Barulho é predominante em Parauapebas

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A Lei Municipal 4.283/04 diz em seu artigo 11º – “É proibido perturbar o sossego público com ruídos e sons excessivos e etc. O nível sonoro superior a 60 (sessenta) decibéis- dB, durante o dia, e 45 (quarenta e cinco) decibéis – dB, durante a noite. O não cumprimento das normas que regulamentam a intensidade de som implicará em multa (que pode variar de R$ 100,00 a R$50.000,00), além da apreensão dos equipamentos sonoros”.

No governo anterior, no segundo semestre de 2011, Fiscais da Secretaria Municipal de Meio Ambiente- SEMMA em conjunto com o Departamento de Educação Ambiental e com o apoio dos agentes do Departamento Municipal de Trânsito e Transporte- DMTT deram início a uma campanha de combate a poluição sonora em Parauapebas. Carros tunados foram apreendidos e motoristas multados, bares foram fiscalizados e tiveram que se adequarem à lei. Havia até um disque-barulho criado pelo então gestor da Semma, Pastor Domires, que prometia tolerância zero com quem não se enquadrasse às normas.

Passados alguns anos o que se vê nas praças, bares e em muitas residências é que a lei não vem sendo aplicada sem que os infratores sejam admoestados pelo poder público, e que Parauapebas, no que tange ao barulho está devendo. Tá hora de mudar essa tendência!

21 comentários em “Barulho é predominante em Parauapebas

  1. Anônimo Responder

    A quem possa se interessar. Digo isso, porque já fiz inúmeras ligações para aquele “disque denúncia” e outros números que nunca deram retorno.

    Eu moro na Rua G, bairro União. Fica atrás da Choperia Ponto 7. Este estabelecimento inicia seu serviço de som com música ao vivo, ao ar livre por volta das dez horas da noite e entra pela madrugada. Olha é uma grande perturbação. Ali é bairro residencial. Agente precisa dormir para trabalhar no dia seguinte. Com certeza o volume do som é além do que estabelece a lei.

    • Cauan Pirí Responder

      Façam um baixo assinado, e entregue aos proprietarios do estabelecimento e se não houver resultado junte os vizinhos e cortem a energia, boicote é a unica solução nessa favela sem lei, chamada parauamerda.

    • Castro Responder

      Além de nós moradores da cidade, Também as autoridades estão surdas, mudas e cegas.Será que as autoridades só podem agir através de denúncias, mesmo vendo toda essa situação?

  2. Mauro Responder

    O que esperar de uma secretaria, em que a titular só recebe o salário e nem aparece na SEMMA para trabalhar….
    Só isso mesmo… falta de aplicação da lei…
    O interino que virou secretário, deveria tomar alguma atitude e fazer valer a lei….

  3. Segurança municipal Responder

    A solução para este problema esta à porta de Parauapebas “a criação da Guarda Municipal”. Uma instituição que contribuirá e muito para a paz pública local, eficiente e eficaz em seus serviços. E quanto a poluição sonora será pacificada, porquê o contribuinte local merece respeito e a lei tem que se estabelecer em uma cidade que é recordista em crescimento e será também exemplo em qualidade de vida!

  4. Bruno Monteiro Responder

    Zé,
    Este é um assunto que me deixa encolerizado. Acredito que a questão, em absoluto, não está relacionada ao poder aquisitivo de quem quer que seja, como sugerido por Cauan Piri, acima, mas sim à educação das pessoas. Ligar um aparelho de som (seja automotivo, ou não) em volumes estridentes denota falta de senso de comunidade, má formação moral, apreciação artística de gosto duvidoso, incipiência intelectual, narcisismo e, sobretudo, sociopatia. Obrigar a comunidade em que se vive a escutar as “músicas” de sua predileção em volume estratosférico é, no mínimo, um comportamento antissocial e de sanidade mental questionável. A propósito, tenho um amigo psicólogo que desenvolveu uma tese freudiana para os que se comportam dessa maneira. Segundo ele, os homens costumam projetar-se em seus carros (falicamente falando) e passar ou parar seu carro com volume elevado, segundo ele, seria uma forma de compensar seu complexo de inferioridade por ter um pênis minúsculo. Assim, caros leitores, quando ver um carro passando com o volume nas alturas, pode arriscar: “Aí vai um p. pequeno”.

