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Canaã dos Carajás

Canaã fica 24 horas sem telefonia móvel no fim de semana das eleições 

Vandalismo cometido por pessoas ainda não identificadas teria o objetivo de deixar a cidade sem comunicação a fim de evitar denúncias de crimes eleitorais

Por aproximadamente 24 horas os usuários da telefonia móvel em Canaã dos Carajás ficaram sem comunicação entre o sábado e o domingo últimos. O cabeamento das principais operadoras de telefonia do país, Vivo, Tim, Claro e Oi, foi cortado. O crime ocorreu por volta das 20h de sábado, 6, vésperas da eleições. Imagens do circuito interno de segurança do local onde ficam as torres registraram o momento em que dois homens, ainda não identificados, subiram até o local, quebraram o cadeado de isolamento e em seguida cortaram intencionalmente o
cabeamento das operadoras.

A policia esteve no local mas pouco pôde fazer, uma vez que era necessário um suporte técnico especializado para consertar todo o estrago. Segundo informações não confirmadas, o crime foi cometido com o único objetivo de evitar que denúncias de crimes eleitorais, via telefone, chegassem às autoridades policiais. E funcionou, pois apenas duas pessoas foram presas em flagrante pela prática irregular de boca de urna e compra de voto no último domingo (7), na cidade.

Somente no fim da tarde, assim que as votações foram encerradas foi que a Operadora Vivo, mesmo com o sinal oscilando, voltou a funcionar, as demais permaneceram fora de serviço. A previsão é de que, no máximo, em uma semana tudo volte ao normal.

Imagens de outras câmaras de segurança ainda serão analisadas pela polícia e podem ajudar a identificar os autores do vandalismo. Procurada, na tarde desta terça-feira (9), a assessoria de comunicação da Operadora Vivo se manifestou sobre o ocorrido.

Nota à Imprensa

A Vivo informa que, entre os dias 6 e 9 de outubro, alguns clientes da operadora no município de Canaã dos Carajás podem ter encontrado dificuldades para utilizar serviços de voz e dados devido a falha nos equipamentos de transmissão provocada por vandalismo. A Vivo mobilizou suas equipes que solucionaram a situação à 1h desta terça-feira, dia 9/10. A operadora ressalta ainda que todas as suas Estações Rádio Base (ERBs) estão em uso regular e seguem em total conformidade com as normas estabelecidas pelo setor de telecomunicações.

As assessorias de comunicação das demais operadoras não foram localizadas.

Tecnologia 4G

Empresa de telefonia amplia rede 4G no interior do Pará

Parauapebas é a mais nova cidade a contar com tecnologia de quarta geração

A rede de quarta geração está se expandindo rápido para o interior do Pará. Já são 20 cidades com 4G ativos pela TIM. Parauapebas é a mais nova cidade a contar com a tecnologia. A operadora segue trabalhando para levar a cada vez mais consumidores a melhor experiência em navegação na internet móvel. A companhia encerrou 2016 na liderança disparada da cobertura 4G no Brasil, presente em mais do que dobro de municípios alcançado pela operadora que está na segunda colocação. A empresa atingiu a marca de 1.246 cidades com sua rede de quarta geração, um incremento de 200% em relação ao número de municípios cobertos no fim de 2015.

Para reforçar esse protagonismo no setor e incentivar a migração de novos clientes, a TIM lançou sua primeira grande campanha de 2017 destacando a liderança em 4G, mostrando um comparativo com as demais teles. O filme estreou neste final de semana (veja aqui).

“Investimos fortemente em infraestrutura e avançamos rapidamente na cobertura 4G. Fechamos o ano com mais de 1.200 cidades cobertas, proporcionando uma experiência diferenciada de navegação para os moradores dessas localidades. Em vários desses municípios, somos a única empresa a oferecer a tecnologia de quarta geração. Queremos que os consumidores conheçam esse trabalho, vejam nossos esforços e entendam a relevância desse protagonismo da TIM no setor”, destaca Pietro Labriola, COO da TIM Brasil.

