Amazônia Viva encerra 15ª fase com ações nas regiões sul, sudoeste e sudeste do Pará

Durante a operação, foram flagrados 6.482 hectares de áreas desmatadas e apreendidos 771,9 metros cúbicos de madeira nativa em tora e 13,5 metros cúbicos serrada, assim como maquinários. Também foram destruídos quatro acampamentos, que serviam de base para as atividades ilícitas de exploração florestal
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A Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) divulgou, no final da tarde desta segunda-feira (30), os resultados da 15ª Operação Amazônia Viva, que começou no dia 9 deste mês em municípios do sul, sudoeste e sudeste do Pará, que constam na lista dos que mais desmatam no estado. Durante a operação, foram destruídos acampamentos e feito apreensão de madeiras, maquinários e equipamentos usados nos crimes ambientais.

A operação, coordenada pela Semas, faz parte da Força Estadual de Combate ao Desmatamento, dentro da macroestratégia do governo estadual Amazônia Agora, que objetiva a redução da emissão de gases de efeito estufa no Pará. Também participaram da ação, as polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros e Centro de Perícias Científicas Renato Chaves.

Segundo a Semas, os integrantes da equipe de fiscalização constataram in loco, com apoio de imagens de satélites fornecidas pelo CIMAM, 6.482 hectares de áreas desmatadas e apreenderam 771,9 metros cúbicos de madeira nativa em tora e 13,5 metros cúbicos serrada. Os fiscais também destruíram quatro acampamentos, que serviam de base para as atividades ilícitas de exploração florestal.

Entre os maquinários e equipamentos apreendidos constam duas pás carregadeiras com garfos, um trator de pneu, dois tratores esteira, quatro caminhões, 17 motosserras, três containers combustível de mil litros, 1.210 litros de combustível, um gerador, três correntões e três sopradores. Os processos administrativos lavrados nesse período incluem 17 autos de infração, 19 termos de apreensão, oito termos de depósito, seis de embargo e cinco de inutilização e destruição.

As ações do Amazônia Viva se concentram em áreas de maior ocorrência de desmatamentos e outros crimes ambientais no Pará, como é o caso do município de São Félix do Xingu, no sul do estado, e Altamira, no sudoeste paraense.

Tina DeBord- com informações da Semas