Arquivado por março 2010
Interpretando o discurso
31/03/10
Governadora Ana Júlia, em seu blog:
“Há mais de 3 anos estamos plantando a semente da mudança em nosso Estado”
Meu pitaco:
Sim, concordo com a governadora. Em outubro chegará a hora de colher. Vamos todos mudar!
PA-150 está no PAC 2 e será federalizada como BR-155
31/03/10
Com o lançamento da segunda edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), um dos corredores de desenvolvimento no Pará ganha atenção especial: a PA-150, que será federalizada como BR-155. Do município de Moju até Redenção, a rodovia passa por Tailândia, Goianésia, Jacundá, Nova Ipixuna, Marabá, Eldorado dos Carajás, Sapucaia, Xinguara, Rio Maria e Pau D’arco, além de permitir o acesso a Bannach. “A expectativa é de um investimento de aproximadamente R$ 350 milhões para proporcionar que os 360 quilômetros tenham uma melhor trafegabilidade, segurança e garantia de escoamento da produção na região”, informa o deputado federal Zé Geraldo.
A rodovia, segundo dados da Secretaria Estadual de Transportes (Setran), é fundamental para facilitar o escoamento da produção do sul, sudeste e nordeste do Pará para o mercado externo, através do porto de Vila do Conde, integrando os municípios por onde passa e adjacências, além de desenvolver o turismo interior do leste do Pará.
O deputado informa ainda que está trabalhando para consolidar a inclusão dos aproximadamente 63 quilômetros da BR-422 no PAC 2. “ Já conversei com a secretária Executiva do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Mirian Belchior, e o cenário é bastante positivo. Devemos consolidar esta iniciativa até meados deste ano”.
Zé Geraldo acredita que consolidando estes investimentos, os benefícios favorecerão o desenvolvimento regional, o setor produtivo, a agricultura familiar e o cidadão. “A meta é interiorizar ainda mais as políticas públicas, fortalecer um setor estratégico do desenvolvimento paraense, que é a matriz de transporte, e buscar resultados positivos para combater as desigualdades regionais e construir um novo modelo desenvolvimento com sustentabilidade e inclusão social”, finaliza Zé Geraldo.
Fonte:ASCOM Deputado Zé Geraldo
S.A.
31/03/10
O governo vai transformar os Correios em sociedade anônima de capital fechado. Medida provisória reestruturando a ECT, transformando-a em Correios do Brasil S.A., deve ser publicada hoje.
Fonte: Migalhas
Para não melar
31/03/10
Haverá troca na ASCOM de Parauapebas. Foi o que me garantiu ontem um importante articulador do governo Darci Lermen. Alexandre deverá dar lugar a outro já conhecido do governo municipal e do PT. Me solicitaram para não revelar, ainda, o nome do escolhido e atenderei.
Faço isso apenas preocupado para que não aconteça aqui algo parecido com o que conta aquela velha lenda mineira, onde um influente amigo de Tancredo Neves, doido para assumir uma secretaria, foi ter com o então recém eleito governador de Minas alegando que a imprensa local havia anunciado que uma pasta estava reservada à ele e o mesmo queria saber o que dizer.
Tancredo, mineiro polido e sagaz, disse ao solicitante: “diga que lhe convidei e você não aceitou por acreditar ter outras maneiras de colaborar”. O pobre jamais assumiu a pasta.
Aniversário
31/03/10
Enquete
31/03/10
Já está no ar a nova enquete do blog que quer saber a opinião do leitor sobre o que deve fazer o Secretário de Administração de Parauapebas, Luiz “Tile” Vieira, agora que está sendo acusado de ter levado as telhas usadas do almoxarifado municipal para a casa do seu pai. Você acha que ele deve:
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devolver
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cobrir a casa do pai
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devolver e pedir demissão
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pedir demissão sem devolver
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ficar na dele que isso não vai dar em nada
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montar uma loja de material de construção usado
Gestor da SAAEP será convidado para explicar aumento de tarifas na Câmara Municipal de Parauapebas
31/03/10
Do Blog do Marcel Nogueira
Continua repercutindo a defesa do vereador Faisal Salmen, contra o aumento abusivo da tarifa da água. É aquela coisa, pode até não gostar do vereador, afinal, os muitos anos de estrada política costumam fomentar rejeições, entretanto, não há como negar que atualmente ele é a voz mais audível e atuante do Legislativo, se colocando sempre ao lado dos interesses populares, contra os desmandos de um governo que nem bem iniciou o segundo ano do segundo mandato, já dá mostra que vive um clima de final de feira, aliás, com diria o confrade Leo Mendes, "de terra arrasada", naquela de "quem sair por último apague a luz".
