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Pará

Wirelink fortalece qualidade da internet na região de Carajás com anel óptico

Uma das maiores construtoras de redes para grandes operadoras no Brasil realiza evento em Marabá para celebrar novo momento com seus clientes

Provedores, órgãos de governo e clientes corporativos de internet da Wirelink Telecom na região Norte já estão comemorando o salto de qualidade oferecido pela empresa, considerada uma das maiores do segmento no Brasil. Na noite desta quarta-feira, 26, diretores da Wirelink receberam clientes no salão do Império Eventos, em Marabá, para apresentar as novas conquistas e anunciar projetos de melhoria para eles.

Para quem não sabe, a Wirelink é uma empresa cearense que surgiu há 16 anos como construtora de redes para grandes operadoras e recentemente deu um grande passo na consolidação de sua infraestrutura própria no Pará, qualificando melhor seus clientes, boa parte dos quais atua como provedor de Internet no sul e sudeste do Estado.

Adriano Marques, CEO da Wirelink, explicou que resolveu convidar os parceiros para compartilhar o novo momento, com o início da operação de um novo anel óptico, que tem de 2.300 quilômetros iluminados, abrangendo 27 cidades dos estados do Pará e Maranhão. Com isso, caso haja problema de corte de fibra óptica (o que ocorre ocasionalmente nesta região por fatores externos) o cabeamento de uma cidade acaba ajudando a outra, em função de uma ligação inteligente no chamado anel óptico.

Ele contou, ainda, que a nova rota utiliza tecnologia Dense Wavelength Division Multiplexing (DWDM), da Huawei, e tem capacidade para atingir velocidades de até 8Tbps. “A ideia foi atender as cidades do Pará e do Maranhão que não eram assistidas pelas grandes operadoras. Em paralelo, criamos uma nova rota entre Marabá e Imperatriz, atendendo cidades do Tocantins e protegendo também a rota entre Marabá e Imperatriz, onde não havia anel”, explicou Adriano Marques, sócio da Wirelink, que compartilhou as novidades acompanhado de Luiz Armando.

Ainda segundo ele, com esse projeto, a empresa ultrapassa 20 mil quilômetros de fibra – de rede própria, swap com outras operadoras e links contratados – em oito estados: além do Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Pará, Paraíba, Maranhão, Tocantins e Pernambuco.

Atualmente, a Wirelink tem uma carteira que atende empresas, ISPs e órgãos de governo. “Com as novas redes, a nossa expectativa é de crescer 30% no faturamento”, estima Marques.

O CEO ressaltou que a Wirelink tem forte atuação no mercado corporativo, destacando-se pela agilidade, preço e qualidade no atendimento. “Em nosso quadro de funcionários temos engenheiros e técnicos especializados para qualquer tipo de solução, seja em fibra óptica ou redes sem fio. Informação é, sem dúvidas, o grande diferencial competitivo do mercado e a internet hoje é o meio facilitador. Por isso, investimos em tecnologia, backbone, fibras ópticas, equipe especializada e sistemas de gestão de rede para que nossos clientes tenham sempre a melhor experiência de comunicação. Seja em Telefonia, Internet, Link Privado, Data Center ou Projetos Especiais, temos sempre a melhor solução com o menor custo para atender os segmentos a que nos predispomos”.

A empresa também atua, há três anos, no serviço de transporte internacional. Tem uma conexão de 70 gigabit GE entre Fortaleza (CE) e Miami (Estados Unidos). Para provedores de acesso à internet, segmento no qual está apostando este ano, a Wirelink oferece redes Metro Ethernet, DWDM, rádios digitais e fibras ópticas.

SERVIÇO APROVADO

Empreendedores presentes ao evento testemunharam sobre a melhoria significativa na entrega de sinal de internet e estabilidade do mesmo. É o caso de Alexander de Castro Reis, mais conhecido como Magela, do provedor Flexanet, de Parauapebas. Ele contou que atua no ramo há muitos anos, desde os tempos de internet via rádio e sofreu com operadoras que não faziam investimentos necessários para a melhoria dos serviços para a região, deixando os provedores locais, a população e as empresas em situação difícil. “Com a vinda da Wirelink, em 2013, os horizontes começaram a clarear, e nos últimos anos esta empresa realmente focou na melhoria da rede de fibra óptica para nossa região e agora está trazendo para a região serviço com mais qualidade e estabilidade”, celebra.

