Delegado dá detalhes da morte do agente de trânsito em Parauapebas

O delegado Rodrigo Paggi, diretor da 20ª Seccional de Polícia Civil de Parauapebas informou há pouco detalhes sobre o assassinato do agente municipal de trânsito Geraldo Nunes. Segundo relatou o …

O delegado Rodrigo Paggi, diretor da 20ª Seccional de Polícia Civil de Parauapebas informou há pouco detalhes sobre o assassinato do agente municipal de trânsito Geraldo Nunes.

Segundo relatou o delegado, o acusado Jorge Luiz da Conceição Santos, de 18 anos, trafegava pelas proximidades da FAP em uma moto com duas mulheres na garupa, sem capacete quando foi abordado pelo agente do DMTT que, inconteste, verificando que o mesmo não apresentou a CNH e os documentos da moto e que a mesma estaria sem placa e com o retrovisor quebrado, efetuou a apreensão da moto, colocando-a em um caminhão guincho contratado pelo Departamento de Trânsito para acompanhar a operação.

Segundo o delegado apurou, cerca de vinte minutos depois, quando o guincho se preparava para levar as motos apreendidas para o pátio do DMTT, o acusado chegou em uma camioneta S-10 acompanhado do pai, Luiz Carlos da Conceição, e usou por duas vezes o veículo para impedir a passagem do guincho, impedindo-o de seguir seu destino.

Nesse momento o acusado teria descido da camioneta e discutido com o agente de trânsito. Os dois entraram em luta corporal em cima do guincho e no chão. Inconformado, o acusado voltou à camioneta onde estava o pai e voltou com uma faca. Vendo que o acusado estava armado e temendo pela sua vida, o agente correu de imediato. Todavia, tropeçou em uma pedra e caiu ao chão. Aproveitando-se da queda, o acusado desferiu dois golpes de faca nas costas do agente, que , socorrido, veio a falecer ainda quando era levado ao Hospital.

Após atingir o agente, o acusado evadiu-se do local, assim como o pai.

Poucos minutos depois, informou o delegado Rodrigo Paggi, a Polícia Civil sabia os nomes dos criminosos e já empreendia buscas para capturá-los.

Luiz Carlos da Conceição, o pai do acusado, que é comerciante de frangos em Parauapebas, foi preso em casa poucos minutos após a confusão. Conduzido à Depol, vai responder como co-partícipe do crime, já que deu carona ao filho, fechou o veículo que levava a moto do acusado e teria fornecido a arma que matou o agente,

As Polícias Civil e Militar continuam as buscas para prender Jorge Luiz da Conceição Santos.

9 comentários em “Delegado dá detalhes da morte do agente de trânsito em Parauapebas

  1. Anônimo Responder

    So acho que ninguem deve julgar ninguem por isso existe punisao as coisas aconteçem na hora do disespero so axo

  2. silvio Responder

    E os governantes ainda insistem em dizer que o nosso trabalho não tem risco de vida, é palhaçada viu. Ano que vem quero ver quem vai votar nesses palhaços que não fazem nada pela nossa profissão.

    Agente de Fiscalização de Trânsito

  3. Impunidade ! Responder

    Esta atitude cruel e selvagem de Mem!
    Mem estuda e Mem Trabalha !
    Um imbecil que acredita na impunidade para se monstra capaz e importante !
    Pior apoiado por um idiota que se diz Pai !

    Tem que perder este delinqüente !

    Fazer pagar caro !

    Não merece viver em sociedade !
    Só assim Parauapebas ficara livre deste metidos a espertos e ignorantes !

  4. wss Responder

    Não havia um policial no local para prender esses vagabundos a hora?
    A FAP tem virado palco desse tipo de acontecimento, muita gente pouca policia.

  5. Estela Noemy Borges Responder

    Sinto muito pela do guarda de trânsito que presta um trabalho tão importante para a comunidade , o pai deveria estar na cadeia uma vez que apoia o filho que desrespeitando não só autoridades, mas seres humanos.

  6. Antônio Carlos Bailão Responder

    A falta de uma fiscalização mais enérgica e pontual, de uma atuação e autuações mais severas e obstinadas ao longo de anos e anos de desmandos no trânsito da cidade, onde a lei do mais esperto, do total desrespeito às leis e normas de trânsito, do “sabe com quem está falando”?, reflete negativamente e covardemente naquele que quer fazer o seu trabalho. Onde impera a impunidade e os desmandos de toda a sorte, não se pode esperar grande coisa ou melhor: pode-se esperar sempre o pior!

    • ANONIMO Responder

      Antônio Carlos, sábias palavras.
      Infelizmente precisou um servidor falecer, mas ameaças a servidores são frequentes como aos fiscais da SEMMA e SEMURB, que atuam na maioria das vezes sem o apoio policial.
      Espero que depois dessa trágica operação do DMTT, embora é sabido que o número de policiais em nosso município é reduzido, o apoio dos policiais as ações de fiscalização sejam frequentes.

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