Pará

No Pará, 34 assinaram carteira com mais de R$10 mil em novembro; veja onde

Engenheiros ocuparam maior parte dos 20 cargos com mais alta remuneração média no estado, mas topo é dominado por cargos de gerentes e diretores executivos, os chamados CEOs.

O maior salário assinado em carteira mês passado, no Pará, saiu para um gerente de pesquisa e desenvolvimento contratado por uma multinacional para trabalhar em Belém. O valor é de R$ 38 mil. A informação foi levantada com exclusividade pelo Blog do Zé Dudu junto ao Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho (MTb).

Neste domingo (23), o Blog vasculhou os microdados do Caged e constatou que 34 profissionais foram contratados no estado com salário superior a R$ 10 mil. As maiores médias foram encontradas nas microrregiões de Belém, Paragominas e Altamira. A maior parte dos cargos é da área de engenharia e tecnologia.

O Blog também compilou as 20 maiores médias, que não necessariamente correspondem aos maiores salários encontrados em cada município. Isso porque, para apurar os salários médios, é necessário colocar o maior e o menor de cada cargo num mesmo pacote. Antes de apresentar as médias, porém, serão detalhadas as mais altas remunerações nas microrregiões mais valorizadas em novembro.

Belém

Nove trabalhadores foram contratados com salário superior a R$ 10 mil. Além do gerente de pesquisa e desenvolvimento, que faturou R$ 38 mil, também foram contratados a peso de ouro um diretor administrativo (R$ 25 mil), um diretor empresarial (R$ 20 mil), um pesquisador de engenharia da área de mineração (R$ 15 mil) e cinco gerentes de recursos humanos (R$ 10,7 mil).

Paragominas

Com R$ 21,8 mil, um gerente de pesquisa e desenvolvimento assinou carteira de trabalho no mês passado na região que mais produz bauxita no país. Também foram contratados dois gerentes de projetos e manutenção (R$ 16,4 mil) e um gerente de operações de transporte (R$ 13 mil).

Parauapebas

Na microrregião, sete profissionais foram contratados com salário superior a R$ 10 mil. A maior remuneração foi para dois médicos, por R$ 16,9 mil, seguida de um engenheiro mecânico (R$ 11,3 mil), um técnico de controle de meio ambiente e um supervisor de produção na mineração (cada um com R$ 11 mil), um engenheiro civil e um geólogo (cada um com R$ 10 mil).

Óbidos

Nove profissionais começaram a tirar nota R$ 10 mil no contracheque a partir de novembro na microrregião de Óbidos, sendo todos ocupantes de cargos de liderença: quatro gerentes administrativos (R$ 12,6 mil), um gerente de manutenção (R$ 10,5 mil) e quatro engenheiros de produção (R$ 10,1 mil).

Altamira

No coração do Pará, engenheiro civil e médico disputam o cetro de maior salário da Transamazônica. Na região de Altamira, no mês passado, três profissionais foram admitidos por mais de R$ 10 mil, a saber, dois engenheiros civis embolsaram pelo menos R$ 19,3 mil e um médico do trabalho vem na sequência, com salário de R$ 18 mil.

Marabá e Castanhal

Também foram registrados salários em carteira acima de R$ 10 mil nas microrregiões de Marabá e Castanhal. Na primeira, um diretor de serviços de saúde passou a faturar R$ 19,9 mil, ao passo que em Castanhal um gerente de marketing assinou contrato de trabalho por R$ 12 mil.

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