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Polícia Militar prende autor de latrocínio em Jacundá

Natan Mesquita da Silva, 18 anos, conhecido como “Neguinho do Buriti”, está preso e à disposição da Justiça. O comparsa dele, identificado como Luilton, está foragido. A dupla é autora de um crime de latrocínio praticado na madrugada desta sexta-feira, 8, no Aeroporto de Jacundá, onde perdeu a vida do servidor público municipal Genivaldo Araújo da Silva, 39.

Ao ser preso por uma equipe de policiais militares da 18ª Companhia Independente de Polícia Militar, “Neguinho do Buriti” relatou que a intenção da dupla era roubar a moto do homem, uma CB 300, que foi encontrada escondida num matagal próximo à cena do crime. “Mas o Luilton tacou um pedaço de pau nele, e depois que ele [Genivaldo] caiu, eu meti a faca na barriga dele”, relatou friamente.

Genivaldo estava seguindo para sua casa, localizada no Residencial Buriti, onde os latrocidas moravam, quando foi surpreendido por volta de 2h30.

O corpo de Genivaldo foi deixado às margens da pista do aeroporto e encontrado por moradores às 6h. Ainda na madrugada a dupla saiu com a moto para praticar outros crimes, uma das vítimas foi a dona de um bar, que teve um cordão de ouro roubado.

Segundo o comandante da 18ª CIPM, major Fábio Rayol, por volta de 9h30, ele recebeu informações que um dos indivíduos estaria numa residência no residencial Buriti. Logo foi feito o deslocamento de uma viatura com apoio do motopatulhamento.

Quando os militares se aproximaram do endereço, o suspeito fugiu e foi feito o cerco. Ele acabou capturado e, durante a condução para a Delegacia de Polícia Civil, confessou a prática do crime. Em seguida, levou os policiais até o endereço de Luilton, mas este já havia fugido.

“Neguinho do Buruti” confessou o crime perante o delegado Sérgio Máximo dos Santos, responsável pelo inquérito policial. Astuto, o preso exigiu exame de corpo delito e disse querer ser ouvido o quanto antes na audiência de custódia.

Genival Araújo da Silva, assassinado friamente, era vigilante do Centro Educacional Nossa Senhora Aparecida havia três anos, onde era querido pelos colegas de trabalho.

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