Nas redes sociais, saída do prefeito de Jacundá causa repercussão

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A repercussão da saída pela 5ª vez do prefeito eleito de Jacundá, José Martins de Melo Filho, afastado no início da tarde de terça-feira, 1º, está revoltando a população, servidores comissionados e ocupantes de cargos de confiança estão inseguros e a instabilidade do quadro político sem um prazo para chegar ao fim.

Um internauta postou a seguinte frase: “escravos de Jó jogavam caxangá. Tira, bota, deixa o Zambelê ficar…” numa referência a saída do gestor municipal. “Essa novela é igual àquela usurpadora nunca tem final”, tascou Pedro Henrique em resposta a uma postagem feita pelo internauta Akicell Victor que elogiou: “o Rei do Gado está de volta”, frase derivada dos negócios da Família Barbosa, que atua na criação de gado na região.

Um secretário de governo foi mais direto, porém pediu para ter seu nome resguardado. “Estamos vivendo momentos estressantes. A qualquer momento podemos receber uma carta de exoneração ou de nomeação”. Em relação ao time nomeado pelo prefeito José Martins, poucos permanecerão em suas cadeiras. São alvos de receber carta de exoneração os ocupantes das secretarias: Assistência Social, Educação, Saúde, Agricultura e Pesca, Finanças, Administração, Obras e Infraestrutura, Terras Patrimoniais, chefia de gabinete, Políticas públicas para as Mulheres, Procuradoria Geral do Município e Indústria Comércio e Agronegócio. Na lista outros 200 potenciais demitidos a partir de amanhã.

A crise política iniciada em 27 de junho, quando a Câmara de Vereadores aprovou por 12 votos a 1 o afastamento do prefeito José Martins, ganhou a esfera judiciária e criminal. O penúltimo desfecho veio em 26 de dezembro, onde 9 dos 13 vereadores aprovaram o retorno do gestor ao cargo. Em resumo, a população de Jacundá teve no primeiro mês de janeiro deste ano o prefeito Zé Martins, e deste o dia 1º de fevereiro o vice-prefeito Ismael Barbosa senta na cadeira de prefeito.

A Reportagem tentou ouvir a advogada Caroline Barbosa, filha do vice-prefeito, sobre a decisão judicial. Até o fechamento desta matéria não houve resposta.

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