A sanha bestial do candidato Toni Cunha para se apossar da Prefeitura de Marabá ultrapassou todos os limites, mas a Justiça Eleitoral não falhou e deu uma reprimenda nele. Nesta terça-feira (17), saiu decisão da 100ª Zona Eleitoral de Marabá condenando Toni à multa de R$ 15 mil por inventar e propagar nas redes sociais dele mentiras e ilações maldosas contra o candidato a prefeito Chamonzinho, que está liderando as pesquisas oficiais confiáveis de intenção de voto em Marabá.
Com estratégia afrontosa, que intimida até a própria baixaria, Toni Cunha publicou no último dia 2 de setembro um enredo de delírios em seu perfil no Instagram, associando a distribuição de óculos do Instituto Miguel Chamon — um trabalho sério e que já beneficiou mais de 15 mil marabaenses ao longo dos últimos quatro anos — a um suposto esquema criminoso envolvendo, inclusive, o nome do governador Helder Barbalho.
Como resposta ao ato desesperado de obter visibilidade, a Justiça Eleitoral também mandou Toni Cunha retirar do ar imediatamente a publicação fantasiosa sob pena de multa.
Fatos sabidamente inverídicos
Em sua decisão, o juiz Caio Marco Berardo, da 100ª ZE, destacou que “é vedada, nos termos do Código Eleitoral, a divulgação ou compartilhamento de fatos sabidamente inverídicos ou gravemente descontextualizados que atinjam a integridade do processo eleitoral, inclusive os processos de votação, apuração e totalização de votos”, tal como Toni Cunha fez.
No entendimento do magistrado, ao divulgar vídeo atribuindo a seu adversário político diversas condutas sem comprovação dos fatos, Toni Cunha tenta tumultuar o processo eleitoral. “A divulgação de uma notícia não confirmada não se mostra legítima em um cenário eleitoral”, destaca, para, em seguida, condenar o candidato à multa de R$ 15 mil.
Essa é mais uma derrota na tentativa frustrada do candidato Toni Cunha de desestabilizar o líder nas pesquisas, apelando à disseminação de fake news e a factoides para tentar confundir o eleitor de Marabá com devaneios tolos e histórias inventadas, mas sempre desmascaradas, com todo o rigor da lei.





