Após casos de zika vírus no país, Parauapebas aguarda resultado do Instituto Evandro Chagas sobre casos suspeitos.

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Após reconhecer a associação entre a microcefalia e o zika vírus no último sábado (28), o Ministério da Saúde anunciou nesta segunda-feira (30) seis casos suspeitos de mortes de crianças por microcefalia (todas no nordeste), provavelmente causadas pelo vírus provocado pelo mosquito Aedes aegypt, o mesmo que transmite a dengue e a febre chikungunya.

Um dos casos foi identificado pelo Instituto Evandro Chagas (IEC), em Belém. O paciente, morador de São Luís, estado do Maranhão, foi internado com suspeita de dengue, mas a doença foi descartada depois do exame laboratorial ter detectado o genoma do vírus zika no sangue e nas vísceras.

O Ministério da Saúde intensificou o acompanhamento da situação de forma prioritária, e divulgará orientações para a rede pública e para a população, conforme os resultados das investigações. Equipes do Ministério da Saúde estão ajudando os estados nas investigações. Além disso, o Ministério da Saúde mantém contato com as secretarias estaduais e municipais para articular uma resposta conjunta e, em especial, mobilizar ações contra o mosquito Aedes aegypti.

Zika Vírus em Parauapebas

Segundo a coordenadora da Vigilância Ambiental, Nubia Lima, existem alguns casos de suspeita de pacientes com o zika vírus no município. “Enviamos os dados coletados para o Instituto Evandro Chagas em Belém e teremos os resultados nas próximas semanas”, afirma.

Enquanto isso, o município prepara uma campanha de combate ao mosquito Aedes aegypti, com ação de mobilização na cidade, mutirões de limpeza, retirada de entulhos e atividades de conscientização sobre os cuidados necessários para evitar o mosquito.