Magela reconhece que com o estabelecimento do anel óptico, os serviços da Wirelink melhoraram ainda mais. “Tenho certeza que teremos mais novidade por aí, pois as informações que tivemos no encontro em Marabá apontam para a instalação de novos anéis ópticos em um futuro próximo”, diz.

Em nome do FLEXANET e dos provedores que acreditaram na Wirelink, ficam aqui nossos agradecimentos.

Mariana Miranda, uma das proprietárias da Skorpionet, empresa provedora de internet em Marabá, testemunhou durante o evento desta quarta-feira como o sinal manteve-se mais estável a partir das mudanças implementadas pela Wirelink. “Isso é percebido, também, pelo cliente final, que mostra-se satisfeito com o serviço que oferecemos. Todos saem ganhando”, comemorou.

Wirelink em números

16 anos de atuação no mercado

20.000 km de fibra óptica

15.300 acessos de rede

100 Gb/s de capacidade de transporte DWDM

99,9% de disponibilidade de backbone

1,3 Tbps de tráfego IP gerenciado

8 estados atendidos

4 saídas internacionais do provedor

Tecnologia

Belém: Val-de-Cans é o sexto terminal da Infraero a ganhar internet grátis

O serviço dispõe de conexões rápidas e acesso simplificado por até uma hora, mas pode ser assinado

Passageiros e usuários do Aeroporto Internacional de Belém passam a contar, a partir desta terça-feira (28/8), com uma nova rede de Wi-Fi gratuita. A solução pretende atender à demanda por conectividade do viajante durante a espera do voo.

O serviço dispõe de conexões rápidas e acesso simplificado por até uma hora, mas quem precisar de velocidades ainda maiores poderá adquirir assinaturas nas modalidades de um dia ou mensal.

A facilidade faz parte do contrato firmado entre a Infraero e a empresa norte-americana Boingo Wireless, líder mundial no segmento, que opera as redes com a Ziva, empresa latino-americana de infraestrutura sem fio, reconhecida por suas soluções flexíveis de hardware e software.

As duas empresas foram selecionadas para o serviço após a apresentação de uma oferta conjunta à licitação conduzida pela Infraero. O acesso gratuito à internet será implantado em todos os 55 aeroportos da Rede Infraero até 2020.

Além de Belém, a rede Wi-Fi já está no ar nos terminais de Congonhas, Santos Dumont, Recife, Curitiba e Cuiabá.

Fakenews

Conselho de Comunicação vai apresentar proposta para combater notícias falsas nas redes sociais

O combate às fakes news vem sendo apontado como prioridade para o CCS

Uma das principais preocupações para as eleições de 2018, as fake news, notícias falsas disseminadas nas redes sociais, são tema de um anteprojeto que será apresentado na segunda-feira (5), às 14h, na primeira reunião do ano do Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional (CCS).

Desde a posse dos novos membros do Conselho de Comunicação Social, em novembro, o combate às fakes news vem sendo apontado como prioridade. A preocupação é que a rápida circulação de noticiário falso interfira diretamente na disputa eleitoral, desequilibrando o pleito e prejudicando candidatos e partidos.

O presidente do Senado, Eunício Oliveira, destacou na ocasião, a importância da participação de veículos de imprensa confiáveis no combate às notícias falsas:

“Quero ressaltar o empenho com que as empresas de comunicação têm se debruçado sobre formas de combater as chamadas fake news. Temos diante de nós um desafio global. Cada nação terá que encontrar a melhor forma de combater este fenômeno. Este conselho terá uma valorosa contribuição a oferecer”, afirmou Eunício ao dar posse ao novo Conselho.

Em dezembro, o CCS promoveu um seminário sobre o tema. O presidente do Conselho de Comunicação Social (CCS), Murillo de Aragão, e outros participantes do seminário Fake News e Democracia, afirmaram que a aplicação da Constituição é um meio de buscar evitar que a disseminação de notícias falsas prejudique o processo eleitoral de 2018.

