Voz ao leitor

O jornalismo não é uma ciência exata, mas tem algumas regras. E a primeira é o rigor.

Não é admissível que nos dias que correm se dêem erros de português nos jornais de Parauapebas, seja ele escrito ou televisionado.

Os “jornalistas” cometem erros de palmatória que fariam empalidecer os alunos de uma 4ª Série. Tenho visto erros até em cabeçalhos de notícias e reportagens televisionadas, o que para mim é inconcebível. Isso porque já existe ajuda de corretores automáticos postos à disposição de quem têm por missão escrever, motivo pelo qual os erros ortográficos e gramaticais tornam-se ainda mais grosseiros e desrespeitadores para com o público.

Portanto, penso que os jornalistas ou quem quer que esteja responsável devia ser mais responsável nesta área.

A falta de leitura leva à dificuldade na escrita. No caso dos “jornalistas” o problema se torna anda mais visível. Afinal o texto é o instrumento de trabalho deles.

Não quero dizer que nunca errei. Muito pelo contrário. Já cometi vários erros de português. O que quero dizer e que jornalista não pode errar português.

Pra mim, jornalista que erra e não conserta seu português é como médico que não sabe usar o bisturi. Conhecer a própria língua é fundamental, principalmente para quem vive das palavras.

Resumindo, simplesmente o jornal é uma publicação impressa ou “digital” que é lida e para além de ter um papel informativo tem também um papel educativo. Respeitem, tem crianças lendo e assistindo esses negócios chamados de jornalismo.

Por: Endy