Matheus de Sousa Santos, o “Matheusinho”, e novamente, contra “Jegue”.

Os dois são acusados de participação no assassinato de Romário Correia Balieiro e pela tentativa de homicídio contra Ana Carolayne Vaz Santos, no primeiro dia deste ano, abrindo uma série de seis mortes por execução e duas tentativas em cinco dias, o que deixou a cidade em pânico.

As prisões de ontem são decorrentes dos desdobramentos das investigações realizadas pela força-tarefa montada pela Superintendência Regional de Polícia Civil do Sudeste do Pará, que trouxe a Parauapebas mais de 20 policiais civis, que, na época, prenderam “Jegue” pelo envolvimento em vários dos homicídios ocorridos.

Assim, ele ontem, já preso, foi comunicado sobre mais uma preventiva contra si. Quanto a “Matheusinho”, que ainda se encontrava em liberdade, este foi surpreendido pelos policiais, em cumprimento ao mandado judicial e agora faz companhia aos colegas de facção na cadeia.

(Caetano Silva)

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