COMO ACOMPANHAR E PARTICIPAR

Participe: http://bit.ly/audienciainterativa

Portal e-Cidadania: www.senado.gov.br/ecidadania

Alô Senado (0800-612211)

Como identificar Fake News

Precisamos saber identificar as Fake News. No mundo digital nos deparamos com uma quantidade impressionante de informações o tempo inteiro. Como saber, entre todas essas notícias, o que é real e o que é falso? Prestando um pouco mais de atenção, dá pra saber! Confira o guia com 5 passos para você identificar as Fake News no seu feed.

Mas você leu mesmo?

Um erro que cometemos muitas vezes é olhar para a manchete e já achar que entendeu o conteúdo da matéria. É aí que as Fake News ganham ainda maior relevância. Nunca, em hipótese alguma, compartilhe uma notícia antes de ler todo seu conteúdo. Algumas chamadas dizem uma coisa e o texto outra completamente diferente. Então, antes de qualquer coisa, leia o conteúdo.

De onde veio a notícia?

A maioria das Fake News são publicadas ou republicadas de sites pouco confiáveis, conhecidos por serem sensacionalistas ou tendenciosos. Procure se informar sobre o portal de onde vêm a notícia. Leia outras reportagens disponíveis no site, veja que tipo de informação costuma ser publicada por ele e se há indícios de outras Fake News na página. Caso encontre algum desses itens, pule fora. É cilada.

Como está escrita?

Fake News são escritas por fontes não confiáveis e veículos de comunicação não oficiais. Portanto é mais do que comum encontrar erros de ortografia e de formatação nos textos. Preste bastante atenção nesse detalhe. Claro, que mesmo em grandes portais, um erro ou outro pode escapar, porém se houver muitos erros e o texto parecer confuso, ou mal escrito. Pode carimbar: É FAKE.

Vamos dar um Google?

A melhor maneira de saber se uma notícia é real ou Fake News, é usar o nosso velho amigo: o Google. Pegue a chamada do artigo que você está com dúvida e pesquise no Google. Se não aparecer nenhum resultado, ou apenas em outros sites duvidosos (lembra que a gente tem q saber de onde vem a notícia?), desconfie. Espere por uma fonte oficial, como um ou mais grandes portais para ter certeza de que o fato é real.

Confira a data de publicação dos posts

Às vezes a notícia é real. Preenche todos os parâmetros que falamos aqui no post, mas ainda assim, se enquadra como um Fake News. Sabe por quê? Porque esquecemos de conferir a data. A notícia é sim real, mas foi dada há um ano, dois, muito tempo atrás, porém é republicada hoje e parece ser um fato atual. Fuja desses golpes. Preste atenção na data de publicação da reportagem no site de origem. Assim você não fica para trás.

Seguindo esses passos para identificar Fake News, você não vai mais acreditar em mortes de famosos que ainda estão vivos, ou acreditar naquela denúncia sobre certo político que ninguém sabe de onde veio. Ah, e lembre-se sempre de contar para seus amigos quando você se deparar com uma informação enganosa nas redes sociais deles. Assim, faremos uma internet melhor e livre de ciladas. (Senado)

Tecnologia

Redenção: Ministro lança Programa Internet para Todos no Sul do Pará

Iniciativa já investiu mais de 3 bilhões de reais em todo o território nacional

A cerimônia de apresentação aconteceu na manhã deste sábado, 24, no Plenário da Câmara Municipal de Redenção e reuniu centenas de pessoas, como o Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, Gilberto Kassab, entidades políticas, como prefeitos e vereadores da região Sul do Pará, secretários de governo, além de empresários e a sociedade civil.

O programa é uma iniciativa do Governo Federal e tem como objetivo promover o atendimento a localidades e distritos onde inexista oferta de acesso à internet em Banda Larga, por meio do Programa Governo Eletrônico – Serviço de Atendimento ao Cidadão – GESAC.

