Adventistas oferecem cuidados para os vivos no Dia de Finados

Voluntários aproveitaram a presença de milhares de pessoas no Cemitério Jardim da Saudade e prestaram vários serviços de saúde
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Um batalhão de voluntários que se junta para oferecer serviços de saúde e cuidados para os vivos que, no Dia de Finados, comemorado no dia 2 de novembro, estiveram no Cemitério Jardim da Saudade, em Parauapebas.

Os serviços foram oferecidos pela ASA – Assistência Social Adventista, um departamento da Igreja Adventista do 7º Dia, tendo como objetivo despertar as pessoas para os cuidados com a saúde. Assim, ao aferir a pressão ou medir a glicose as pessoas podem notar os primeiros sinais de que a saúde precisa de atenção e corrigir os hábitos podendo reverter a hipertensão ou diabetes.

Além desses serviços foi oferecida também massoterapia, com a intenção de reverter o estresse adquirido pelas preocupações do dia-a-dia; e atendimento psicológico e psicanálise com a intenção de confortar pessoas ainda inconformadas com a perda de um familiar.

A voluntária Antonia Rodrigues Lima é uma das coordenadoras do Programa Bálsamo, que, segundo ela, foi criado há 10 anos com o objetivo de auxiliar as pessoas tanto no campo da saúde física quanto espiritual. “Fazemos voluntariamente esse trabalho nem só aqui neste dia, mas em diversos eventos durante o ano e ainda de forma excepcional, buscando melhorar a cada dia além de alcançar um número maior de pessoas”, conta ela, explicando que os profissionais voluntários são todos da denominação religiosa.

O espaço, coberto por tendas, é aconchegante para receber as mais de 5 mil pessoas que ali são atendidas; tendo a disposição, além de chás de gengibre, cidreira e cravinho, cevada, biscoitos e água.

Além dessas ações, de acordo com a voluntária, a Igreja Adventista do Sétimo Dia, por meio da Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA), arrecada mantimentos, roupas e remédios para os flagelados de guerras, desastres naturais e outras catástrofes; trabalhando em cinco frentes: segurança alimentar, desenvolvimento econômico, educação básica, saúde primária e preparo e resposta a situações de emergência.

“Nos relatórios de 2004, a ADRA reportou assistência a 24 milhões de pessoas, com aproximadamente 159 milhões de dólares investidos. A agência já conta em seu staff com mais de 6 mil funcionários. E desde 2007 já opera em 125 países”, detalhou Antonia Rodrigues.  

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