Parauapebas vai ganhar unidade do Hospital Porto Dias

O empreendimento, de Alta Complexidade, terá 150 leitos, 30 deles de UTI, oferecerá medicina de ponta a ponta e empregará 1.000 pessoas, entre profissionais de saúde e pessoal de apoio

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Em área de 14 mil metros quadrados, no perímetro urbano da Rodovia PA-275, entre a revendedora Umuarama e o Supermercado Assai, o Hospital Porto Dias vai construir em Parauapebas uma unidade de Alta Complexidade, com 150 leitos, sendo 30 em UTI e acesso por Heliponto. “Será um hospital completo, adulto e pediátrico, com todos os recursos necessários para oferecer medicina de ponta à população”, define o proprietário do empreendimento, o ortopedista Antônio Carlos Dias. Segundo ele, a intenção é iniciar a construção sem demora, com prazo para entrega de um ano e meio.

O Hospital Porto Dias, referência em tratamento de Alta Complexidade no Pará, oferecerá em Parauapebas serviço completo de diagnóstico por imagem, hotelaria de primeira linha e empregará nada menos que 1.000 profissionais, entre médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, entre outros da área de saúde, assim como pessoal de apoio.

Anexada ao hospital será construída uma unidade da Clínica Porto Dias, com consultórios e um parque de diagnósticos completo, oferecendo cuidados ambulatoriais integrados ao cuidado hospitalar. “Esse modelo oferece a melhor experiência ao paciente, com uma atenção à saúde, com uma atenção eficiente e segura”, afirma Antônio Carlos Dias.

Sobre os motivos que o levaram a escolher Parauapebas para instalar a terceira unidade do Hospital Porto Dias – as duas primeiras ficam em Belém -, o proprietário do empreendimento disse que se trata de uma “região próspera, com PIB elevado e renda per capita acima da média de outras cidades do sul e do sudeste do Pará, além de se tratar de uma região de fácil acesso aéreo a Belém e que vai atender a pacientes de toda a região do entorno”, inclusive de Marabá.

Acerca do valor do investimento, Antônio Carlos Dias preferiu, por enquanto, não revelar, pois, segundo ele, isso será a soma das obras civis com o valor dos equipamentos a serem adquiridos para aparelhar a casa de saúde.

Por Eleuterio Gomes – de Marabá