Voltando ao tema, a luta contra o aumento ganhou mais um aliado. Está previsto para a sessão de hoje o requerimento do vereador Odilon Rocha de Sanção (PMDB), convocando o gestor da SAAEP, Edvando Cabral para prestar esclarecimentos no Legislativo sobre o assunto.
Algo me diz que Cabral pode até tentar, mas não vai conseguir convencer ninguém. Tem certas coisas que se explica mas não se justifica.
Artigo do senador Cristovam Buarque sugere que os filhos de políticos frequentem as escolas públicas
30/03/10
Como melhorar a educação? Obrigando presidente, governadores, prefeitos e parlamentares a testar o ensino público – com suas próprias crianças. Por Cristovam Buarque:
Quanto custa estudar no Brasil? Depende. Se você estiver entre os 20% mais ricos da população, vai chegar ao fim de 20 anos de colégio e faculdade com uma formação de aproximadamente R$ 250 mil. Isso significa cerca de R$ 1 mil por mês. Nessa conta entram o dinheiro que você tira do próprio bolso para pagar as mensalidades e a contribuição que o governo faz (com investimento em universidades estatais e deduções de imposto). Agora, se você fizer parte dos outros 80%, sua educação receberá um investimento bem menor: o equivalente a R$ 116 por mês. Esse é o total gasto pelo país por aluno para manter as escolas públicas, onde não se passa muito tempo. Em média, essa parte da população completa só 5 anos de estudo formal, geralmente entre os 7 e os 11 anos de idade.
Ou seja: enquanto ricos estudam em escolas de qualidade por um longo tempo, o resto estuda por pouco tempo em escolas ruins. Como senador, tenho um projeto que pretende amenizar essa desigualdade. Minha proposta é a de que políticos eleitos – vereadores, prefeitos, deputados, senadores e o presidente – fiquem obrigados a matricular seus filhos em escolas públicas. Caso contrário, perderão seu mandato. O projeto já foi apresentado e agora espera avaliação do Senado e da Câmara.
No Brasil do passado, só classes com influência tinham vaga nas boas escolas públicas. Filhos de pobres não estudavam, ou frequentavam colégios particulares mantidos pela Igreja Católica, como seminários. Hoje filhos de eleitos estão entre os 20% mais ricos, em geral. E vão a colégios particulares.
Em lugares como Reino Unido e Cingapura, políticos nem pensam em colocar os filhos em escolas particulares. Os eleitores não aceitariam essa escolha, porque ela significaria ignorar a boa qualidade das escolas públicas de lá. Se um político é descoberto matriculando o filho no ensino privado, acaba nos jornais. Tem de se desculpar publicamente e transferir a criança para uma instituição pública.
Se políticos brasileiros tiverem de matricular os filhos em escolas públicas, elas receberão mais atenção dos governantes. O resultado será um ensino de qualidade para todos. E um país mais próximo dos princípios republicanos, com uma sociedade unida, sem divisão entre aristocracia e plebe. Há quem diga que essa obrigação fere a liberdade do político. Mas todo cidadão é livre para não ser candidato. Se ele opta pela vida pública, deve assumir obrigações. Esse seria só mais um de seus compromissos com os eleitores, com a nação e com a República.
*Cristovam Buarque é professor de economia da Universidade de Brasília e senador pelo PDT/DF.
Pará terá a primeira fábrica de chocolates da Amazônia
30/03/10
Em época de Páscoa, vem a notícia que Medicilândia, município localizado na região da Transamazônica, comportará a primeira fábrica de chocolate da Amazônia. O empreendimento já construído será agora equipado para funcionar a partir de setembro próximo deste ano.
Em equipamentos serão investidos R$ 1 milhão, via convênio celebrado entre a Secretaria de Agricultura do Estado (SAGRI) e a Fundação Viver Produzir Preservar (FVPP), proponente do projeto. Os recursos são provenientes do Fundo de Amparo à Cacauicultura (FUNCACAU). A agroindústria tem capacidade para processar até 100 quilos de amêndoas por hora. Mais aqui.
