Jacundá: cortejo fúnebre de pecuarista vítima de covid-19 tem queima de fogos de artifício

Foi um dos últimos pedidos de Jomar Teixeira, que morreu em hospital público de Marabá ontem, sexta-feira (7()
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Os moradores da cidade de Jacundá, no sudeste do Pará, foram surpreendidos com uma saraivada de fogos de artifício no final da tarde de sexta-feira (7), durante o cortejo fúnebre do pecuarista Jomar Antonio Teixeira, 70 anos de idade, vítima de complicações da covid-19.

Ele estava internado na rede pública de saúde de Marabá, com quadro clínico positivo para a covid-19, e piorou durante a semana. Jomar morreu na manhã de sexta-feira e a família cumpriu dois pedidos feitos pelo pecuarista: que fosse sepultado no cemitério de Jacundá e que houve queima de fogos de artifícios durante o cortejo fúnebre. E assim aconteceu.

Por volta de 17h quando o corpo deixou a Rua 13 de Setembro, no Bairro Santa Rita, e passou pela Avenida Cristo com destino ao cemitério da cidade, dezenas de foguetes estouraram nos céus de Jacundá. “Ele sempre gostou de foguetes e pedia que seu velório tivesse um movimento para chamar atenção. Até queríamos alugar um helicóptero para jogar pétalas durante o cortejo, mas não conseguimos”, explicou vereador Daniel Siqueira Neves, irmão de Jomar Teixeira.

Conforme o último Boletim Epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde de Jacundá, no último dia 6, eram 44 as vítimas que morreram em decorrência de complicações da covid-19. Jomar foi a 45ª. Até aquele dia havia o registro de 1.551 pessoas infectadas e 1386 recuperados.

(Antonio Barroso)

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