Minério de ferro de Parauapebas tem pior outubro em 15 anos

Produção física exportada da Vale não era tão pequena desde 2007. Em 2017, com o preço do minério lá em baixo, tonelagem ao exterior foi o dobro de 2022. Maior faturamento foi em 2010.
Exportações de Parauapebas despencam 45% e acendem alerta

Município teve em fevereiro menor volume de minério exportado em 15 anos, o que repercutirá no recolhimento de royalties. Já o vizinho Canaã acabou “expulso” do Top 10 dos exportadores
Parauapebas pode encerrar 2019 com menor produção de minério da década

Mesmo com produção mais tímida, município assistiu à entrada histórica de royalties em razão do aumento da alíquota incidente sobre a commodity, da subida de preços da tonelada pós-Brumadinho e, também, da alta do dólar frente ao real. Mas receita de royalties cairá em 2020.
Produção agrícola paraense encolhe R$ 300 milhões de um ano para outro

Das quatro principais commodities, açaí e mandioca tiveram retração. Soja e cacau foram os que mais avançam. Dos dez municípios que mais produzem cacau no país, seis são do Pará.
Prefeitura de Parauapebas vai se deliciar com R$ 63,5 milhões em royalties este mês

A título de comparação, essa cota de royalties é suficiente para sustentar por quatro meses inteiros a cidade de Redenção, cuja receita anual gira na casa dos R$ 170 milhões. É mole?
Minério de ferro é 3º produto mais exportado do Brasil em fevereiro, diz Economia

Blog levantou que a produção da commodity pela Vale no Pará em 2018 deu uma senhora surra em Minas Gerais, berço da empresa e onde ela está encrencada pela tragédia de Brumadinho.
Rei do abacaxi é do Pará: conheça o município que movimenta milhões com a fruta
Delícia da terra gera três vezes mais movimento financeiro que a arrecadação inteira da prefeitura. No entanto, Floresta do Araguaia não está na lista de exportadores; produto é absorvido por mercado doméstico.