A Polícia Civil do Pará (PCPA) deflagrou, nesta quinta-feira (20), a sétima fase da operação “Ponto Crítico” para cumprir mandados judiciais de prisão e de busca e apreensão no interior paraense. Até o momento, mais de 120 pessoas foram presas. Um total de 435 policiais civis que atuam nas Superintendências Regionais vinculadas à Diretoria de Polícia do Interior (DPI) estão nas ruas para o cumprimento de mais de 100 ordens judiciais expedidas.
A ação é realizada em 74 municípios. Além das prisões, foram apreendidos três veículos, celulares, drogas, armas caseiras, simulacros, joias e documentos. De acordo com o Temmer Khayat, delegado-geral adjunto da PCPA, a operação foca na manutenção da ordem e da segurança nas cidades.
“Nós destacamos 435 policiais civis para atuar na operação, mostrando a integração da instituição e o trabalho de inteligência desenvolvido para localizar os alvos que estavam com mandados de prisão em aberto por diversos crimes”, ressaltou ele.
“O ‘Dia D’ da operação foi nesta manhã de quinta-feira (20), mas desde o início desta semana as diligências começaram, para que pudéssemos garantir a prisão dos alvos com êxito e evitar uma possível fuga. Esta é mais uma operação exitosa da PCPA, que contou com a participação de policiais de todas as superintendências regionais do interior”, completou Khayat.
A PCPA desenvolve um trabalho constante no combate ao crime organizado. “A operação segue em andamento em todo o interior para que sejam cumpridos o maior número de mandados judiciais, demonstrando, mais uma vez, o forte trabalho realizado pela Polícia Civil para garantir a repressão qualificada dos crimes e a desarticulação de grupos criminosos que tentam se manter no Pará”, destacou o delegado Hennison Jacob, titular da DPI.
Todos os presos foram conduzidos às unidades policiais, onde foram realizados os procedimentos legais cabíveis, ficando à disposição do Poder Judiciário. A ação tem o apoio da Corregedoria da Polícia Militar. As investigações prosseguem para o completo esclarecimento dos fatos e a responsabilização de todos os envolvidos.
(Fonte: Polícia Civil do Pará)












