Este mundo é um reino incerto e cheio de perigos. A honra é corroída pela sede de poder e a liberdade é sacrificada quando os fracos são oprimidos. Mas há aqueles que se opõem a essas forças e dedicam a vida à verdade, à honra e à liberdade.
Desde que o mundo é mundo o poder é objeto de desejo de muitos, principalmente daqueles que pouco se garantem profissional, intelectual ou socialmente. Que fazem de tudo para chegar ao poder e mais ainda para lá se manter. Quando não conseguem ser o rei, querem ter influência sobre o rei, a qualquer custo.
No reino de Parauapebas isso não é diferente, e não poderia mesmo ser. Um “reino” valorizado financeiramente, onde a busca pelo poder vem trazendo graves prejuízos ao povo sem que seu rei tome qualquer atitude para acabar as intrigas entre seus comandados. Sabe-se lá porque!
Nesse mundo, quem quer ser rei ou se manter no trono tem de tomar decisões rápidas. Tem que jogar fichas altas para vencer, principalmente quando este rei tem ao seu lado forças que querem a todo custo se manter no poder paralelo, mesmo que para isso seja preciso chantagear reino e rei. Para tratar com chantagem, diz a lenda, é preciso usar do mesmo veneno. Um rei não pode ter escrúpulos com quem já provou que não conhece essa palavra.
Por sorte este reino está cheio de mosqueteiros prontos a ajudar o rei.
Por sua vez, o rei deveria ouvir mais os conselhos do jovem príncipe, nosso d’Artanhan, que, inconsciente e iludido, sem saber com quem estava lidando, colocou uma víbora ao lado do rei. Agora, auxiliado pelos mosqueteiros, chegou a hora de d’Artanhan limpar o reino de chantageadores e asseclas sem honra.
Que nosso rei saiba tomar decisões. Rápidas, corretas e sem medo, para que nosso reino possa virar rapidamente essa página e se tornar um lugar realmente bom de se viver e para quem realmente se importa com ele.
Viva o rei!


