Traficante preso ia derramar mais de 1 kg de cocaína e supermaconha na cidade

Gringo disse ter recebido as drogas de um fornecedor de Marabá. Ele foi preso em flagrante, nas proximidades do terminal das vans
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Não fosse a ação rápida da Polícia Militar, na madrugada de ontem, quinta-feira (1º), 1,121 quilo de cocaína e 507 gramas de skank, a supermaconha, seriam derramados neste fim de semana nas baladas de Parauapebas. Quem carregava as drogas em uma mochila era o indivíduo Jefferson Santana da Cruz 28 anos, que foi preso próximo do terminal das vans.

Acontece que, ao perceber a aproximação de um veículo policial, Jefferson mostrou inquietação e tentou livrar-se da mochila, mas não houve tempo. Ele foi imediatamente abordado e, nas bolsas, os policiais encontraram as drogas. Sem saída, o traficante confessou que os entorpecentes pertenciam a ele e que havia recebido os pacotes de uma pessoa cuja identidade disse não saber, mas que havia chegado de Marabá. Também conhecido como Gringo, ele foi conduzido, junto com as drogas, para a Delegacia de Polícia Civil.

O que é skank?

Skank (também conhecida como supermaconha e skunk) é uma droga mais potente que a maconha, ambas são retiradas da espécie Cannabis sativa e, por esse motivo, possuem em suas composições o mesmo princípio ativo – THC (Tetra-hidro-canabinol).

No skank há um índice de THC sete vezes maior que na maconha. A porcentagem chega até 17,5%, sendo que na maconha é de 2,5%. Sendo assim, a quantidade necessária para entorpecer o indivíduo é bem menor, mas o efeito no organismo bem mais devastador.

Seu uso leva a alterações da serotonina e da dopamina no organismo, e fazem o indivíduo ter dificuldades de concentração por provocar danos aos neurônios. Provoca também lapsos de memória e afeta a coordenação motora.

(Caetano Silva)