Boi gera divisas ao Pará
30/03/10
O mercado internacional se rendeu à pecuária paraense e a exportação do boi vivo deu um salto nos últimos sete anos, crescendo mais de 560 vezes, ou 56.000%. Em 2003 – quando o produto ainda nem aparecia na balança comercial – foram vendidos ao exterior o correspondente a US$ 945.700, segundo
dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). No ano passado, o cenário já havia mudado. O setor fechou 2009 comercializando ao mercado internacional US$ 409.598.806 em boi vivo. Hoje, a atividade é a mais importante na pauta de exportação, depois do minério, ultrapassando inclusive a produção madeireira. Nos dois primeiros meses deste ano, por exemplo, foram exportados US$ 78.890.477 de boi vivo – contra US$ 59.292.090 de madeira -, deixando o produto com 6,35% de participação na balança comercial. Somente o minério é responsável por quase 80%. Os principais compradores dos bovinos produzidos no Estado são Venezuela e Líbano. Mas, com os ótimos resultados, os pecuaristas paraenses estudam invadir novos mercados, como o Egito e países do continente africano.
De acordo com o pecuarista Gastão Carvalho, a queda de subsídios agrícolas na Europa deixou o boi brasileiro competitivo no mercado exterior. Além disso, Gastão afirma que houve aumento da renda da população mais pobre da Venezuela, fazendo o consumo de carne crescer naquele país, apesar da produção ter caído, por questões internas. Esses fatores – aliados ao aumento da sanidade do boi criado no Estado – fizeram com que a pecuária paraense fosse descoberta. De todos os bovinos vivos exportados pelo Brasil, 95% foram produzidos no Pará. São cerca de 400 mil cabeças vendidas ao exterior por ano. "Ou seja, o mercado é praticamente o Pará", observa Gastão Carvalho.
ECONOMIA
O setor passou a ter um peso tão importante na Balança Comercial do Estado, que das 20 maiores empresas exportadoras, quatro estão ligadas à produção de bovinos. Já se comercializa ao exterior, inclusive, fêmea e gado de leite, com 12 mil cabeças vendidas para fora do país apenas no ano passado. "Isto ajudou a economia do Marajó, porque o búfalo estava desvalorizado", afirmou o pecuarista Carvalho. Segundo ele, o principal comprador desde segmento é a Venezuela, que está tentando recompor o seu rebanho.
Mas o crescimento da pecuária contribuiu não apenas para melhoria da economia marajoara. A atividade emprega, só no Pará, 400 mil pessoas diretamente, segundo o presidente da Associação Brasileira de Exportadores de Gado (ABEG), Daniel Freire. "É, disparado, o maior gerador de emprego", diz Gastão. Além de terem preços mais competitivos, os pecuaristas do Estado produzem em escala. Dessa forma, eles abastecem 100% do mercado interno, são responsáveis por 65% do consumo de carne da Bolívia e 40% na Venezuela e ainda mandam 400 mil cabeças de boi para o Nordeste, sem correr o risco do produto ficar em falta.
"Eu vejo que os portos paraenses vão se tornar uma bolsa de mercado internacional de boi e de carne. Porque, essa carne que vem do Tocantins e do Maranhão toda vai passar pelo Pará", acredita Gastão Carvalho.
QUALIDADE
Desde que explodiu a exportação do boi vivo produzido no Pará, não foi registrado nenhuma caso de febre aftosa – enfermidade altamente contagiosa que ataca a todos os animais de casco fendido, principalmente bovinos, suínos, ovinos e caprinos. Este é um dos fatores que contribuem para que o gado do Estado seja o mais procurado. "A taxa de sanidade está mais do que comprovada", observa o pecuarista Gastão. A saúde dos bovinos, o preço competitivo e a produção em grande escala, tornaram o Pará o maior exportador de boi vivo do Brasil – conquistando países como Venezuela e Líbano. A comercialização, no entanto, não chegou ao seu limite. Os produtores, agora, avistam novos mercados e tentam aumentar a lista de países importadores do produto.
