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Parauapebas

Cinco mortes no fim de semana em Parauapebas

Na tarde deste domingo, 12, três integrantes de um bando que se preparava para atacar a Prosegur morreram em confronto com a PM. No sábado, 11, uma mulher e um rapaz foram executados a bala

Três homens apontados como integrantes de uma quadrilha que estava se organizando para assaltar a Prosegur morreram por volta das 16h45 deste domingo (12), em Parauapebas, ao enfrentarem uma guarnição da Polícia Militar. O tiroteio se deu dentro de uma casa alugada pelo bando, na Rua 15, Bairro Amazônia, em frente à empresa guardadora de valores.   A PM recebeu informação anônima de que seis desconhecidos, em atitude suspeita, estavam no imóvel. A informação foi recebida ao mesmo tempo em que os policiais procuravam uma camionete roubada na noite de ontem, sábado (11).

Ao chegarem ao endereço, os PMs encontraram a camionete, reconhecida posteriormente pelo dono, que reconheceu também os três indivíduos que tomaram dele o carro. Quando entraram na casa, os policiais militares foram recebidos a bala, conforme relato do tenente Freitas. Durante a refrega, três morreram e três conseguiram fugir pulando o muro da casa, um deles baleado.

Além da camionete, a polícia encontrou na casa parte dos objetos roubados da residência do dono do carro, dois cilindros de gás que, conforme Freitas, certamente seria empregado para cortar o cofre, uma pistola calibre 380, um revólver calibre 38 e uma imitação de pistola.

Na casa também foram encontrados muitos sacolas com lixo, pois, segundo informações da vizinhança, os moradores evitavam ao máximo sair na rua, assim como não se comunicavam com os vizinhos, fatos esses que chamaram atenção da comunidade e levantaram suspeitas: “A comunidade tem sido nossa grande parceira, nos passando esse tipo de informação”, reconhece o tenente Freitas.

Nenhum dos três mortes portava documento de identidade, mas, a PM levantou que um é do Estado de Rondônia, outro, de Goiás e um terceiro de Marabá. Descobriu ainda que essa era apenas uma parte da quadrilha, pois mais indivíduos estariam chegando a Parauapebas com dinamite e armamento pesado, como fuzis, entre outros. Freitas disse também que eles contavam com a ajuda de bandidos de Parauapebas que lhes serviam como guia, no reconhecimento da cidade e os primeiros levantamentos antes da ação criminosa.

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Duas mortes no sábado

 

Nas primeiras horas da manhã de sábado (11), Jadson Oliveira da Silva, 19 anos, estava com a mulher dele em um bar da Rua Cláudio Coutinho, Bairro da Paz, onde ocorria uma festa, quando um desconhecido chegou e disparou vários tiros contra o rapaz, um deles na cabeça. Segundo a mulher, ele era traficante de drogas e integrante do Comando Vermelho, o que leva as autoridades a suspeitarem que a motivação do crime foi acerto de contas.

Também ontem, na Invasão Nova Carajás, por volta das 11h30, Graciete Franco Vasco, 42 anos, foi assassinada a tiros e, ao lado do corpo dela, foi encontrada uma faca. Uma testemunha contou que logo após os tiros, viu um homem se afastando e dizendo: “Não queria ter feito isso com ela”.

Joice Vasco Reis, filha de Graciete, revelou que a mãe sofria de distúrbio mental e transtorno bipolar e também era viciada em drogas e bebida alcoólica. Contou também que Joice costumava cometer pequenos furtos para sustentar o vício, mas, quando os donos dos objetos roubados procuravam saber onde ela havia vendido, a mulher mostrava o local onde havia deixado penhorado o objeto em troca de entorpecentes.

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