Mais de 400 mulheres trainees recebem capacitação profissional em operações da Vale no Pará

Ao todo, 424 mulheres estão fazendo treinamento prático nas unidades da mineradora em Carajás, Salobo, Serra Sul (S11D) e Sossego
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Andreia Pereira recebe capacitação na área de mecânica na mina de Serra Sul (S11D)

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A Vale iniciou o treinamento prático para um grupo de 424 mulheres nas mais diversas funções nas áreas de operação e manutenção da mineradora no sudeste do Pará. O grupo de mulheres foi selecionado para formação em janeiro deste ano e reúne também as turmas que iniciaram a formação em fevereiro de 2020 dentro do Programa de Trainees desenvolvido pela empresa.

Após seis meses de aulas teóricas executadas pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), agora elas participam, na prática, do dia a dia das atividades para aprendizado nas unidades da mineradora em Carajás, Salobo, Serra Sul (S11D) e Sossego. Segundo o gerente de Recursos Humanos da Vale, Saulo Prazeres, o Programa Formação Profissional (Trainee) é um dos programas Porta de Entrada da mineradora e tem como objetivo preparar profissionais da região para o mercado de trabalho.

“Esta iniciativa faz parte de uma série de esforços que estamos implementando para capacitar a mão de obra local e contribuir com o potencial de empregabilidade de trabalhadores no estado”, explica Saulo Prazeres.

Uma das mulheres em treinamento é Andreia Sousa de Jesus Pereira. Ele está sendo qualificadas na área de mecânica na mina de Carajás Serra Sul (S11D), em Canaã dos Carajás.

Com 24 anos, a moradora da Vila Américo Santana, zona rural de Canaã dos Carajás, comemora a primeira oportunidade de trabalho. “Antes de começar eu tinha apenas sonhos. Após ter esse recurso, essa ajuda, eu comecei a fazer investimentos num curso técnico e pude ajudar meu esposo, minha família e meus pais, que são humildes. Todo mês eu consigo dar uma ajuda para eles. E, para mim, isso é um motivo de muita alegria”, comemora Andreia, que detalha como sua emoção de estar pela primeira vez em campo.

“Foi um contato assim tipo imã. Quando eu cheguei na área eu já me agradei. Eu consegui enxergar que era realmente isso que eu queria. Foi uma conexão”, descreve.

Andreia lembra que muitos diziam que ia ser difícil, mas depois que iniciou os treinamentos e com o tratamento que recebe, viu que tudo é possível, quando se quer. “Mas aqui vi que a gente é muito bem-vinda, sendo quem você é. Basta ter respeito à diversidade, a inclusão, à segurança e agir com responsabilidade”, diz a trainee.

Tina DeBord- com informações da Vale