Excursão à São Luis vira pesadelo e mostra tráfego de influência na PMP

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Fim de ano tempo de comemorações e felicidades. Mas este não era o sentimento de cerca de sessenta pessoas oriundas de Parauapebas e Marabá, a maioria servidores da Prefeitura Municipal de Parauapebas.

O fato se deu, pois vários servidores se organizaram em torno de uma excursão rumo a capital maranhense, para passarem a virada de ano. Até aí tudo bem, quando foram embarcar na madrugada de segunda – feira 28, na Praça Mahatma Gandhi, algumas pessoas foram surpreendidas, pois o número de vagas vendidas era superior a capacidade do ônibus disponibilizados, o constrangimento foi total para cerca de quinze pessoas que se programaram em torno do evento e não seguiram viagem. O organizador do evento Grigório Vieira da Silva, mais conhecido por GREG, lotado na SEMAS, colocou a culpa pelo fato inusitado no chefe de gabinete, COUTINHO. Segundo GREG o alto funcionário da PMP combinou com ele, líder do grupo, que disponibilizaria um ônibus de 52 lugares e na hora apareceu um veículo de apenas 44 lugares. Este não foi o único equivoco de GREG.

De cada passageiro foi cobrado a quantia de R$ 50,00 e esse dinheiro desapareceu, pois o argumento para sua cobrança era a hospedagem uma casa na Avenida Litorânea na cidade de São Luís. Só que a comitiva que seguiu viagem teve que dormir ao relento uma noite, pois GREG apareceu com um contrato cheio de vícios e após uma peregrinação na cidade pela madrugada se constatou que a casa não existia. Ficando assim várias pessoas, inclusive crianças a ver navios, literalmente. Pela manhã outra equipe passou a liderar o grupo e conseguiu outra casa à beira mar.

O jovem Grigório tem um passado pregresso de várias organizações de eventos frustradas, o que leva o grupo a crer que o mesmo aplicou mais uma vez um golpe. Além da viagem de fim de ano dos servidores da PMP, que teve vagas oferecidas e pagas a ele além da capacidade do veículo, da casa que não existia para a hospedagem do grupo, no carnaval do ano de 2009 o mesmo organizou um bloco de carnaval onde arrecadou uma quantia considerável de dinheiro e na hora o bloco não saiu. Sem contar que o mesmo foi intimado a depor na Delegacia local, pois andava dizendo por Parauapebas que estava vendendo o gabarito da prova do último concurso da prefeitura.

O rapaz usa da influência no serviço público municipal, acusa o chefe de gabinete por alguns equívocos ocorridos, a administração municipal deve ser alertada e apurar os fatos, esclarecendo ocorrido e punindo os culpados pela ocorrência.

Texto enviado por um leitor do blog que está em São Luiz e acompanhou os fatos.

Nota do Blogger: A  administração municipal, principalmente o Sr. Coutinho, deve apurar realmente os fatos aqui relatados para que não fique nenhuma dúvida quanto a sua participação no evento. Ocorre que, em muitas das vezes, pessoas usam da amizade e acessibilidade à algum membro da PMP e com ele consegue favores em nome de um grupo, usando essa prerrogativa para benefício financeiro próprio. Pessoas assim deverão ser banidas do serviço público. Tudo isso seria mais simples se houvesse maior transparência na gestão.

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