    • Cauan Pirí Responder

      Muito boa essa do psicologo! Vamos fazar uma campanha na cidade ” Quem tiver som automotivo, tem P. minusculo. rsrsrsrsrsrsrsr

  5. Malino Responder

    Tem coisa mais BREGA do que carro com frases ridículas no prarabrisas? TEM. É carro ridículo, com musica ridícula, motorista ridículo.
    Parem de achar que o Brasil é grande coisa lá fora com essa breguisse e falta de educação aqui dentro. Telefone de denuncia não atende. Liga pra policia ela dá uma passadinha e deixa a barulhada´para traz.Eu já briguei com vizinho, eu esculhambo mesmo. Demora! mas vamos educar essa cambada.OUVIDO NÃO É PINICO.
    Dr Libio!por favor nos acuda. Salve-nos.

  6. Lampião Responder

    O negócio desse barulho tá sério, a praça Maratma Gandi, é um exemplo,mesmo com uma escola ao lado depois das 17hrs chega um monte de moleque com carro de som, ficam enchendo a cara de cachaça e fazendo arruaça com total apoio dos comerciantes locais, cadê a fiscalização? Eita cidade sem lei.

  7. André Responder

    Caro Zé Dudu,já que esse assunto veio a tona,venho através deste pedir ajuda,pois aqui no Bairro Tropical II,ninguém consegue dormir, o proprietário do lote 12 da quadra 59,tem uma sinuca e quase toda noite ele traz um carro Ford K vermelho placa NSW 6966,e liga o som bem alto,por favor nos ajude repassando esses dados a SEMMA ou ao quartel,pois ligar não adianta,nunca vieram aqui,e nós estamos virando zumbí,sem dormir.SOCORRRRRO!!!

  8. Cauan Pirí Responder

    Eu fico pasmo como tem gente que acaba de comprar um carro e coloca aquelas caixas de som, ridiculo, é coisa de gentalha mesmo. E como não bastasse, estacionam em lugares e se sentem donos da rua, e pior ainda é o repertorio: tecbrega, melodi,funk,sertanojo e por ai vai. Nunca ouvi um imbecil deste colocar uma MBP,classica,Rock,jazz, o que ouvimos é só porcaria de muito mal gosto. Fazer o que né? Depois que os pobres começaram a comprar carros…

  9. Arthur Marques Responder

    Isso sem contar na lei estadual que inicialmente foi aplicada na cidade, mas depois de um tempo so serve para encher o bolso de dinheiro de quem deveria cobrar.
    A pirâmide por exemplo, fez aniversário esse ano com direito a café da manha e tudo. Nem precisa dizer que o som rolou ate o sol raiar. Quem deveria fazer cumprir a aplicação da lei ???

    Difícil não !!!!

  10. Anônimo Responder

    …é, as veses penso que estamos vivendo numa cidade sem leis, inclusive, a lei de responsabilidade fiscal tambem não funciona por aqui. Abraço

  11. genesio s filho Responder

    Blog do zedudu
    Ze Dudu

    No dia 31 de maio de 2013 no salão da ACIP ás 15:30 hr na rua 24 de março nº 02 no bairro rio verde , será realizado o sorteio do 7º Show de Prêmios da Mamãe.
    A Amazônia TV tem o prazer de lhe convidar para juntos comemoramos esta grande parceria de sucesso.
    Contamos com sua presença;

    Atenciosamente

    Genésio S Filho
    Dir Administrativo

  12. Wildbruno Costa Responder

    Zé Dudu, venho sofrendo há anos, veja bem anos, com o problema de poluição sonora, minha esposa desenvolveu uma doença chamada fibromialgia, devido ao stress que a poluição sonora causa, e sempre, digo sempre, que ligávamos para o disque denuncia, disque barulho, 190 ou secretária do meio ambiente a resposta era a mesma “Estamos providenciando senhor….” e nunca, digo nunca foram averiguar.
    Lembro que no ano passado em Marabá teve umas apreensões de carros tunados do pessoal daqui de Parauapebas, na época passou um delegado dizendo que “o pessoal de Parauapebas está acostumado a fazer barulho por lá, mas aqui a lei funciona…”

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