Polícia Civil recupera mais de 800 botijões e cilindros de gás roubados na BR-155

Tomados em assalto no último dia 1º de fevereiro, os vasilhames faziam parte de uma carga de 1.112 botijões de 13 quilos e cilindros de 45 quilos de gás de cozinha
Share on facebook
Share on whatsapp
Share on twitter
Share on print

Continua depois da publicidade

Policiais civis da 20ª Seccional Urbana de Parauapebas recuperaram, na tarde de ontem segunda-feira (10), 804 botijões de GLP (gás liquefeito de petróleo), ou gás de cozinha, entre vasilhames de 13 quilos e cilindros de 45 quilos, roubados, no último dia 1º,  por três indivíduos armados que interceptaram uma carreta na Rodovia BR-155, às proximidades do povoado Gogó da Onça, no município de Xinguara.

De acordo com Termo de Declaração do representante da empresa de venda e distribuição de gás, com sede no município de Tucumā, o motorista trafegava pela rodovia, dirigindo o caminhão MAN modelo TGX 6X2, branco, placas QEV-2387/PA, quando, por volta das 15h, foi interceptado pelos assaltantes.

Após amarrarem o condutor no mato, os ladrões dirigiram o caminhão até Parauapebas, onde descarregaram a carga roubada, retomaram para a BR-155 onde abandonaram o veículo.

Foram roubados: 1.112 botijões de 13 quilos, cinco cilindros de 45 quilos, dois pneus sobressalentes avaliados em R$ 5.400,00; um macaco hidráulico avaliado R$ 300,00; uma chave hidráulica de roda, avaliada em R$ 600,00; uma lanterna sinalizadora, avaliada em R$ 500,00; equipamento de radiocomunicação avaliado em R$ 1.700,00; documentos, celular e R$ 150,00 do motorista; e R$ R$ 1.930,00 da empresa.

O caso passou a ser investigado pela Polícia Civil e, na tarde de ontem, após fazerem campana num depósito de gás do Residencial Ipê, os policiais perceberam que no local havia grande quantidade de botijões, cobertos por uma lona azul.

Eles então entraram no local, denominado Depósito de Gás Oliveira, constatando, pela data do envasamento, 31 de janeiro de 2020, compatível com a data da nota fiscal de compra, 1º de fevereiro de 2020, que se tratava mesmo da carga roubada. 

O portão do depósito estava aberto e sem cadeado e no escritório não havia móveis, o que levou os policiais a iniciarem outra investigação que levasse ao proprietário do galpão. Logo, os investigadores chegaram ao nome de uma pessoa que vendeu o depósito a um homem, mas souberam que este alugou para um terceiro. Nenhum dos três, entretanto, foi localizado.

A operação de recuperação dos botijões roubados foi coordenada pelo delegado de Polícia Civil Jailson Lucena da Silva e executada pelos investidores Márcio Bello, Leonardo, Almeida e pelo escrivão Alexandre.

(Caetano Silva)

Publicidade