Diretor do DNIT deverá anunciar amanhã, em Altamira, o asfaltamento da BR-230 (Transamazônica). Uma obra de R$1 bilhão

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O diretor do Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes (DNIT), Luiz Antônio Pagot, anunciará neste sábado, 28 de novembro, durante o I Fórum Regional de Desenvolvimento Econômico e Sócio-Ambiental da Transamazônica e Xingu (FORT Xingu), a ser realizado na Associação Comercial de Altamira, no Pará, que o governo federal disponibilizará cerca de R$ 1 bilhão para a pavimentação asfáltica de 984 quilômetros do trecho paraense da BR-230 (Transamazônica), desde a travessia do Rio Araguaia, na divisa com Tocantins, até o município de Rurópolis, melhorando a trafegabilidade produtiva e social dos moradores dos municípios de Marabá, Itupiranga, Novo Repartimento, Pacajá, Anapú, Altamira, Brasil Novo, Medicilândia, Uruará, Placas e Rurópolis.

O FORT Xingu tem como objetivo debater a construção da Hidrelétrica de Belo Monte e o asfaltamento da Transamazônica dentro de um projeto de desenvolvimento sustentável para a área de influência da usina, que abrange 11 municípios paraenses, além da realização de conferências sobre o Ordenamento Fundiário e o Cadastro Ambiental Rural do Pará (CAR-PA), além de consolidar diversas oportunidades de negócios para o desenvolvimento regional da UHE Belo Monte.

A presença do gestor do DNIT tem o objetivo especifico de debater as obras de construção e pavimentação da BR-230, além da construção da Hidrelétrica de Belo Monte. No dia 28 de novembro, Luiz Antônio Pagot, a governadora do Estado do Pará, Ana Júlia Carepa, o coordenador do Fort Xingu, Vilmar Soares e o deputado federal Zé Geraldo, além da presença de prefeitos e outras lideranças políticas, empresariais e sociais dos municípios envolvidos farão uma visita ao trecho entre os municípios de Altamira e Brasil Novo, na BR-230.

No dia 29 de novembro, a partir das 9 horas, haverá visita às obras de pavimentação da BR-230, entre Miritituba e o Itaituba. De acordo com o deputado federal Zé Geraldo, na Rodovia Transamazônica existem frentes de trabalhos atuando nas regiões de Marabá, Altamira/Medicilândia, Itaituba e Miritituba. “Até a primeira semana de dezembro, o Dnit promoverá a licitação de mais quatro trechos entre Novo Repartimento e Medicilândia. Na segunda quinzena de dezembro haverá a divulgação do processo licitatório de outros trechos da rodovia”, antecipa o parlamentar.

O parlamentar petista informa ainda que na rodovia na Santarém-Cuiabá, as frentes de trabalho atuam nas regiões dos municípios de Novo Progresso, Moraes de Almeida e Castelo dos Sonhos. “Até o final do ano, o governo brasileiro, por meio do DNIT, concluirá a licitação de outros trechos de asfaltamento destes dois grandes corredores, que estão estrategicamente ligadas com a conclusão das obras do Porto de Vila do Conde e da Usina Hidrelétrica de Tucuruí para promover o desenvolvimento regional com sustentabilidade”, enfatiza.

PLANO GLOBAL

O coordenador do FORT Xingu enfatiza que o asfaltamento é uma das partes fundamentais do desenvolvimento regional. No final do evento haverá a consolidação de um Plano de Desenvolvimento Sustentável da Transamazônica e do Xingu. “A nossa meta é trabalhar para construir parcerias visando a execução do georreferenciamento das propriedades envolvidas no Aproveitamento Hidrelétrico de Belo Monte (AHE), contribuindo para o ordenamento fundiário e a regularização ambiental das propriedades rurais da região de abrangência do projeto. Formularemos ações que deverão constar como condicionantes para o licenciamento ambiental do projeto”, assinala o gestor.

Para ele, é fundamental garantir os direitos das populações envolvidas, sejam povos indígenas, comunidades quilombolas, moradores das zonas urbanas e rurais. “O Aproveitamento Hidrelétrico de Belo Monte é um projeto de grande viabilidade e importância estratégica. No entanto, sua viabilidade sociopolítica será em função de sua capacidade para induzir o desenvolvimento da região em bases sustentáveis, tendo como proposta a melhoria e a consolidação do espaço regional. Dada a precariedade da situação atual da região, é imprescindível o envolvimento e a participação de todos os segmentos regionais para que os efeitos positivos da implantação do AHE Belo Monte sejam devidamente apropriados e maximizados na região”, frisou Vilmar.

O coordenador do FORT Xingu finaliza acentuando que “é necessária a formalização de um Plano de Ações Emergenciais que busque direcionar os investimentos federais e estadual nas áreas de infraestrutura rodoviária, educação e de saúde nas zonas urbana e rural. Devemos também fortalecer a estruturação do setor produtivo para a área de influência do AHE Belo Monte. Vamos trabalhar para criar condições para a competitividade da produção regional e para que a mão-de-obra local possa obter colocação nos postos de trabalho que serão criados”, finaliza o coordenador do FORT Xingu.

Fonte: Kid Reis – Assessoria de Imprensa dep. Zé Geraldo

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