“Esse momento é histórico, quando conseguimos trazer o ministro para lançar esse programa, e claro, estou lisonjeado com essa novidade. Há 5 anos nós pagávamos cerca de 8 mil reais para termos Internet em nossa empresa, e hoje a gente vê que esse recursos, essas torres, Internet por fibra ótica serão retiradas, serão deixadas para trás, e as grandes empresas certamente terão custos menores e em razão dessa nova tecnologia, iremos ser privilegiados com a instalação de novos geradores de emprego na nossa região, e isso vai dar um ‘bum” no sul do Pará”, declarou o prefeito de Redenção, Carlo Iavé.

Internet em RedençãoO deputado federal, Joaquim Passarinho, PSD, disse que a região precisava de boas novas e declarou que a comunicação hoje é prioridade para a sociedade. “As pessoas aqui dessa região não têm tido direito à comunicação. Se sairmos dez quilômetros do núcleo urbano já não temos mais como nos comunicar. Antigamente, se falava em saúde e educação, hoje, o primeiro ponto é a comunicação, precisamos nos comunicar. As pessoas precisam ter o direito de se comunicar com o mundo, e nós agora teremos esse direito. O sul do Pará precisava de boas novas”, finalizou o deputado.

O Internet Para Todos, segundo o Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, levará banda larga para escolas, hospitais e localidades sem conectividade a partir do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações estratégicas (SGDC), em órbita desde maio de 2017.  Desde sua fase de implantação no Brasil, foram investidos mais de 3 bilhões de reais e o programa funcionará por meio de convênios com as prefeituras.

“Hoje nós estamos fazendo aqui o lançamento do programa que poderá instalar até 200 antenas por dia, com isso, atender à todas as localidades que hoje não conseguem estabelecer comunicação alguma. Queremos alcançar a todos os lugares e proporcionar uma maior comodidade para a população”, afirmou Kassab.

O deputado estadual Gesmar Costa (PSD) disse que ” o programa de acessibilidade à banda larga trará agricultura de precisão às áreas rurais, melhorando a eficiência da produção rural e conectará a população dessa região do Estado ao mundo, garantindo a inclusão social e, consequentemente, a melhoria na qualidade de vida da nossa gente”.

Logo após o evento, o ministro, em companhia dos deputados Gesmar Costa e Joaquim Passarinho, participou de uma reunião com correligionários políticos da região.

T. I.

Pará estuda modelo para abrir rede corporativa a provedores

Municípios com mais de 100 mil habitantes serão priorizados na primeira etapa

Ao apresentar os planos do governo do Pará para a evolução de sua rede corporativa, que até o final do ano vai interligar com fibra óptica 94 dos 144 municípios do estado, Theo Flexa, presidente da Prodepa, a empresa de TICs estadual, anunciou que a empresa já recebeu demandas por parte dos provedores regionais de internet e está em fase de definição do melhor modelo jurídico para estabelecer parceria. Ele assegurou aos participantes do Encontro Provedores Regionais, realizado ontem, 3, em Belém pela Bit Social, que o governo estadual vai compartilhar capacidade de sua rede corporativa com os provedores regionais.

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Theo Flexa, presidente da Prodepa

“Certamente o primeiro trecho da rede que vamos compartilhar com os provedores de internet é o cabo óptico que interliga Barcarena (continente) a Ponta das Pedras, na ilha do Marajó”, disse Flexa, lembrando que essa rota foi construída em parceria com a Celpa, empesa de energia elétrica. “Vamos levar a fibra a outros municípios na ilha e os provedores poderão usar a capacidade da rede para atender a uma população que é extremamente carente”, afirmou.

Flexa lembrou que a rede da Prodepa, em dez anos, evoluiu muito. Passou de um projeto, o Navegapará, a uma rede corporativa compartilhada entre órgãos estaduais, federais e municipais, multifacetada, onde os custos de manutenção são rateados e os investimentos, nem tanto. Quem tem mais orçamento, contribui mais na expansão da rede. A tarefa da Prodepa é interligar os órgãos de governo e pontos de atendimento público, como escolas, postos de saúde, delegacias.

Como o objetivo de interligar com fibra óptica os 144 municípios do estado não é tarefa para um governo, dadas a dimensão geográfica do Pará e a dispersão populacional, Theo Flexa disse que, na atual fase, priorizou-se os municípios com mais de 100 mil habitantes. Deste grupo, sobram dois desafios, disse: São Felix do Xingu e Cametá, atendidas só por rádio. “Se alguém aqui na plateia tive rede de fibra lá, a gente pode estudar uma parceria”, disse ele.

