O presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Pará, deputado estadual Chicão (MDB), pré-candidato ao Senado Federal, sofreu uma síncope no último domingo (2) e precisou ser levado ao Hospital Porto Dias, em Belém. Após receber atendimento médico, permanecer em observação e ser medicado, o parlamentar foi liberado e embarcou para São Paulo, onde será submetido a uma avaliação clínica mais detalhada como medida preventiva. Segundo o próprio deputado, seu estado de saúde é estável e ele passa bem.
Em entrevista exclusiva ao Portal Uruá-Tapera, Chicão afirmou que a viagem para São Paulo tem caráter preventivo e busca identificar a causa do episódio. Apesar do susto, ele reafirmou que permanece como candidato ao Senado Federal nas eleições deste ano.
Outro ponto que continua indefinido é a composição de sua chapa. Chicão informou que ainda não escolheu os dois suplentes ao Senado, destacando que as conversas políticas seguem em andamento e que a decisão será tomada no momento oportuno.
No cenário político paraense, também permanece sem definição a escolha do candidato a vice-governador na chapa da governadora Hana Ghassan. O nome do deputado Dirceu ten Caten (PT) continua sendo cogitado, mas enfrenta resistência de setores ligados ao segmento evangélico e ao setor produtivo.
Nos bastidores, lideranças políticas avaliam diferentes alternativas para compor a chapa majoritária. Entre os comentários que circulam no meio político, há quem considere que o perfil conciliador de Chicão poderia facilitar o diálogo entre diferentes grupos, embora nenhuma definição oficial tenha sido anunciada até o momento. As negociações seguem em curso.
O que é uma síncope?
A síncope é uma perda súbita e temporária da consciência, popularmente conhecida como desmaio, provocada por uma redução momentânea do fluxo sanguíneo para o cérebro. Entre as causas mais comuns estão queda brusca da pressão arterial, desidratação, alterações cardíacas, estresse intenso ou problemas neurológicos. Na maioria dos casos, a recuperação é rápida, mas o episódio exige investigação médica para identificar sua origem e descartar doenças mais graves.
Carlos Magno, com informações do Portal Uruá-Tapera
Jornalista – DRT/PA 2627