Municípios cobertos com tecnologia 4G no Pará

Belém
Ananindeua
Castanhal
Igarapé-Açú
Marabá
Santarém
Bragança
Marituba
Benevides
Capanema
Abaetetuba
Bonito
Goianésia do Pará
Marapanim
Salinópolis
Salvaterra
Santa Maria do Pará
Cametá
Parauapebas
Altamira

Tecnologia

WhatsApp libera chamada de vídeo para Android e iPhone

Recurso estava em testes desde o final de outubro e deve chegar a todos os aparelhos nos próximos dias

O WhatsApp liberou nesta segunda-feira, 14, um novo recurso de chamadas em vídeo. Em teste desde o final de outubro, a função já está disponível para aparelhos com sistemas operacionais Android, iOS e também para o Windows Phone.

Segundo a assessoria do WhatsApp no Brasil, a atualização pode demorar alguns dias para chegar a todos os usuários brasileiros.

Para usar as chamadas de vídeo, o sistema será bastante parecido com o atualmente utilizado com as chamadas de voz. Para começar uma chamada, basta acessar a tela de mensagens com o seu contato específico e clicar no símbolo do telefone – na sequência, um menu será aberto pedindo para o usuário escolher entre chamada de voz ou de vídeo. O sistema é parecido com o Skype e o Duo, do Google.

Utilizado por mais de 1 bilhão de pessoas, o WhatsApp já havia começado a realizar testes de vídeo no início do ano, mas durante um curto espaço de tempo.

O aplicativo, que foi vendido para o Facebook por US$ 22 bilhões, aposta em diversificar as formas de comunicação entre seus usuários. Para os brasileiros, um fator que pode ser prejudicial à utilização do recurso de vídeo é a qualidade da internet móvel no país.

O WhatsApp já fez, nos últimos meses, outras atualizações para incrementar a experiência de seus usuários. Além de permitir que as pessoas desenhem em suas fotos, como no Snapchat, o aplicativo também poderá ser utilizado por empresas no contato com seus clientes.

MPPA reúne com Anatel para discutir melhorias nos serviços de telefonia

O Pará é o 10ª estado brasileiro que mais consome serviços de telefonia. Apesar de estarem entre os principais clientes das operadoras, os paraenses ainda sofrem com a oferta dos serviços. Tanto que o estado ocupa a última colocação no ranking da qualidade da telefonia no Brasil. A reversão deste cenário foi o tema da reunião realizada, na tarde desta terça-feira (1º), entre o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

O promotor de justiça César Mattar Junior, coordenador do Centro de Apoio Constitucional do Consumidor do MPPA, esteve na sede da Anatel, em Belém, para uma reunião com o novo presidente da agência, o paraense Juarez Quadros, que assumiu o cargo em setembro. Eles trataram sobre medidas para melhorar os serviços ofertados aos consumidores paraenses, sobretudo os de telefonia móvel. Também participaram da reunião o superintendente de fiscalização da Anatel, Marcus Vinícius Paolucci, o gerente regional da Anatel no Pará/ Maranhão/ Amapá, Cannot Braun, e técnicos da instituição.

Durante a reunião, o MPPA listou algumas das fragilidades da telefonia no Pará e reforçou a importância de um trabalho integrado com a Anatel para que as operadoras aprimoram o atendimento ao consumidor.

“Os maiores problemas são comuns a todas as regiões do Pará: problemas na rede de cobertura, instabilidade do serviço e deficiência no atendimento. Temos também denúncias de vendas de pacotes de serviços em locais onde a operadora não possui cobertura”, explicou o promotor César Mattar. “Não é aceitável o Pará ser um dos principais clientes e receber o pior serviço das operadoras”, completou.

Texto Alternativo

Segundo levantamento da Anatel, os serviços ofertados no Pará se encontram em uma situação crítica. As empresas telefônicas precisam cumprir metas de desempenho estabelecidas pela agência, como reduzir taxas de queda de ligações e os índices de conexões de dados. Em território paraense, o atendimento das metas é de apenas 57,8% (numa escala de 0 a 100%), muito abaixo dos 70% considerados razoáveis pela Anatel.

“As empresas têm obrigações a serem cumpridas, não só no Pará, mas no Brasil inteiro”, disse o presidente Juarez Quadros. “No Pará a situação é mais complicada em razão das distâncias. Ainda há muito para se fazer”, completou.

Quadros citou que em outros estados estão sendo tomadas medidas inovadoras para melhorar os serviços de telefonia, como reavaliar a aplicação de multas às operadoras que apresentem serviços deficitários. “Ao invés de apenas multar, estamos fazendo com que as operadoras convertam as multas em investimentos em equipamentos e tecnologia para melhorar os serviços. Ou seja, algo que beneficie diretamente o consumidor”, comentou o presidente da Anatel, sinalizando que esta medida pode ser estendida ao Pará.