Segundo Gastão Carvalho, Egito e África estão entre os mercados mais visados. Porém, ele adianta que o crescimento já não será tão grande como o de 2007, quando a exportação de boi vivo cresceu 466% em comparação ao ano anterior. "O ‘boom’ de crescimento já aconteceu. Se aumentar 5% a exportação estará bom. Toda vez que nós crescemos, alguém (algum país) diminui. É um mercado muito competitivo. Tem que ter logística e qualidade", conclui.
Fonte: Jornal Folha do Progresso
Luiz “tile” Vieira. O que fazer?
30/03/10
O caso do secretário Luiz “Tile” Vieira foi comentado aqui no blog. Extraindo do latim, o comentarista se saiu com a seguinte frase: “Quod Jupiter vult perdere dementat prius” – traduzindo para um português das ruas: “A formiga quando quer se perder cria asas”
O que, você leitor, acha que o secretário deve fazer, agora que “a casa caiu”?
AMAT agora é AMAT CARAJÁS
30/03/10
Vinte prefeitos, reunidos ontem (29) em Marabá, decidiram mudar o nome da Associação dos Municípios do Araguaia e Tocantins (AMAT). O nome da entidade, a partir de agora, é AMAT Carajás e a mudança visa ao fortalecimento da luta pela criação do Estado de Carajás.
Fonte: Blog Sul do Pará
Prevenir seria a solução para os problemas da saúde de Parauapebas
30/03/10
Comentário colhido no post “Mudanças no Hospital Municipal”, merece ser analisado:
Sou funcionária do HMP e tenho algo a dizer.
É difícil manter a solidariedade e a cumplicidade quando se está indo no rumo errado. Parece-me este ser o caso aqui em questão. Quem entrar na direção daquele hospital inevitavelmente sairá chamuscado, pra não dizer carbonizado. Lembro de Dr.ª Ana Paula sacrificando parte de sua vida pessoal pra ser apenas médica e diretora. Mesmo assim seu trabalhado não foi reconhecido. Seria a Dr.ª, na verdade, incompetente? Creio que não.
O problema não é de agora, vem desde antes da criação do hospital, antes mesmo de Parauapebas existir. Não conseguimos até hoje nos convencer que, melhor do que ter um hospital que nos cure, é não adoecer. Falo, lógico, de atenção básica, de ações preventivas. O lugar onde não há prevenção e promoção de saúde e educação sobre como cuidar de si mesmo, fica refém dos hospitais. Esse é caso de Parauapebas onde o saneamento é insuficiente, os postos não funcionam adequadamente, a escola não fala de saúde, a assistência social não caminha pra garantia de direitos.
Desejo sorte à Maquivalda, pessoa que estimo com reservas, mas sei que o foco não deve ser ela e nem o hospital, e sim o que leva as pessoas a precisarem tanto do hospital.
Anivaldo Vale (PR),vice prefeito de Belém, está licenciado
30/03/10
Do Blog do Jeso Carneiro:
Anivaldo Vale (PR), vice-prefeito de Belém, já deu no pé.
Protocolou hoje de manhã na Câmara Municipal de Belém pedido de licença de seu mandato de vice-prefeito da capital, de hoje até 1º de novembro deste ano.
Ou seja, depois que a eleição passar.
Vale atende convocação da ACIP e promete resolver caso Hidelma
30/03/10
Através de reunião realizada no dia 22 de março, nas dependências da sede da Associação Comercial, Industrial e Serviços de Parauapebas (ACIP), com a presença presidente da entidade José Rinaldo, dos diretores, Oriovaldo Mateus, Nilo Rodrigues, José de Fátima, José Leonardo, Luiz Veloso, Edson Rodrigues, e Denise Ferreira, e ainda do Assessor Jurídico, Manoel Chaves, e representando a mineradora Vale na reunião, além de Luiz Veloso, que é também Diretor da ACIP, estavam Rodrigo Furlan, José Roberto, Sérgio Arruda, Fernando Ribeiro, Clerimar, Dário e Oswaldo, a Vale atendeu a convocação da Acip e prometeu resolver os problemas dos credores das empresas Hidelma e Dopler.