Para avançar em direção ao interior, a Prodepa tem três parcerias estratégicas com empresas de energia elétrica – Eletronorte, Celpa e Isolux – e ainda com a Telebras, no projeto Xingu Conectado. Na área metropolitana de Belém, está sua parceria mais antiga com a RNP, que administra a rede acadêmica. A Metrobel já tem cerca de 300 km, se incluída a última milha. Hoje, o estado conta com mais quatro redes metropolitanas da comunidade acadêmica: Santarém, Marabá, Altamira e Castanhal.

Banda larga

Empresa vai fornecer cerca de 400 KM de fibras ópticas para levar conexão de alta velocidade a 12 municípios do estado do Pará

A rede de banda larga, que vai beneficiar cerca de 600 mil pessoas, contará com uma capacidade de 10 Gbps expansíveis. Toda a infraestrutura será compartilhada com as operadoras e provedores da região.

A Prysmian Brasil, líder global em cabos e sistemas para os setores de energia e telecomunicações acaba de fechar um contrato de R$ 2,5 milhões com a Ômega para o fornecimento de fibras ópticas em um projeto que levará internet banda larga a 12 municípios do Pará, na região amazônica do Xingu.

Trata-se do projeto Xingu Conectado, desenvolvido pela Telebras e Prodepa – Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará -, em uma ação entre o governo federal e o estado do Pará para implantar uma rede de fibras ópticas de alta capacidade de cerca de 400 quilômetros, para interligar os municípios de Altamira, Anapu, Brasil Novo, Gurupá, Medicilândia, Pacajá, Placas, Porto de Moz, Senador José Porfírio, Uruará, Vitória do Xingu e São Feliz do Xingu.

A rede de banda larga, que vai beneficiar cerca de 600 mil pessoas, contará com uma capacidade de 10 Gbps expansíveis. Toda a infraestrutura será compartilhada com as operadoras e provedores da região.

Os cabos ópticos são produzidos na planta da Prysmian em Sorocaba (SP) e a entrega deverá ser concluída ainda em setembro deste ano. “A participação da Prysmian neste importante projeto reforça ainda mais nossa posição de liderança no mercado de fibras ópticas, além de ser um reconhecimento pela capacidade de inovar e entregar soluções completas aos nossos clientes”, comenta Reinaldo Jeronymo, diretor de telecomunicações da Prysmian Brasil.

O Grupo Prysmian é líder mundial na indústria de sistemas de cabos de energia e telecomunicações. Com quase 140 anos de experiência, vendas de cerca de € 7,5 bilhões em 2016, mais de 21 mil funcionários em 50 países e 82 fábricas, o Grupo está fortemente posicionado em mercados de alta tecnologia e oferece a mais ampla gama de produtos, serviços, tecnologias e know-how. Para o setor de telecomunicações, o Grupo fabrica cabos e acessórios para transmissão de voz, vídeo e dados, oferecendo uma ampla gama de fibras ópticas, cabos ópticos e cobre e sistemas de conectividade. Prysmian é uma empresa pública, listada na Bolsa de Valores italiana no índice FTSE MIB.

Parauapebas

CarajásNet investe em tecnologia e disponibiliza novos serviços aos seus clientes

Ao completar dez anos, a empresa inova ao fornecer serviços de TV por assinatura

O provedor de internet CarajásNet completou na última sexta-feira (7), dez anos de atuação no mercado parauapebense, empregando diretamente 70 profissionais. Seu proprietário, o baiano Alan Carneiro Pinheiro, de 36 anos, mostra desde cedo seu talento para o empreendedorismo. “Quando eu era pequeno queria um videogame novo e meu pai disse que não iria me dar. Perguntei a ele se eu poderia então alugar o meu, para tentar conseguir dinheiro e comprar um novo; ele permitiu e assim eu fiz. Foi como surgiu o meu primeiro negócio: uma locadora de games. Consegui uma renda que dava para comprar até dois videogames novos”, compartilhou o empresário.

