Associação Pan Amazônia condecora o presidente Jair Bolsonaro com honrarias

A entidade entregou ao presidente da República a Medalha e o Certificado Grandes Amazônidas, pelo compromisso dele em favor do desenvolvimento da região amazônica
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Em visita a Manaus (AM), onde participou de vários eventos no fim de semana, o presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (sem partido), foi homenageado pela Associação Pan Amazônia. A entidade outorgou a Bolsonaro o Certificado e a Medalha Grandes Amazônidas, honrarias concedidas àqueles cujo trabalho promove o desenvolvimento da região amazônica. Na oportunidade, o presidente recebeu uma carta com a posição da associação sobre as prioridades para o desenvolvimento socioeconômico da Amazônia.

A Medalha Grandes Amazônidas foi entregue pelo presidente do Conselho Diretor da Associação Pan Amazônia, Alexandre Zucatelli, e o Certificado, assim como a carta, pelo conselheiro Antônio Azevedo.

Em breve discurso, Alexandre disse ter a grande honra, após deliberação do Conselho Diretor da Associação Pan Amazônia, e em nome de todos associados, de outorgar a Medalha Grandes Amazônidas ao presidente, como “singela demonstração de reconhecimento sincero pelo compromisso” de Jair Bolsonaro, de apoiar o desenvolvimento econômico e a prosperidade da Amazônia.

“Esta honraria entregamos somente àqueles que se fizeram merecedores da admiração e respeito dos amazônidas, por sua contribuição ao ideal que defendemos de uma Amazônia altiva, integrada e próspera”, justificou ele.

“A carta entregue ao presidente faz alguns apontamentos do que a gente entende como prioridade para avançar, principalmente em infraestrutura, em vários Estados da Amazônia, para deslanchar mais ainda e economia”. Explicou Alexandre Zucatelli ao Blog do Zé Dudu.

Dez sugestões feitas ao presidente da República pela Associação Pan Amazônia

1.      Priorizar as vocações econômicas regionais, preservando modelos que deram certo, como é o caso da Zona Franca de Manaus (no caso do estado do Amazonas, é imperativo diversificar a economia, mantendo-se o modelo incentivado);

2.      Eliminar barreiras ambientais, legislativas, regulatórias, o que é indispensável para estimular investimentos privados;

3.      Criar condições que favoreçam a competição, a liberdade de empreender, o bem estar do consumidor e o retorno ao investidor;

 4.     Estimular o investimento e o crescimento econômico sem usar recursos públicos e sem depender de autorizações federais;

5.      Privilegiar investimentos privados para a maioria das atividades econômicas, inclusive de infraestrutura;

6.      Tratamento equânime para todos que desejem investir na Amazônia, sejam brasileiros ou estrangeiros;

7.      Criar condições favoráveis para aproveitamento integral e exploração do potencial econômico da Amazônia, de suas florestas, dos lagos e rios, do subsolo. O posicionamento atual a favor de uma economia verde tem tornado a sociedade amazônica refém do ambientalismo radical.

8.      Remover os obstáculos que atualmente elevam demasiadamente os custos, o tempo e os riscos para o empreender na região, em especial as licenças dos órgãos ambientais e de demais agências regulatórias governamentais;

9.      Privatizar direitos à exploração de atividades econômicas inerentes ao poder público que não puderem ser desregulamentados por meio de leilões e licitações de forma transparente, uniforme e ágil nos níveis municipais, estaduais e federais, evitando-se a concessão de privilégios que distorçam a boa alocação de recursos.

10.    Promover o estreitamento de laços com os demais países amazônicos, de modo a alcançar o congraçamento e a sinergia regional, tornando o Brasil em líder no processo de conduzir o bloco de nações amazônicas para o caminho das liberdades econômicas, da justiça social, da prosperidade, e da plena democracia.

Adicionamos, ainda, como sugestão de intervenções pontuais prioritárias e urgentes I) o asfaltamento das BR-319 e BR-163, a plena trafegabilidade dessas rodovias é vital para assegurar o direito de ir e vir do cidadão e também a integração amazônica; II) o balizamento do Rio Madeira; III) interligação energética do estado de Roraima ao sistema nacional, evitando a atual dependência da Venezuela, o que gera incerteza ao desenvolvimento local; IV) a duplicação da BR 364 entre Mato Grosso e Rondônia; V) a estrada de Ferro Ferrogrão, ligando o Mato Grosso ao Pará via Cuiabá até Santarém; VI) a estrada de Ferro Fepasa, ligação da Norte/Sul em Açailândia até Barcarena no Pará; VII) a derrocagem do Pedral do Lourenço no Rio Tocantins.

Por Eleuterio Gomes – de Marabá

LEIA, NA ÍNTEGRA, A CARTA ENTREGUE AO PRESIDENTE