Estadão mostra as dificuldades dos produtores da região do Vale do Araguaia para escoar a produção

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imageDurante quatro dias, o jornalista André Borges, do jornal O Estado de São Paulo, percorreu a rota de escoamento do Vale do Araguaia. A partir de Água Boa, em Mato Grosso, a reportagem andou 970 quilômetros da BR-158 até chegar a Redenção, no Pará. Desse ponto, seguiu mais 360 km pela BR-155 para alcançar Marabá (PA). Essa região, que engloba o nordeste de Mato Grosso e o sul do Pará, forma hoje o arco de produção de grãos e pecuária mais promissor do País.

A precariedade e os riscos encontrados a cada quilômetro dessa viagem, no entanto, parecem ignorar o papel central que essas estradas jogam no quebra-cabeça logístico do País.

A rota do Araguaia, formada pelas BRs 158 e 155, é hoje o elo que falta para viabilizar um desejo antigo de integração nacional: ter rodovia, ferrovia e hidrovia trabalhando juntos. Nessa engrenagem, cargas que saem da BR-158 podem acessar os trilhos da Ferrovia Norte-Sul, em Colinas do Tocantins (TO), num trecho em que os trilhos já estão prontos para carregar grãos até os portos do Norte, como Itaqui (MA).

Confira o material jornalístico completo produzido pelo Estadão, que mostra as dificuldades dos produtores dessa região, clicando no link :http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,vale-do-araguaia-busca-saida-para-seu-futuro,1563454

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