Parauapebas e a VI Pará Expojoia

Em sua sexta edição, a Pará Expojoia – Amazônia Design foi encerrada na noite deste domingo (13), com um saldo considerado muito positivo pelos expositores, que durante cinco dias tiveram a oportunidade de mostrar ao público paraense joias, gemas, embalagens e ferramentas para o setor joalheiro. A expectativa de dobrar o faturamento do ano passado, acima de R$ 100 mil em apenas cinco dias de comercialização, foi superada pela maioria.

A criatividade e a qualidade das peças da coleção “Universo do lugar”, lançada na noite de abertura da Expojoia, foram destacadas por visitantes que estiveram no Espaço São José Liberto, em Belém, desde o dia 09. Até as 18h de domingo cerca de 6 mil pessoas haviam passado pelo local no período da feira.

Áldina Chaves, coordenadora da ADLISP (Associação de Desenvolvimento Local e Sustentável de Parauapebas), avaliou sua participação na feira como “100% positiva”. A ADLISP esteve na feira comercializando gemas brutas e lapidadas, principalmente ametista, cristal e citrino, oriundos do Garimpo das Pedras, localizado no distrito de Alto Bonito, em Parauapebas, sul do Pará. “Trouxemos cerca de R$ 10 mil em peças. Vendemos a metade na feira e a outra metade deixamos para a comercialização na Loja UNA, do Pólo Joalheiro”, informou Áldina Chaves.

A feira também foi o espaço para conhecer e debater temas importantes para o crescimento do setor no Pará. Durante o VI Encontro do Setor Joalheiro – Elos Inovadores: Criação, Produção, Gemologia e Turismo, realizado no dia 10, quatro palestrantes – Fernando Cortés, Evaldo Pinto, Adriano Mol e Stefano Ricci – abordaram a produção joalheira como estratégia de fomento ao turismo, o potencial gemológico do Pará, a lapidação como agregadora de valor ao produto gemológico e os desafios das jóias contemporâneas.