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política

Tucuruí: Vereadores decidem sobre cassação de prefeito afastado Artur Brito nesta quarta-feira

Artur Brito foi afastado por 90 dias pela Câmara de Vereadores no dia 1° de dezembro de 2017

Uma sessão extraordinária, marcada para quarta-feira (24), deve definir o futuro do prefeito afastado Artur de Jesus Brito (PV). A sessão acontece às 9h no plenário Henrique Bonna, em Tucuruí. Artur Brito foi afastado por 90 dias pela Câmara de Vereadores no dia 1° de dezembro de 2017 por nove votos a favor e quatro contras.

Uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) foi instalada pela Câmara para apurar a denúncia feita pelo então vereador Weber Galvão (MDB), irmão do prefeito assassinado Jones William, e que hoje ocupa a pasta da Saúde em Tucuruí. Artur é acusado de improbidade administrativa junto ao Legislativo e à Justiça, já que o juiz Pedro Henrico de Oliveira, da 1ª Vara Cível de Tucuruí, já o havia afastado por 180 dias desde 13 de novembro, pela mesma suspeita de improbidade administrativa.

Na denúncia, Weber Galvão, é incisivo em afirmar que Artur Brito foi beneficiário direto após o assassinato de Jones William. Constam ainda denúncias de infração política, decoro e moralidade já que sua mãe, Josenilde Brito, é suspeita de ser a mandante do assassinato do prefeito. A abertura da CPI, em caráter de urgência, foi aprovada separadamente por unanimidade pelos vereadores o que deu possibilidade de defesa ampla do acusado por beneficiamento direto pela morte do seu antecessor Jones William (PMDB).

Compõem a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) os vereadores Francisco Vieira, o relator Gualberto Neto e o presidente Antonio Joaquim Cunha (Pepino).

No inquérito criminal não foi confirmado o envolvimento de Artur Brito e em parecer expedido em 8 de janeiro, o subprocurador geral da República, Rodrigo Janot, recomenda a anulação de todos os atos processuais do juiz de Tucuruí, José Leonardo Vasconcelos, na investigação da Polícia Civil do Pará sobre a morte do prefeito de Tucuruí, Jones William, ocorrida em julho do ano passado.

Janot diz que o caso não poderia ser julgado por um juiz de primeira instância, pois há indícios de participação do atual prefeito de Tucuruí, Arthur Brito, o que ainda deve ser apurado.

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