O corpo de Ana Karina ainda não foi encontrado, apesar da equipe de mergulhadores estar se empenhando bastante desde o último domingo (27), quando a tentativa de resgatar o corpo de Ana Karina teve início. Segundo o comandante da operação, Major Cantuária, já foram rastreados cerca de 16 mil metros quadrados do fundo do Rio Itacaiúnas, local onde o corpo teria sido desovado pelo assassino.
Através de ofício encaminhado ao delegado André Albuquerque, presidente do inquérito, o major Cantuária solicitou que a Polícia Civil providencie a reconstituição do fato pelos próprios acusados. Isso, segundo o major, “é necessário para melhor elucidar o fato e o local exato do arremesso do tambor, assim como peso aproximado e características do material utilizado”.
O delegado André ainda não se posicionou quanto à solicitação, mas, o fato do corpo ainda não ter sido encontrado e dessa reconstituição com os próprios acusados ainda não ter sido feita, vem trazendo uma certa preocupação tanto na família da desaparecida, quanto na maioria da população.
Farei aqui alguns questionamentos, que já deveriam ter sido feitos, mesmo sabendo da dificuldade com a logística que aparentemente apresenta a Polícia Civil do Pará e a de Parauapebas, em particular, e acreditando que o delegado André e equipe estão fazendo o que é humanamente possível
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Porque Alessandro Camilo e Minêgo foram recambiados para a capital antes que houvesse a reconstituição do crime e da ocultação?
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Por qual motivo essa reconstituição ainda não ocorreu?
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Não poderiam, os acusados, terem tramado a estratégia de desviar a atenção das investigações para o Rio Itacaiúnas, onde o corpo não seria encontrado e depois, em juízo, negarem todas as acusações sob a alegação que foram obrigados ou coagidos a afirmar a culpa, tendo a justiça que libertá-los em virtude de não haver a materialidade do crime?
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Não deveria a polícia civil explicar o motivo da demora em apresentar os resultados científicos do material recolhido no veículo de Alessandro, assim como do material genético colhido do acusado e de D. Iris, mãe de Ana Karina?
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Porque somente “Magrão” indicou o local onde o tambor com o corpo de Ana Karina foi jogado, já que Alessandro e Minêgo teriam sido co-autores do fato?
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Porque não levá-los ( os acusados), um a um, até a ponte, para que eles, individualmente, apontem o exato local de onde jogaram o tambor, facilitando assim evidenciar uma provável armação, caso haja divergência no local indicado?
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Porque a Polícia não isolou a área onde o corpo supostamente foi jogado?
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Porque não há segurança no local para parentes, amigos e pessoal que efetivamente trabalha no resgate do corpo?
Acompanhe tudo que já foi postado sobre o caso Ana Karina.
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