PRA QUEM VAI O APOIO

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A briga em uma campanha eleitoral gira sempre em torno de um candidato majoritário. Todos os candidatos, filiados e simpatizantes de uma coligação buscam apoiar o candidato a prefeito. Por fora, mas não menos importante, é travada uma briga ferrenha em torno dos candidatos da proporcional ou seja dos candidatos a uma vaga pra vereador.
A tendência natural é que o candidato majoritário conduza os recursos e apoios recebidos para um ou outro candidato de sua preferência na coligação.
Dentro do PT é claro o apoio dado ao Vereador Euzebio, José Alves, Miquinha e Joelma, em detrimento a vereadores eleitos como Wanterlor e João do Feijão.
Fica a lição : quando o atual prefeito , que tem a máquina administrativa em sua mão, for candidato a reeleição, é preciso saber preparar o terreno para não ter que na hora da necessidade , no forte da campanha, bater na porta se desculpando ou tentando uma reconciliação intempestiva.
Vereadores como Adelson, Massud e Wanterlor que foram uma pedra no sapato do Darci, buscam agora uma reciprocidade que não construíram e que irá fazer muita falta até outubro.
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