Marcelo Catalão se lança pré-candidato a prefeito com Meire Vaz como vice

Em coletiva de Imprensa, Catalão anunciou que vai entrar na disputa pela Prefeitura de Parauapebas pelo partido Avante, em coligação já confirmada com o Partido da Mulher Brasileira (PMB)
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O pecuarista Marcelo Catalão anunciou, em coletiva de Imprensa na manhã desta quinta-feira (20), no auditório do Atrium Hotel, que é pré-candidato a prefeito de Parauapebas nas eleições deste ano. Ele vai concorrer à cadeira no Morro dos Ventos pelo novo partido Avante, em coligação até agora já confirmada com o Partido da Mulher Brasileira (PMB), tendo como vice Meire Vaz.

Já com experiência de disputa eleitoral, por ter sido candidato a deputado federal em 2014 e a prefeito de Parauapebas em 2016, onde ficou em terceiro lugar, Catalão afirma que lança mais uma vez o seu nome como uma opção para a renovação política da capital do minério e também como oposição a atual gestão. Ele garante que está preparado para administrar a cidade, que tem um dos maiores orçamentos do país.

“Nós somos um projeto renovador e compromissado com Parauapebas. Eu e a Meire temos raiz e história na cidade. Temos laços com esse município. Não somos aventureiros que passam uma temporada aqui e depois vão embora. Moramos aqui e
nossas famílias moram aqui. Eu estou aqui há 34 anos. Quando cheguei Parauapebas era só uma vila”, afirma Catalão, dando uma cutucada nos políticos chamados paraquedistas.

Ele adianta que, junto com seus aliados, está debatendo a construção de um programa amplo de governo, com foco no combate a corrupção e investimentos em área cruciais, como a saúde, educação, saneamento básico e geração de emprego e renda.

“Vamos ser incisivos no combate a corrupção. Com isso, vamos fazer os investimentos chegarem a quem realmente precisa, que é o povo. Parauapebas necessita ter uma melhor distribuição de renda. É uma cidade bilionária e esse recurso precisa chegar ao povo, através de serviços de saúde, educação e infraestrutura de qualidade, assim como outras ações em áreas sociais e na fomentação e geração de emprego”, enfatiza Marcelo Catalão.

Ele ressalta que seu plano de governo também está incluso ações a serem tomadas no enfrentamento e no pós-pandemia do novo coronavírus. “Precisamos usar os recursos que hoje temos e que só crescem, para que Parauapebas tenha uma nova história”, frisa o pecuarista.

Batizada Rosimeire Gonzaga Vaz, mas conhecida como Meire Vaz, a pré-candidata a vice de Catalão garante que estar preparada para ajudar no projeto de governo e contribuir com a administração, com o objetivo de fortalecer setores, que ela diz serem vitais para que a capital do minério tenha melhor distribuição de rende e seu povo melhor qualidade de vida.

“Em nossas andanças pelas comunidades, ouvindo a população, observamos que as pessoas estavam sem opção de candidatos. Daí Marcelo e eu decidimos nos lançar como uma opção, que não tem semelhança com o passado e nem com o presente administrativo da cidade. Nós queremos ser a inovação que a cidade precisa, de forma realmente compromissada para dar o nosso melhor por esse município, que tanto amamos”, pontua Meire, lembrando que ela esteve presente em todos os processos de construção, que transformaram um povoado em uma das cidades mais ricas do país.

“Conversando com o Marcelo, chagamos a conclusão que, unindo forças, poderíamos fazer mais por essa cidade. Quando você ama a sua casa, você cuida primeiro dela, para depois cuidar de outras coisas. É assim que vamos fazer, cuidar primeiro da nossa cidade, que é o nosso lar”, frisa Vaz.

Ela ressalta que o município precisa ter boas faculdades, da mesma forma que um ensino infantil, fundamental e médio de qualidade. “Além de garantir estrutura e qualidade dos serviços básicos, precisamos criar com urgência frentes de trabalho. Parauapebas está passando por um momento difícil, com muita gente desempregada e passando necessidade, inclusive fome”, afirma.

Para Meire, o município também precisa se preocupar em discutir novas matrizes econômicas, para não ficar na dependência do minério, porque esse é um recurso que um dia vai acabar. “Precisamos criar polos industriai, investir na verticalização econômica, assim como em outras áreas que gerem emprego e renda para esse povo, que hoje está passando momentos difíceis”, finalizou Meire. (Tina Santos)

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