Pesquisa afirma benefícios e malefícios da Castanha-do-Pará

imagePequena no tamanho, grande em benefícios, assim é a Castanha-do-Pará que ficou também conhecida como castanha-do-brasil. O alimento, fruto de uma grande castanheira nativa da Floresta Amazônica, é rico em mineral e auxilia na busca de uma vida longa e saudável.

Um estudo da Universidade de Otago, na Nova Zelândia comprova que a ingestão diária de duas castanhas elevam em cerca de 65% o teor de selênio no sangue, um nutriente necessário no combate ao envelhecimento celular, que tem características antioxidante. Porém como tudo em excesso faz mal, alertar-se para o consumo exagerado da semente. Uma ingestão superior a 850 ug/dia gera a toxidade crônica do selênio. A selenose é caracterizada por perda e fragilidade de unhas e cabelos, podendo desencadear também uma serie de outros sintomas, como: distúrbios gastrointestinais, hálito com odor forte (como de alho), fadiga, irritação e anormalidades no sistema nervoso.

“Cada faixa etária possui um valor de recomendação diária de selênio, por exemplo, jovens acima de 18 anos, indica-se no máximo 45 mcg/dia”. Afirma a nutricionista do Hospital Daher, Dra. Gianna dos Santos.

O óleo da castanha-do-Pará, usado para temperar saladas, assados e cozidos, também é benéfico por possuir, além dos altos teores de ômega 6 e 9,quantidades consideráveis de micronutrientes, como o zinco. Entretanto, seu consumo também deve ser moderado por causa do seu grande valor calórico. O indicado é não ultrapassar a ingestão de 90 Kcal, equivalente a uma colher de sopa.

O selênio, mineral presente na composição de muitos alimentos, em especial a castanha-do-Pará é fundamentalmente importante ao organismo por se ligar a proteínas já existentes formando enzimas antioxidantes que agem em defesa do organismo.

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