Geoterra comemora 1.000 dias sem acidentes de trabalho

Desde sua fundação, há 16 anos, uma das prioridades dá empresa é a segurança, a integridade física, a saúde dos colaboradores
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“Esta data significa que há 1.000 dias estamos entregando o nosso produto para o cliente, com a marca do acidente zero e a total pela segurança dos nossos colaboradores. A frase é do técnico em Segurança do Trabalho Carlos Monteiro, ao comemorar, essa semana, o milésimo dia sem acidentes de trabalho da empresa Geoterra. A data foi lembrada com um café da manhã, reunindo colaboradores e diretores na unidade da empresa, localizada na PA 160, a 18 km de Parauapebas, e no Projeto Salobo, onde a empresa também tem operações.

Fundada em janeiro de 2005, tendo à frente o empresário Humberto Costa, a Geoterra sempre teve o cuidado voltado para a segurança no trabalho. “Até hoje funcionamos sem histórico de doenças ocupacionais. O cuidado dos colaboradores foi multiplicando na medida que a empresa foi crescendo no mercado”, afirma Humberto, que tem orgulho de dizer que o investimento nesses 16 anos não foi só no maquinário da empresa, foi também no ser humano.

“Com o crescimento da empresa no mercado criamos o nosso SESMT (Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho). Contratamos profissionais com experiência para fomentar o cuidado com a segurança do trabalho, já que a segurança deve ser objeto de cuidado de todos os colaboradores. E hoje a empresa conta com quase 200 colaboradores, todos com o mesmo sentimento, com a mesma visão, com a mesma meta e com o mesmo cuidado”, afirma o diretor.

Empresário Humberto Costa

Humberto Costa diz fazer parte de uma história de empreendedorismo, onde os empresários Alberico Roque, da Sinacom, e Oriovaldo Mateus (in memoriam), da Séculos, o convidaram para falar sobre um negócio que seria o início da montagem de uma pedreira.

“Como eu já vinha de uma empresa de mineração, em janeiro de 2005 eles confiaram a mim a montagem e a gestão dessa empresa, que começou a operar no mesmo ano com poucos profissionais, mas sempre com o cuidado voltado para a segurança no trabalho. Em 2007 tivemos a felicidade de nos associar a 3 novos sócios, engenheiros de minas, César Rolin, Danilo Rolin e Ronaldo Rolin que com suas experiências, técnicas e de gestão conferiram à Geoterra maior competitividade”, conta ele.

Humberto Costa destaca que a Geoterra está numa região produtora de minério, de clientes exigentes e que tem de se adequar sempre para atender a esses clientes: “E, como nós esperamos muitos anos de vida, muitos anos de operação, com cuidado, nós temos de nos adequar e nos superar sempre, para atender aos clientes com qualidade, custo e segurança, principalmente”.

A Geoterra administra também as operações da Geomix, que atende ao mercado local de Parauapebas e região com seu “mix” dos produtos: a brita e concreto. Sobre o atendimento ao varejo, Humberto tem bastante lucidez quanto às exigências da nova clientela: “Estendemos e levamos na entrega ao cliente do varejo o mesmo padrão de segurança que adotamos aos nossos demais clientes, seja no setor público ou privado. Então, o conhecimento e o cuidado são iguais em qualquer uma das operações”, ressalta ele, em relação à segurança dos colaboradores.

O que varejo e todos os clientes podem esperar dos nossos produtos é qualidade, garantia, produtos que passam por laboratório. No caso de concreto, a gente cuida sempre dos agregados da maneira certa e o cliente pode esperar também preços acessíveis e pontualidade na entrega dos nossos produtos”, garante.

Seu Bilu: “Aqui é minha segunda casa, a minha segunda família”

Benedito Rodrigues, mais conhecido pelo apelido de Bilu, casado, pai de cinco filhos, chegou em 1995 a Parauapebas. Dez anos depois, em 2005, se tornou o primeiro colaborador da Geoterra, onde é operador de pá carregadeira. Ou seja, com 16 anos na Geoterra é o empregado mais antigo da empresa.  

Benedito Rodrigues (Bilu)

Ao falar da Geoterra, ele se emociona: “Para mim a empresa é tudo. Quando eu vim pra cá me apaixonei e não saí mais, é a minha segunda casa, a segunda família”, diz, lembrando que começou a trabalhar junto com Humberto Costa, quando todo o maquinário da empresa se resumia a apenas um britador pequeno e um caminhão. “Os contratos foram surgindo e, diante de algumas dificuldades, até ele [Humberto] ia para a pá, não podia perder venda, na época as coisas eram muito difíceis”, lembra.

Sobre os mil dias sem acidentes de trabalho e o cuidado da Geoterra com a segurança dos colaboradores, Bilu exclama: “Isso que é maravilhoso e é a melhor coisa do mundo hoje estarmos comemorando esses mil dias. A segurança tem de vir em primeiro lugar, para que todos os dias a nossa família esteja completa. Ou seja, que, ao voltar para casa, estejamos da mesma forma que saímos”, aconselha o colaborador mais antigo da Geoterra.

Ao contrário de Bilu, o colaborador Rafael Macena da Silva, 24 anos, auxiliar de mecânico, é o mais novo contratado da Geoterra. Para ele, chegar a um novo emprego e ver que a principal preocupação ali é a segurança do trabalhador é muito gratificante: “Dá mais tranquilidade trabalhar sabendo que a empresa não valoriza somente os lucros, mas, principalmente, a vida do colaborador”.

Carlos Monteiro: “Entregamos nossos produtos com a marca do zero acidente”

Um dos responsáveis pela marca comemorada nesta quarta é o técnico em Segurança do Trabalho Carlos Monteiro, que daqui a pouco mais de um mês completa dois anos na Geoterra. Ele é casado, tem duas filhas e está em Parauapebas desde 2005.

“Essa marca, de 1.000 dias sem acidentes de trabalho, é importantíssima, porque são quase três anos que nós estamos entregando no nosso produto para o cliente, com a marca do acidente zero e a total segurança dos nossos colaboradores”, avalia Carlos, observando que, para alcançar essa marca, é preciso sempre trabalhar na defensiva, de forma preventiva, treinando diretamente os colaboradores, fazendo inspeções na área para que se possa ter certeza de que se está fazendo um trabalho bem feito, em equipe. “Agora, a nossa meta são os 2.000 dias sem acidentes de trabalho, destaca Monteiro.