Grupo paulista apresenta estudo ao governador do Pará para implantação de fábrica de correias transportadoras em Marabá

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O governador Simão Jatene recebeu em audiência, no final da manhã desta quarta-feira, 30, na sede do Comando da Polícia Militar, em Belém, diretores da empresa Correias Mercúrio, que estudam a implantação de uma unidade da fábrica no Pará, mais precisamente em Marabá, no sudeste do Estado. Com quase 70 anos de atividades, a Correias Mercúrio é a líder no mercado brasileiro de correias transportadoras, com um faturamento anual de cerca de R$ 300 milhões, e tem alguns dos seus principais clientes sediados no Pará, como a Vale, a Alunorte e a Mineração Rio do Norte, entre outras. “Aqui, encontramos as características ideais para a implantação do nosso negócio, que são a seriedade do governo, oferta de mão de obra e condições legais. Agora, só falta acertar alguns pequenos detalhes”, disse o diretor administrativo financeiro da empresa, Ivan Ciruelos.Sidney Oliveira/Ag. Pará

O presidente do conselho de administração da companhia, Walter Kawall, contou ao governador Simão Jatene um pouco da história da empresa, que nasceu há 68 anos em Jundiaí, no interior de São Paulo. Hoje, é a líder brasileira no segmento de correias transportadoras e maior fabricante desse tipo de produto na América do Sul. Já o diretor presidente da Correias Mercúrio, Fausto Bigi, apresentou alguns valores e princípios da empresa, que tem, por exemplo, um forte programa de formação e qualificação dos seus colaboradores, que chegam a 500 na matriz da empresa, localizada em Jundiaí. A filial – a ser instalada no Pará – deverá representar um investimento de cerca de R$ 85 milhões e geração de pelo menos mais 250 empregos diretos.

“O mais importante, para nós, é o que um empreendimento como esse pode agregar para o Estado, em termo de atração de novos fornecedores, por exemplo”, destacou o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Mineração, David Leal, que também acompanhou a reunião. O governador Simão Jatene desejou boas vindas aos empresários e disse que o Pará tem todo o interesse em colaborar com empresas que se pretendam duradouras no Estado e que foquem na agregação de valor dos seus produtos, em detrimento da pura extração da matéria-prima local, como aconteceu historicamente com muitos dos projetos que receberam incentivos governamentais para aqui se instalar.

Simão Jatene também falou sobre o potencial econômico que o Pará representa atualmente no cenário nacional. “Nós somos um Estado com desafios enormes, mas, também, com possibilidades concretas de sucesso. Somos grandes produtores de minério, de gado bovino, de palma de dendê, entre outros produtos, além de cada vez mais se descortinarem as nossas condições de grandes produtores de energia também”, destacou.

O governador citou, ainda, o fato de o Pará estar localizado em uma região estratégica, como é a Amazônia brasileira. “A Amazônia corresponde a 60% do território brasileiro, embora gere apenas 10% do PIB (Produto Interno Bruto) nacional. Por isso, temos certeza de que os olhos do País cada vez mais vão se voltar pra cá. Não é mais possível que uma região tão grande gere tão pouco para o PIB. Não tenho a menor dúvida de que o Pará, por exemplo, vai ser, em breve, um grande polo exportador de grãos”, enfatizou.

Os empresários, que inclusive já visitaram o município de Marabá, onde o novo polo da Correias Mercúrio deverá ser instalado, continuarão a ser acompanhados pelo secretário David Leal nos trâmites para a implantação da fábrica em solo paraense.

Fonte: APN

3 comentários em “Grupo paulista apresenta estudo ao governador do Pará para implantação de fábrica de correias transportadoras em Marabá

  1. junior Responder

    e isso ai governador e disso que marabá,precisa geracao de empregos e nao tal de centro de convecoes,grande elefante branco. na minha opiniao

  2. Luciano Responder

    E Parauapebas? … Pobre Parauapebas só vai vendo o trem passar…
    Só tem governante sem rumo, sem projetos de estruturastes de futuro.
    Pergunte ao prefeito qual projeto, em qualquer área, a resposta será: temos sim, deve até falar alguma coisa que vem a cabeça. Mas não tem nada em papel a ser seguido, não tem projeto estruturado de governo, com data, ano, mês à ser implantado. Sempre correndo atrás, sempre apagando fogo.
    E assim vai Parauapebas… Sempre vendo o trem passar…. Até um dia ele parar, aí será tarde.

  3. Valter Responder

    Gostei da parte da seriedade do Governo. Pode-se falar de defeitos de Jatene, mas quanto a seriedade é inegável a diferença de gestão séria em relação à anterior.

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