Na oportunidade José Rinaldo explicou o item 1 da pauta e que era objeto da convocação da Vale, que enviou seus funcionários das gerências pertinentes ao caso Hidelma e Dopler, relatando os motivos da concentração de credores em frente do escritório da empresa Hidelma e que resultou num abaixo-assinado de associados, requerendo que fosse convocado pelo presidente da assembléia, Sr. Jorge Vieira, uma (AGE), cuja pauta constaria do Edital a ser publicado e que, em outros pontos, pede a compreensão da Vale para não rescindir o contrato da Hidelma sem que seja pago as dívidas desta aos credores/fornecedores locais, e que fez com a Acip convocasse a Vale, para tomar conhecimento da situação externada no abaixo-assinado e estudasse a possibilidade de imediata solução, pois a situação entre os empresários é de imperiosa preocupação e que deve ser apreciado pela mineradora com a seriedade que tem sempre pautado seus atos.
Por sua vez, representando a Vale, Rodrigo Furlan registrou os agradecimentos ao presidente José Rinaldo e diretoria da Acip, pela forma coerente e responsável com que conduziu esse assunto até então e que era portador de uma proposta da Hidelma para efetuar o pagamento de toda a dívida existente na praça, com anuência e participação da Vale, que conseguiu a confirmação da vinda da diretoria da Hidelma à Parauapebas, com o objetivo de propor o pagamento das dívidas devidamente comprovadas através de nota fiscal, boletos, cheques, etc.
A pedido do presidente da Acip, na reunião ficou definido que o encontro com diretores da Hidelma será realizado nas dependências da entidade, tendo em vista que os empresários credores não mais confiam em representantes da Hidelma, pois a empresa anteriormente prometeu pagar a divida parcelada, porém vários cheques voltaram sem fundo.
Rodrigo Furlan esclareceu ainda que ter contrato com a Vale “não é garantia que vai receber”, pois a empresa não assinou como responsável perante terceiros e, acolhendo orientação que o assessor jurídico da Acip, Manoel Chaves, tem dado aos associados, afirmou concordar que todos aqueles que venderem para a Vale ou para suas terceirizadas, devem sim emitir boletos bancários, mesmo que não os encaminhem para a empresa, ou seja, ficando os mesmos em carteira e, caso não pago no vencimento, que adote as medidas que entender cabíveis.
Agora a direção da Acip está aguardando a confirmação da Vale em relação à vinda de diretores da Hidelma para resolver definitivamente o caso que vem dando muita dor de cabeça para os credores da mesma. Nessa reunião que acontece nos próximos dias na Acip, os créditos dos fornecedores deverão ser pagos, pois o presidente José Rinaldo informou que a Hidelma perdeu totalmente a credibilidade junto aos credores e que estes não aceitam parcelamento, devendo os credores se apresentarem com planilhas de seus créditos, acompanhadas de notas fiscais, boletos(se tiver) e comprovante de entrega/recebimento do serviço ou do produto.
Aproveitando a presença dos gerentes da VALE, o presidente José Rinaldo, colocou em discussão alguns assuntos que tem sido objeto de reclamação pelos associados, especialmente sobre empresas de fora que ganham contratos para prestar serviços à mineradora, recebem da Vale e não pagam aos fornecedores locais e que isso tem que acabar, ”pois já se tornou insuportável e inaceitável, sendo que mais de 15 empresas de fora estão enfrentando sérios problemas financeiros, com sistemáticos atrasos nos pagamentos, inclusive a Santa Bárbara e OAS, que estariam pagando suas dívidas com muito atraso e isto traz preocupação em demasia ao comércio, por se tratar de grandes empresas nacionais, de reconhecido prestígio e aparente solidez patrimonial e que não poderiam estar causando tais problemas”.
Por sua vez, Sérgio, informou da disposição da Vale em intermediar o pagamento aos credores da Dopler e que há um crédito na mineradora oriundo de medições, de cujo valor foi separado uma parte para pagamento a funcionários e encargos sociais, e o restante será para pagamento aos fornecedores locais e, num prazo máximo 20 dias a Vale dará a resposta, e que caso não haja o valor restante das medições não seja suficiente para pagar todas as dívidas apresentadas, a Vale buscará solução com o aporte do “seguro garantia”, devendo os credores se apresentarem com notas fiscais e comprovantes de entrega do serviço ou do produto, além de planilha demonstrando o efetivo débito.
Fonte e Foto: ASCOM ACIP











