Dieese: décimo terceiro deve injetar mais de R$5 bi no Pará e no Amazonas

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Estimativa divulgada pelo DIEESE aponta crescimento de mais de 8% dos valores pagos no ano passado

Até dezembro, o pagamento do 13º salário nos dois estados mais populosos da região Norte, Pará e Amazonas, vai injetar mais 5 bilhões nas economias locais. Em comparação com 2014, nos dois estados, o montante pago aos trabalhadores do mercado formal cresceu mais 8%. As informações são do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE).

13A economia amazonense deverá receber, até o final de 2015, R$ 1,87 bilhões. O valor é aproximadamente 1,1% do total do Brasil e 22,3% da região Norte. Esse montante, em termos nominais, é cerca de 8,2% superior ao calculado para o ano de 2014 e representa em torno de 2,2% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual.

O contingente de amazonenses que receberá o dinheiro é estimado em pouco mais de 925 mil pessoas, o número teve uma queda de 1,2% em relação ao ano de 2014. O valor médio pago será de R$ 1.892,70, em termos nominais, o que supõe um aumento de 8,1% em relação ao valor médio pago em 2014.

No Pará, aproximadamente 2.026.039 pessoas devem ser beneficiadas com cerca R$ 3,5 bilhões, o equivalente a 2,9% do PIB estadual. O valor do pagamento aumentou 8,38% em relação ao ano passado. O número total de pessoas beneficiadas também cresceu, 1,11%. O valor médio a ser pago ao conjunto de trabalhadores a título de 13º salário 2015 é foi estimado em R$ 1.620,17.

Região Norte tem a menor fatia

O pagamento do 13º salário deve injetar na economia brasileira aproximadamente R$ 173 bilhões até dezembro de 2015. O montante representa aproximadamente 2,9% do PIB do País, e será pago aos trabalhadores do mercado formal, inclusive aos empregados domésticos e beneficiários da Previdência Social. O valor médio nacional a ser pago foi estimado em R$ 1.924,34 com a seguinte distribuição.

Segundo o DIEESE, a Região Norte ficará com a menor parcela, cerca de 4,9% do montante a ser pago com o 13º salário. A parcela mais expressiva deve ficar com os estados do Sudeste, 51,3%. Outros 15,6% devem ser pagos na região Sul, enquanto ao Nordeste serão destinados 15,9%. Para a região Centro-Oeste ficará 8,6%. (Portal Amazônia)