Menos acidentes e mortes nas rodovias federais do Pará no final do ano

Segundo os dados divulgados pela PRF no final da manhã desta segunda-feira (3), houve uma redução de 45% no número de acidentes em relação a Operação Natal
Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on print

Continua depois da publicidade

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) divulgou, no final da manhã desta segunda-feira (3), o balanço da Operação Ano Novo 2021, realizada nas rodovias federais do Pará. Os dados mostram que houve redução em número de acidentes e mortes nas festividades de virada de ano no comparativo as celebrações de Natal.

Iniciada na última quinta-feira (30/12) e encerrada às 23h59 deste domingo (2), a ação fez parte da Operação Integrada “Rodovida”, maior ação de enfrentamento à violência no trânsito realizada pela PRF em todo o país, que encerra no mês de março. A operação, que incluiu as festas de Natal, Ano Novo e agora o Carnaval, integra órgãos públicos federais, estaduais e municipais com o objetivo de reduzir os índices de violência no trânsito.

Segundo dados oficiais coletados pela PRF, houve uma redução de 45% no número de acidentes durante os quatro dias de operação, no comparativo a Operação Natal 2021. Também houve redução de cerca de 75% no número de mortes.

Foram registrados seis acidentes, dois deles considerados graves. Dessas ocorrências, uma pessoa morreu. De acordo com os dados oficiais, foram fiscalizados 4.579 veículos e 5.066 pessoas.

Ainda durante a operação, foram realizados 1.021 testes de alcoolemia, com um total de 35 autuações. As outras infrações mais observadas foram: a não utilização do capacete, do cinto de segurança e ultrapassagens indevidas, um total de 46, 69 e 194 autuações, respectivamente.

Já no combate à criminalidade, 18 pessoas foram detidas, sendo uma por alcoolemia; e dois veículos com restrição de furto e roubo foram recuperados. De acordo com a PRF, as ações foram desenvolvidas de forma integrada, focadas em prevenir condutas que aumentam o risco de acidentes graves ou que agravam lesões das vítimas como ultrapassagens indevidas, excesso de velocidade, consumo de álcool e falta de equipamentos de segurança, como capacete, cinto de segurança e cadeiras para o transporte de crianças.

Tina DeBord- com informações da PRF