Desembargadora Luzia Nadja Nascimento presidirá o TJPA no biênio 2013/2014

Em sessão do Pleno desta quarta-feira, 31, a desembargadora Luzia Nadja Nascimento foi eleita presidente do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) para o biênio 2013/2014, na presença dos 29 …

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Em sessão do Pleno desta quarta-feira, 31, a desembargadora Luzia Nadja Nascimento foi eleita presidente do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) para o biênio 2013/2014, na presença dos 29 desembargadores que atualmente compõem a Corte. Também foram eleitos o desembargador Cláudio Montalvão para a vice-presidência; o desembargador Ronaldo Valle para a Corregedoria das Comarcas da Região Metropolitana de Belém; a desembargadora Maria de Nazaré Saavedra para a Corregedoria das Comarcas do Interior. Já os desembargadores Vânia Silveira, Helena Dorneles, Roberto Moura e Vera Araújo foram eleitos para integrar o Conselho da Magistratura, que ainda é composto pelo presidente, vice-presidente e corregedores.

O novo corpo diretivo do TJPA tomará posse no primeiro dia útil de fevereiro do próximo ano. Os eleitos substituirão a gestão do biênio a expirar, presidido pela desembargadora Raimunda Gomes Noronha, tendo na vice-presidência a desembargadora Eliana Abufaiad, e nas Corregedorias as desembargadoras Dahil Paraense de Souza, das Comarcas da Região Metropolitana, e Maria de Nazaré Gouveia, das Comarcas do Interior. As magistradas também compõem o Conselho da Magistratura, juntamente com os desembargadores Maria de Nazaré Saavedra Guimarães, Leonam Gondim da Cruz Junior, Gleide Pereira Moura e José Maria Teixeira do Rosário, que terão os substitutos eleitos na mesma ocasião.

O processo eleitoral observou o ritual regimental e contou com a participação dos 29 desembargadores que atualmente compõem a Corte, estando aberta a 30ª vaga, decorrente da aposentadoria da desembargadora Maria do Carmo Araújo Silva, a ser preenchida pelo critério de merecimento. Os candidatos aos diferentes cargos diretivos do TJPA se autoapresentaram após a abertura da sessão plenária, sendo procedida na sequência a votação para cada um desses cargos, através de cédula única

Nova gestão – A presidente eleita do TJPA ingressou no Judiciário por meio de Decreto Governamental, de 24 de março de 2003, ocupando vaga correspondente ao quinto constitucional, como membro do Ministério Público para ocupar o cargo de desembargadora, tendo sido empossada em 8 de abril de 2003. A magistrada já integrou o Conselho da Magistratura e foi Corregedora de de Justiça da Região Metropolitana de Belém, durante o biênio 2007/2008. Além disso, foi presidente da a CEJAI (Comissão Estadual Judiciária de Adoção Internacional do Estado do Pará) e atual gestora do Sistema de Gestão de Processos Judiciais (Libra).

A desembargadora também foi integrante de várias comissões, entre elas a Comissão de Informática e a Comissão do Concurso Público (2006), Comissão de organização judiciária e regimento, assuntos administrativos e legislativos (2007).

No Ministério Público, começou a carreira em 1983 como promotora de justiça de 1ª Entrância. Foi promovida pelo critério de merecimento para o cargo de Promotora de Justiça de 2ª entrância em 1986 e chegou a 3ª entrância, por merecimento, em 1990. Seis anos depois, ascendeu ao cargo de Procuradora de Justiça pelo critério de antiguidade.

Durante o período que permaneceu no MP, implantou e coordenou o Centro de Apoio Operacional de Defesa Comunitária e da Cidadania; coordenou a implantação do Programa “O Ministério Público e a Comunidade”, além de ter dirigido a Secretaria Geral do Ministério, por designação do Procurador-Geral e Justiça, no período de 1999 a 2003.

A presidente eleita disse que deseja a participação de todos os desembargadores em sua gestão, destacando que o mais importante era beneficiar os jurisdicionados, prestando-lhes serviços de qualidade. A magistrada também falou que pretende dar atenção especial à área de Tecnologia da Informação, que já vem recebendo investimentos desde gestões passadas. “Quero fazer uma gestão direcionada para os nossos jurisdicionados”, afirmou.

Fonte: TJ-PA

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