Novo encontro

MPPA e Anatel voltarão a se reunir na manhã desta sexta-feira (04), na sede do Ministério Público, em Belém, mas desta vez com a presença da Tim, atualmente a única empresa com avaliação regular no ranking da Anatel. O encontro é parte da agenda do Grupo de Trabalho da Telefonia, comitê coordenado pelo Ministério Público que busca definir medidas práticas para melhorar a telefonia no estado.

“Esta será a primeira reunião setorial do GT Telefonia, envolvendo o Ministério Público, Anatel e uma empresa específica. Vamos ouvir as manifestações da TIM e da Anatel e definir algumas ações, como prazos para a empresa cumprir as metas de desempenho”, explicou o promotor César Mattar. “Depois da TIM teremos reuniões também com as demais operadoras”, concluiu.

Texto e fotos: Assessoria de Comunicação Social

Notícias

Comprovado que Anatel fiscalizou adequadamente serviço prestado pela TIM no Pará

celular-telefone-smartphoneA Advocacia-Geral da União (AGU) demonstrou na Justiça paraense que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) cumpriu corretamente sua função de fiscalização em caso no qual o Ministério Público Federal (MPF) acionou a autarquia e a Tim Celular S/A no Pará. Além de melhorias na infraestrutura e serviços da empresa de telefonia, o MPF queria obrigar a agência reguladora a impor e fiscalizar as mudanças exigidas da Tim.

O MPF alegou ter recebido um grande número de reclamações de clientes da Tim acerca da má qualidade dos serviços prestados pela empresa no estado, tanto na zona metropolitana de Belém quanto no interior do estado, como internet lenta e bloqueio e queda de chamadas telefônicas.

O órgão pleiteou que a empresa ficasse proibida de comercializar novas linhas telefônicas até que instalasse e colocasse em funcionamento os equipamentos necessários à prestação de melhores serviços, e que a Anatel fosse obrigada a promover as melhorias necessárias em trinta dias e fiscalizar a implantação dos serviços pela Tim. O MP pediu, ainda, que a empresa pagasse uma indenização de R$ 100 milhões por danos morais coletivos.

No entanto, a Procuradoria Federal no Pará (PF/PA) e a Procuradoria da Agência Nacional de Telecomunicações (PFE/ANATEL), unidades da AGU que atuaram no caso, demonstraram que a agência reguladora já estava cumprindo devidamente suas obrigações, inclusive o exercício do seu poder de polícia na fiscalização dos serviços prestados pela Tim.

Sanções

De acordo com a documentação apresentada pelas unidades da AGU, a autarquia não apenas apurou as irregularidades relatadas, mas também tomou as medidas cabíveis para a solução dos problemas, aplicando até mesmo sanções visando assegurar a prestação regular e efetiva dos serviços da Tim. A 1ª Vara da Seção Judiciária do Pará acolheu os argumentos da AGU e julgou improcedentes todos os pedidos do MPF.

A PF/PA e a PFE/ANATEL são unidades da Procuradoria-Geral Federal, órgão vinculado à AGU.

Fonte: Assessoria de Imprensa AGU

Brasil

Justiça determina bloqueio do WhatsApp em todo o Brasil por 48 horas

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A Justiça mandou as operadoras de telefonia fixa e móvel bloquearem o serviço de mensagens instantâneas WhatsApp em todo o país por 48 horas, a partir de 0h desta quinta (17). A medida foi determinada pela 1ª Vara Criminal de São Bernardo do Campo nesta quarta (16).

Embora travem uma disputa com o aplicativo há meses, as teles receberam a determinação judicial com surpresa.

Até as 22h, o Sinditelebrasil, associação que representa o setor, informou que as operadoras tentariam cumprir a decisão no prazo definido.

Mas, devido às dificuldades técnicas do bloqueio e ao impacto que ele causará no serviço das operadoras, a Oi decidiu entrar com pedido de recurso. Se o pedido sair até a meia-noite desta quarta, o bloqueio não será efetivado pela operadora.

Até as 22h, as demais operadoras ainda não haviam se manifestado sobre pedidos de recurso. Quem não tiver recurso judicial e não cumprir o bloqueio correrá o risco de multa e os representantes da operadora podem ser presos.

