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Parauapebas

Profissionais de dança se reúnem para criar associação em Parauapebas

Eles acreditam que, reunidos em uma entidade, terão mais visibilidade e força para reivindicar do Poder Público políticas culturais e projetos voltados para essa importante arte

Encabeçada pelo professor de dança Carlos Henrique Monteiro, aconteceu, no último sábado (4), a primeira reunião de dirigentes de grupos e profissionais de dança de Parauapebas, a fim de gestar a criação da Associação de Dança do município. Ele defende que os grupos, reunidos numa entidade séria e legalizada, terão muito mais força para reivindicar do Poder Público mais investimentos no setor, como capacitação, cursos de dança e projetos culturais voltados para essa arte.

Carlos Henrique é professor de dança há 15 anos, 12 deles em Tucuruí e o demais em Parauapebas, onde vem notando que os diversos grupos, em geral, trabalham isoladamente e para plateias muito restritas ao meio em que convivem, como parentes, amigos, colegas de trabalho, não tendo assim grande visibilidade.

Carlos Henrique afirma ainda que foi informado de que está sendo criada a Companhia Municipal de Dança e lembra que, com uma associação, “formada com identidade e respeito dentro do município”, os projetos que forem desenvolvidos por um governo não serão esquecidos pelo governo seguinte, “como acontece em quase todos os municípios do Brasil” onde um gestor, por questões meramente políticas, não da continuidade ao trabalho do antecessor.

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“Queremos políticas públicas voltadas para a comunidade, para a sociedade, para a criança e ao adolescente. E o Poder Púbico deve ter a obrigação de nos ajudar, com ou sem apoio político da nossa parte, criando leis do incentivo à cultura”, enfatiza Carlos Henrique.

Da reunião de sábado, proposta pelo Conselho Municipal de Políticas Culturais (CMPC), onde os agentes culturais envolvidos com o segmento da dança manifestaram seus anseios e necessidades, saíram os seguintes encaminhamentos: 1 – Políticas públicas voltadas para o coletivo da dança municipal; 2 – Reflexões sobre a formação artística dos envolvidos, com a dança na terra do minério; e 3- Criação de uma entidade que lute pelo segmento e o represente como um todo.

Essas e outras propostas deverão ser discutidas e analisadas em uma nova reunião, ampliada, da categoria, marcada para o próximo sábado (11), às 19 horas, na Rua Gabriel Pimenta, 50 (atrás da Loja Maranata) Bairro Rio Verde.

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