Goiás e Pará são os Estados com estruturas mais enxutas do País

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Marconi Perillo: corte de seis secretarias para reduzir despesas

Goiás e Pará são os Estados que mais executaram cortes na administração e enxugaram a máquina pública diante de um cenário de mudanças econômicas e novos arranjos da gestão. É o que mostra reportagem do Valor Econômico desta semana. O jornal afirma que outros Estados devem seguir este mandamento e Goiás possui hoje a estrutura mais reduzida do País.

A reportagem destaca que a proposta por trás da extinção ou fusão desses órgãos públicos é otimizar a máquina e dar racionalidade aos gastos.

Em Goiás, o governador Marconi Perillo reduziu de 16 para 10 o número de secretarias e também extinguiu duas autarquias. Com 31 órgãos públicos, o tucano conta com a menor estrutura governamental entre todos os Estados da Federação, conforme análise feita pelo Valor PRO, serviço em tempo real do Valor, com base nas informações prestadas pelos Estados nas páginas dos governos na internet.

Marconi prevê que a redução da estrutura, juntamente com extinção de quase 17 mil cargos públicos, entre comissionados e temporários, garantirá uma economia de R$ 400 milhões ao ano. “O governador enxergou a necessidade de reorganizar a máquina ao projetar as dificuldades da economia nacional e o impacto disso sobre as contas estaduais”, disse José Carlos Siqueira, secretário da Casa Civil.

Simão Jatene: redução de 75 para 59 o número de órgãos públicosSimão Jatene: redução de 75 para 59 o número de órgãos públicos

O governador do Pará, Simão Jatene, reduziu de 75 para 59 o número de órgãos públicos. Jatene acabou com cinco secretarias especiais e promoveu a fusão de outras três pastas. Estratégia similar foi adotada para as fundações, autarquias e estatais que compõem o organograma do Estado. A reorganização, explicou o tucano, resultou na extinção de aproximadamente mil cargos e deve render uma economia estimada de até R$ 20 milhões ao ano.

No dia 1º de janeiro, quando anunciou a reforma, Marconi assumiu toda a responsabilidade pelas mudanças, reforço que não aceitaria pressões e revelou que toda a nova estrutura foi pensada por ele mesmo.  “Este projeto foi elaborado por mim. É uma reforma que foi feita pela minha cabeça pela experiência que tenho de três mandatos. Espero que esse modelo de reforma sirva de vitrine para o País. Creio que caminhamos para o conceito de ‘Estado necessário”, nem mínimo nem máximo, mas o necessário para fazer um governo de qualidade”, disse Marconi. (Jornal da Manhã)

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