A Justiça em São Bernardo do Campo quer que o WhatsApp fique fora do ar no país devido a uma investigação criminal.

As autoridades que investigam o caso obtiveram autorização judicial para que o WhatsApp quebrasse o sigilo de dados trocados pelos investigados via aplicativo, mas a empresa não liberou as informações solicitadas. O bloqueio seria uma represália.

Em fevereiro, um caso parecido ocorreu no Piauí, quando um juiz também determinou o bloqueio do WhatsApp no Brasil. O objetivo era forçar a empresa dona do aplicativo a colaborar com investigações da polícia do Estado relacionadas a casos de pedofilia.

A decisão foi suspensa por um desembargador do Tribunal de Justiça do Piauí após analisar mandado de segurança impetrado pelas teles.

SEM COMUNICAÇÃO

No ofício, a Justiça de São Bernardo do Campo lista todas as empresas, entre operadoras de telefonia fixa e móvel, provedores de internet, e até empresa de cabos submarinos que deveriam fazer o bloqueio.

Para cumprir a decisão judicial, elas estavam, até as 22h, em uma operação de guerra.

Isso porque, tecnicamente, não é fácil bloquear o WhatsApp. Os acessos feitos pelo aplicativo mudam as “digitais” em intervalos de tempo bastante curtos, o que requer mais trabalho das equipes técnicas das empresas.

Apesar de ser dona do aplicativo, o Facebook no Brasil não comentou o caso porque considera o WhatsApp um negócio separado. A assessoria de imprensa do aplicativo nos EUA não respondeu até as 22h.

PIRATARIA

As teles já vinham reclamando ao governo que é preciso regulamentar o serviço do aplicativo, que faz chamadas de voz via internet. Para elas, esse é um serviço de telecomunicações e o WhatsApp, e demais aplicativos do gênero, não poderiam prestar porque não são operadores.

Recentemente, o presidente da Vivo, Amos Genish, disse em um evento que o aplicativo prestava um serviço “pirata” e defendeu regulamentação.

“Não tenho nada contra o WhatsApp, que é uma ferramenta muito boa, mas precisamos criar regras iguais para o mesmo jogo”, disse.

“O fato de existir uma operadora sem licença no Brasil é um problema”, afirmou Genish, em referência ao serviço de voz do aplicativo.

Para o executivo, o WhatsApp estaria funcionando, na prática, como uma operadora de telefonia.

Fonte: Folha S.Paulo

Parauapebas

TIM Celular é condenada a pagar indenização à prefeitura de Parauapebas

TIMO município de Parauapebas, através de sua Procuradoria Geral, impetrou, em 2009, Ação de Anulação de Contrato contra a empresa TIM Celular alegando que havia contratado plano coorporativo com a empresa de telefonia e a mesma não havia prestado, de modo devido os serviços contratados, o que gerou inúmeras reclamações junto ao Procon local.

Inconformada, à época, a TIM Celular encaminhou ao SERASA, supostamente sem a devida notificação,  comunicações relativas ao débito contratual em nome da PMP, que foi
inscrito nos cadastros de inadimplentes. A PMP requereu a declaração de nulidade dos débitos cobrados mensalmente pela TIM, bem como a condenação da operadora ao pagamento de indenização no montante da dívida cobrada, cerca de R$30 mil.

A juíza titular da 4ª Vara da Comarca de Parauapebas, Adelina Luíza Moreira Silva e Silva, após a produção de provas e audiência realizada na tentativa de conciliar, declarou a nulidade dos
débitos cobrados pela ré TIM Celular e o pagamento de indenização pela operadora ao município, a título de dano moral, no valor de R$ 30.000,00 ( tinta mil reais), acrescidos de correção monetária pelo INPC, a partir da decisão,
e de juros de mora de 1% ao mês, a partir da data da primeira inscrição do nome do autor no SERASA, que ocorreu em 14/12/2009, e, ainda, ao pagamento das custas processuais e honorários advocatícios em favor dos advogados
da PGM no percentual de 2 0% sobre o valor da condenação.

Na sentença, a juíza condenou o município, autor da ação, ao pagamento de honorários advocatícios em favor dos advogados do SERASA no valor de R$ 1.000,00 (mil reais), já que ficou comprovado que o SERASA não teve culpa na indevida inscrição da PMP em seus registros de inadimplentes.

Da decisão, cabe recurso.