Natural de Feira de Santana, aos dois anos de idade Alan mudou-se para o interior do Maranhão, onde ficou até os quinze anos. Em seguida, foi estudar na capital do estado. Alguns anos depois, abriu uma loja de celulares em Marabá e, em 2006, uma unidade em Parauapebas. Foi quando percebeu a demanda de mercado para provedor de internet na cidade.

Ele conta que a internet se fazia necessária para um melhor atendimento dos clientes nas lojas de celulares, e sua insatisfação com os serviços disponíveis na cidade o levaram ao investimento. “Fiz alguns contatos e pesquisei o segmento; entendi que valeria a pena investir em um provedor, e assim o fiz”. Inicialmente, o plano era atender apenas as suas lojas, mas, em função da carência em Parauapebas, passou a prestar serviços como provedor de internet e a empresa começou a crescer cada vez mais.

O que seguiu foi a decisão de abrir mão das lojas de celulares, tomada tanto pelo sucesso do provedor, quanto em função das perdas decorrentes de roubos. “Sofremos três assaltos em nossas lojas em 20 dias; decidi fechar. Assumimos as dívidas da loja de celular, o que nos atrapalhou um pouco no novo negócio, mas depois de dois anos conseguimos nos recuperar e, de fato, investir, ” explica Alan.

Novos investimentos e serviços

Para comemorar os 10 anos de existência, a empresa disponibiliza à Parauapebas internet de ultra velocidade, possível graças à distribuição de mais de 600 quilômetros de cabos de fibra ótica em toda a cidade e outros 200 quilômetros interligando Parauapebas à Marabá.

A partir de agora, os clientes dos bairros Cidade Nova, União, Primavera, Chácaras, Maranhão, Liberdade I e II e Rio Verde terão acesso de até 100 megabytes de internet. “Em alguns casos, estamos multiplicando em até 10 vezes o que está sendo entregue, com o mesmo preço”, informa Alan Carneiro, detalhando que o processo de mudança do sinal – de antenas via rádio para fibra ótica – já começou.

De acordo com o empresário, nos próximos meses os bairros da Paz, Guanabara, Beira Rio I e II, Park dos Carajás, Loteamento Amazônia, Novo Brasil, Paraíso e Wtorres também contarão com serviço de internet de alta velocidade. Os investimentos possibilitarão a oferta de serviços de telefonia fixa e, em 90 dias, TV por assinatura – onde será possível assistir às emissoras locais e canais abertos até em smartphones. A partir de janeiro de 2018, os canais fechados serão disponibilizados. “Testes de campo já estão sendo feitos,” afirma o empreendedor.

Para garantir a estabilidade e disponibilidade do sinal, a empresa está concluindo uma segunda rota de 450 quilômetros de cabos de fibra óptica até Imperatriz, no Maranhão. “Fizemos assim para que, caso haja um problema no fornecimento em Marabá, tenhamos fonte alternativa em Imperatriz”, explicou Alan.

Recebimento do Prêmio Empresário do Ano

O CarajásNet foi o ganhador do Prêmio Empresário do Ano 2017, entregue pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) da cidade, graças à sua história de empreendedorismo e aos investimentos para oferecer à população atendimento de qualidade e internet com mais velocidade para seus clientes. Ganhou ainda, por mais um ano, a estatueta Deusa da Fortuna, durante o mérito lojista desse ano. A coleção de prêmios recebidos pela empresa é uma prova de que os clientes estão satisfeitos com os serviços prestados, uma vez que a escolha das melhores empresas por segmento é feita através do voto popular. “Agradeço à população de Parauapebas, que nos recebeu de braços abertos, e aos funcionários da empresa sem os quais não seria possível o nosso sucesso,” reconhece o proprietário.

Brasil

Cara e ruim, internet brasileira está nas mãos de três grupos

Se a concorrência garante a qualidade dos serviços, os serviços de telecomunicações no Brasil estão longe de ter sua eficiência garantida. De acordo com dados da Teleco, três grupos concentram 85% das conexões fixas de banda larga no país.

