Canaã libera mais de R$ 2 milhões em créditos do Fundo Municipal no primeiro semestre

Recursos provenientes dos royaltes da mineração são destinados a empreendedores das zonas urbana e rural com objetivo de fortalecer o comércio local.
Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on print

Continua depois da publicidade

A Prefeitura de Canaã dos Carajás comemorou os mais de R$ 2 milhões liberados pelo Fundo Municipal de Desenvolvimento Sustentável (FMDS) a pequenos e médios empreendedores, neste primeiro semestre. Para celebrar a marca, foi realizado um evento na manhã desta quinta-feira (12) no salão da Secretaria Municipal de Desenvolvimento na Feira do Produtor.

Entre os pequenos comerciantes beneficiados com recursos, estava presente a microempreendedora Dona Maria Alice, mais conhecida como “Dona Alcena”. Ela pretende adquirir freezer e despolpadeira para fortalecer as vendas de polpa de frutas. “Estou muito feliz em fazer parte desse momento. O dinheiro do fundo, pra mim, veio no momento e na hora certa”, comemorou. Além dela, outros seis microempreendedores receberam seus benefícios durante o evento.

Criado em 2017, o Fundo já beneficiou empreendedores com mais de R$ 5 milhões desde a sua criação, sendo R$ 2 milhões só nos primeiros seis meses desse ano. São destinados para o Fundo 5% de todos os royalties recebidos pelo município.

“O Fundo tem ajudado bastante o nosso comércio, e acreditamos que, nesse sentido, Canaã será referência para o Brasil”, afirmou o diretor da Associação Comercial e Industrial de Canaã (Aciacca), Wender Damaceno.

Já a secretária de Desenvolvimento Econômico, Fernanda Ferreira, destacou que o marco foi “fruto de muito trabalho de toda a equipe”. “Estamos nos esforçando para acelerar todos os processos, mas precisamos sempre seguir os critérios e liberar os recursos com responsabilidade”.

A prefeita Josemira Gadelha parabenizou a gestão anterior pela criação do Fundo. “Verticalizar a nossa cadeia produtiva, gerar empregos e renda também é investir no social”, disse. “Temos que pensar no que queremos da cidade quando a exploração mineral acabar”, complementou.

Por Dayse Gomes