Parauapebas arranca empate diante do Caeté pelo jogo de ida das semifinais da Segundinha do Parazão

O Gigante de Aço ficou no 1 a 1 e agora decide em casa a vaga para a elite do Parazão
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Comemoração do time do Parauapebas no gol do zagueiro Hugo (Foto: Lenno Costa)

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O Parauapebas Futebol Clube entrou em campo, na tarde desta sexta-feira (26), para encarar o Caeté, no Estádio Olímpico São Benedito, o Diogão, em Bragança. O duelo foi válido pelo jogo de ida das semifinais da Segundinha do Parazão e terminou empatado em 1 a 1. O jogo de volta está marcado para a próxima quarta-feira (1°), às 18h, no Estádio José Raimundo Roseno Araújo, o Rosenão, em Parauapebas. Quem vencer se garante na final do estadual e conquista o acesso para a elite do Campeonato Paraense de 2022.

O jogo: Tudo igual em Bragança!

O time do Caeté, como mandante, tomou a iniciativa da partida e foi para cima do PFC. Após cobrança de escanteio de PC Timborana, Edson, do Parauapebas, foi cortar, mas mandou para o fundo do barbante, gol contra de cabeça, aos 21 minutos do primeiro tempo. O Gigante de Aço tentou o empate quando, em cobrança de falta, a bola chegou até Júnior Gaúcho, que cabeceou para a defesa do goleiro Arthur.

No segundo tempo, o Parauapebas cresceu na partida: após boa jogada pela esquerda, o zagueiro Hugo recebeu passe e chutou forte para o fundo do barbante do goleiro Arthur, aos 14 minutos, 1 a 1, em Bragança. Thiago tentou a virada em uma cobrança de falta, mas o goleiro Arthur defendeu bem para o Caeté. 

No lance seguinte, o atacante Túlio invadiu a grande área e chutou – a bola explodiu no travessão do goleiro Arthur. A virada quase saiu quando Cristian cobrou falta na área, houve um desvio de cabeça e o goleiro Arthur fez milagre, salvando o segundo gol do PFC. Placar final: Caeté 1 x 1 Parauapebas.

“O jogo teve dois tempos. No primeiro tempo, a gente tentou impor o jogo, mas demorou para se adaptar com esse vento que tem aqui – tomamos o gol contra bobo, mas enfim, não fizemos um bom primeiro tempo. Agora, no segundo tempo, o time cresceu, empatou o jogo e quase veio o gol da vitória com a bola na trave do Túlio. No segundo tempo, a gente pela melhor condição do nosso elenco, que nós temos, e fisicamente, também, o trabalho do William tem que ser valorizado. Se tivesse que ter um vencedor, seria o PFC,” afirmou Luís Carlos Cruz, técnico do Parauapebas. 

Por Fábio Relvas