Essa situação de oligopólio significa que os consumidores têm poucas opções na hora de escolher um plano de internet para sua casa. Além disso, ela facilita que esses poucos grupos ajam de maneira coordenada para impor suas condições ao mercado, como no caso da limitação das franquias de banda larga fixa, sem dar alternativa aos consumidores.

E, de fato, esse arranjo de mercado não favorece a qualidade do serviço. Segundo uma pesquisa da Akamai, a internet brasileira é uma das mais lentas do continente e fica na 88ª posição no ranking global. Isso tudo por preços que não são muito diferentes dos que são praticados em países mais desenvolvidos como Estados Unidos, Irlanda e Coreia do Sul.

Concentração excessiva

De acordo com a ABRINT (Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações), vários indicadores também comprovam a ineficiência desse arranjo, que o presidente da ABRINT, Erich Rodrigues, chama de “concentração excessiva”. Atualmente, segundo Rodrigues, 5% dos municípios brasileiros concentram 77% dos pontos de acesso a banda larga.

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Além disso, Rodrigues ainda considera que a recuperação judicial da Oi deixa essa questão ainda mais evidente. A empresa, com uma dívida de mais de R$ 65 bilhões, obrigou a Anatel a intervir para proteger seus clientes. Nessa situação, “a empresa claramente não tem mais como investir para melhorar seu atendimento”, ressalta Rodrigues. “Não era para ter mais dúvida do poder público de que essa situação é ruim pro mercado”, opina.

Falta de crédito

A ABRINT representa os provedores menores e regionais, que aparecem nesse cenário como uma alternativa às operadoras maiores. No entanto, de acordo com Rodrigues, essas empresas menores ainda enfrentam diversos desafios para competir com as operadoras tradicionais.

O principal desses desafios, segundo Rodrigues, é a dificuldade de acesso a linhas de crédito. Enquanto que grandes operadoras como Vivo e Oi têm acesso às linhas de crédito dos bancos públicos, as empresas menores ainda não dispõem de recursos semelhantes.

Essa situação é especialmente complicada pelo fato de que as operadoras menores precisam investir em infraestrutura, como a instalação de cabos de fibra óptica. No entanto, elas são vistas pelos bancos públicos como prestadoras de serviço: por isso, tem acesso a menos opções de crédito. Isso as obriga a arcar com o custo do investimento em infraestrutura sem o auxílio de um banco público, por exemplo.

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Disputa por postes

As condições desiguais de ocupação dos postes são outro empecilho ao crescimento das operadoras menores. O Brasil ainda utiliza os postes da rede elétrica para espalhar a sua rede de telecomunicações. No entanto, as empresas que queiram usar os postes para difundir suas redes precisam pagar.

Nesse ponto é que existe a desigualdade, segundo Rodrigues. As empresas tradicionais têm “acordos históricos” de ocupação dos postes, e chegam a pagar menos de um real por mês por posição no poste. Em São Paulo, por outro lado, esse valor pode chegar a doze reais mensais para novos acordos. “Esse valor gera monopólio, ele é uma barreira à competição”, opina Rodrigues.

Ponto por ponto

Como mencionado acima, 5% das cidades do Brasil concentram 77% dos acessos de banda larga. Dos 95% restantes, Rodrigues considera que 80% são mercados ideais para os provedores regionais. Esses municípios não são grandes o suficiente para gerar interesse das grandes empresas de telecomunicações, mas têm uma demanda que pode interessar operadoras menores. OS outros 15%, segundo o presidente da ABRINT, exigiriam subsídio do governo para se integrar à rede.

A atuação dos provedores regionais, porém, não seria um mero “tapa-buracos” até que Oi, Vivo ou Grupo Claro chegassem à região. “As operadoras grandes não ‘matam’ necessariamente as pequenas”, opina Rodrigues. Ele cita como exemplo a Cabo Telecom, que opera na região nordeste e “fica na frente da NET”.

Outros exemplos citados por Rodrigues são a FasterNet, que atua no interior do estado de São Paulo, e a Copel Telecom, presente no Paraná. Além disso, ele também menciona a Viattiva, empresa de telecomunicações que criou uma infraestrutura de fibra óptica por toda a cidade de Amparo, no interior de São Paulo.

Fonte: Olhar Digital