Tucuruí: Helder inaugura casa penal e entrega cestas básicas à quilombolas e povos indígenas

A inauguração aconteceu na tarde desta quinta-feira (21). A Unidade Prisional Masculina, que foi ampliada para 210 vagas em regime fechado. O governador também assinou convênios e entregou cestas básicas aos quilombolas e povos indígenas do município, localizado no sudeste do Pará
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A nova Unidade Prisional Masculina vai aumentar as vagas carcerárias no regime fechado

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Cumprindo agenda na tarde desta quinta-feira (20), em Tucuruí, no sudeste do Pará, o governador Helder Barbalho inaugurou a nova Unidade Prisional Masculina do município. A casa penal foi ampliada com mais 210 novas vagas para o regime fechado.

Ainda em Tucuruí, o governador assinou convênios com governo municipal e fez a entrega de cestas básicas para quilombolas e povos indígenas do município. A nova unidade prisional, segundo a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), é dividida com dois blocos de vivência coletiva e um de vivência individual.

Há consultório odontológico, consultório médico, tratamento penal, biblioteca e também sala de informática. O valor total da obra é de R$ 11.034.485,36. Os serviços foram executados por meio de recurso oriundo de convênio entre o estado e o Departamento Penitenciário Nacional (Depen).

De acordo com a Seap, a entrega e ampliação de vagas do espaço visa garantir maior dignidade e melhor acomodação para os custodiados. Na parte social, foram entregue mais de mil cestas básicas para famílias quilombolas e povos indígenas de Tucuruí.

A iniciativa é do estado, por meio de uma ação integrada entre a Fundação ParáPaz, Secretaria Estratégica de Articulação da Cidadania (Seac) e Ouvidoria Geral do Estado, que através do recurso da Open Society Foundations, rede internacional de filantropia que apoia financeiramente grupos da sociedade civil em todo o mundo, iniciou o cronograma de distribuição de cestas de alimentos para pessoas em vulnerabilidade.

Além de garantir alimentação básica, a medida contribui para que os indígenas permaneçam nas aldeias sem correr risco de contaminação pela Covid-19.

Tina DeBord

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